15.10.14

A Morte de Cristo

Ao depor Sua preciosa vida na cruz, Cristo não teve para animá-Lo o gozo do triunfo. Seu coração estava vergado ao peso da angústia e oprimido de tristeza. Sentia sobre Si o peso esmagador dos pecados do mundo que O separavam do Pai, e foi isso que Lhe quebrantou o coração, determinando a Sua morte.{FPV 11.1}
Cristo experimentou aquela angústia que hão de experimentar os pecadores, quando um dia tiverem toda a consciência da sua culpabilidade, e reconhecerem estar para sempre privados do gozo e da paz dos Céus.{FPV 11.2}
Os anjos contemplavam com assombro a terrível agonia do Salvador. Tão intensos eram os sofrimentos do espírito que mal sentia as dores da cruz. {FPV 11.3}
A própria natureza simpatizou com aquela cena. O Sol, que até ao meio-dia havia brilhado no firmamento, eclipsou-se de repente; ao redor da cruz tudo ficou mergulhado em trevas profundas. Essa escuridão sobrenatural durou três horas consecutivas.{FPV 12.1}
Um terror indizível apoderou-se de todos os espectadores. As imprecações e as zombarias cessaram subitamente. Homens, mulheres e crianças caíram por terra, aterrorizados.{FPV 12.2}
De quando em quando fulvos raios rasgavam as nuvens, iluminando a cruz e o Salvador crucificado. Todos acreditavam ter chegado a hora da retribuição.{FPV 12.3}
À hora nona o negrume dissipou-se de sobre o povo, continuando, porém, a envolver o Salvador como uma mortalha. Flamejantes raios pareciam arremessar-se sobre Ele, ali pendurado na cruz. Foi então que Ele lançou o desesperado brado:{FPV 12.4}

10.10.14

Triunfo Sobre a Morte

João, o discípulo amado, estremeceu ante a ideia de ser o corpo do querido Mestre levado por mãos de rudes e insensíveis soldados para ser sepultado num lugar de desonra. Não via, porém, nenhum meio de evitá-lo, visto que não tinha nenhuma influência sobre Pilatos.{FPV 16.1}

Nessa situação angustiosa, os discípulos foram gentilmente auxiliados por José e Nicodemos.{FPV 16.2}
Esses homens eram membros do sinédrio, e conhecidos de Pilatos. Ambos eram homens abastados e de influência. Eles resolveram que o Salvador devia ser sepultado com as devidas honras.{FPV 16.3}
O primeiro foi ter corajosamente com Pilatos e solicitou-lhe o corpo de Jesus. Pilatos, depois de se haver informado de que Jesus estava realmente morto, acedeu ao pedido. {FPV 16.4}
Enquanto José foi ter com Pilatos, Nicodemos fez os preparativos para o sepultamento. Era costume naquele tempo embalsamar o corpo do morto com preciosos unguentos e envolvê-lo em lençóis de linho. Assim, Nicodemos trouxe cerca de cem libras de um preparado de mirra e aloés, para embalsamar o corpo do Mestre.{FPV 17.1}
Era José possuidor de um sepulcro, recentemente talhado em rocha viva, para si mesmo; mas foi

8.10.14

A Promessa Mais Alentadora

Estava terminada a obra terrestre de Jesus, e era chegado o tempo para regressar à pátria celestial. Tinha vencido e devia agora tomar Seu lugar à destra do Pai sobre o Seu trono de luz e de glória.
Jesus escolheu o Monte das Oliveiras para lugar de Sua ascensão. Acompanhado dos onze, dirigiu-Se para aquele monte. Longe estavam, porém, os discípulos de imaginar que seria a última vez que estariam na companhia pessoal do Mestre. Durante o trajeto Jesus lhes deu Suas últimas instruções e, pouco antes de deixá-los, a preciosa promessa que tão grata se tem provado a todos os Seus seguidores:{FPV 21.2}
“Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”{FPV 21.3}
Dirigiram-se para o cume que dá para o lado de Betânia. Ali pararam, e os discípulos se reuniram em torno do Mestre. Uma luz etérea parecia irradiar de Seu divino rosto quando os fitou cheio de ternura. As últimas palavras do Salvador foram repassadas de inefável doçura.{FPV 22.1}
Com as mãos estendidas para a última bênção, Jesus elevou-Se lentamente dentre eles. Os discípulos, maravilhados, esforçaram a vista para seguir o Salvador que desaparecia nos ares. Finalmente, uma nuvem de glória O arrebatou aos seus olhos. No mesmo instante ressoou no espaço a mais suave e maviosa música que procedia do coro de anjos celestiais.{FPV 22.2}

2.10.14

A Igreja — Propriedade de Deus

A igreja é a propriedade de Deus, e Ele Se lembra constantemente que ela está no mundo sujeita às tentações de Satanás. Cristo nunca Se esquece dos dias de Sua humilhação. Ao passar pelas cenas de Sua humilhação Jesus nada perdeu de Sua humanidade. Tem o mesmo amor terno e compassivo e sempre Se compadece dos ais humanos. Sempre tem em mente que foi um Varão de dores, familiarizado com a tristeza. Não Se esquece do povo que representa, que se está esforçando por manter a Sua espezinhada lei. Sabe que o mundo que O odiou, odeia-os também. Embora Jesus Cristo tenha entrado nos Céus, ainda há uma corrente viva que liga os Seus crentes ao Seu próprio coração de infinito amor. O mais humilde e fraco é ligado intimamente ao Seu coração por um elo de simpatia. Nunca Se esquece Ele de que é o nosso representante, de que tem a nossa natureza. {IR 15.1}
Jesus vê na Terra a Sua igreja verdadeira, cuja maior ambição é com Ele cooperar na grande obra de salvar almas. Ouve-lhes as orações, apresentadas em contrição e poder, e a Omnipotência não lhes pode resistir aos rogos para a salvação de qualquer membro provado e tentado do corpo de Cristo. “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos Céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos pois com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Jesus sempre vive para interceder por nós. Por nosso Redentor, que bênçãos não poderão o verdadeiro crente receber? A igreja, prestes a entrar no

22.9.14

O Pequeno Tempo de Angústia

Na página 33 [de Primeiros Escritos] é dito o seguinte: “... Ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente.”
Esta visão foi dada em 1847, quando havia apenas poucos dentre os irmãos do advento observando o sábado, e desses somente uns poucos supunham que sua observância era de suficiente importância para constituir uma linha de separação entre o povo de Deus e os incrédulos. Agora o cumprimento desta visão está começando a ser visto. O “início do tempo de angústia” ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo. — Primeiros Escritos, 85-86.
O fim da liberdade religiosa nos estados unidos
A lei de Deus, pela intervenção de Satanás, irá ser invalidada. Em nossa terra [Estados Unidos] de alardeada liberdade, a liberdade religiosa terá o seu fim. A luta será decidida no que toca ao assunto do sábado, e agitará o mundo inteiro. — Evangelismo, 236.
Uma grande crise aguarda o povo de Deus. Muito em breve nossa nação procurará impor a todos a

19.9.14

Amabilidade, Ternura e Simpatia

Quando os seus conselhos não são seguidos — Deus vê cada transação. Nada pode ser oculto d´Ele. Há muitos homens que assumem responsabilidades demais e não têm cultivado amor, compaixão, simpatia e ternura que caracterizam a vida do cristão. Ao lidar com alguns de seus irmãos que não seguiram os seus conselhos, ou que questionaram a sua atitude, ou se comportaram de modo a não lhes agradar, não manifestam amor, embora essas almas tenham sido compradas pelo sangue de Cristo e sejam mui preciosas aos olhos de Deus por causa de sua simplicidade e sua integridade em defender o que é correto a qualquer custo. — Carta 31a, 1894, 14, (27 de Outubro de 1894, a A. R. Henry).{LC 13.1}
Prazer em ferir almas — Sinto-me entristecida ao ver que há pessoas em posições de confiança que cultivam muito pouco a compaixão e ternura de Cristo. Elas nem mesmo cultivam e manifestam amor para com seus irmãos e irmãs na fé. Não exercem o precioso tato que deve unir e curar aqueles que se extraviam. Em vez disso, mostram crueldade de espírito, que conduz os errantes ainda mais longe no caminho da escuridão, e fazem anjos chorar. Alguns parecem se alegrar em ferir e maltratar pessoas que estão prestes a perecer. Quando olho para homens que lidam com a sagrada verdade, que sustentam sagradas responsabilidades e estão deixando de cultivar o espírito de amor e ternura, tenho vontade de clamar: “Convertei-vos,

16.9.14

Abra o Coração a Deus

O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”. Provérbios 28:13. As condições para obter a misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer que façamos algo difícil para que tenhamos o perdão dos nossos pecados. Não precisamos fazer longas e cansativas peregrinações, nem pagar dolorosas penitências com o objetivo de encomendar nossa alma ao Deus do Céu, ou para expiar nossa transgressão; mas aquele que confessar e deixar seu pecado alcançará misericórdia. {CCn 25.1}
Diz o apóstolo: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados”. Tiago 5:16. Confesse seus pecados a Deus, o único que pode perdoá-los, e as faltas uns aos outros. Se você ofendeu um amigo ou vizinho, deve reconhecer seu erro, e ele tem o dever de perdoar-lhe. Você deverá, então, buscar o perdão de Deus, pois a pessoa ofendida é propriedade de Deus e, ao magoá-la, você pecou contra o Criador e Redentor. O caso é levado ao único verdadeiro Mediador, nosso grande Sumo Sacerdote, que “foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” e quem pode “compadecer-Se das nossas fraquezas”, o qual tem condições de purificar-nos de toda mancha de iniquidade. Hebreus 4:15.
Os que não se humilharam diante de Deus, reconhecendo sua culpa, ainda não cumpriram a primeira condição para que sejam aceites. Se ainda não experimentamos o arrependimento completo e definitivo e não confessamos nosso pecado com verdadeira humildade e espírito quebrantado, aborrecendo nossa iniquidade, não estamos buscando o perdão dos nossos pecados com sinceridade. E, procedendo assim, jamais encontraremos a paz de Deus. A única razão para não termos nossos pecados perdoados é não estarmos dispostos a humilhar o coração e a aceitar as condições da Palavra da verdade. As instruções a respeito desta questão são bem claras: A confissão do pecado, seja ele público ou oculto, deve ser feita de maneira franca e sincera. O pecador não deve ser forçado a confessar. Também não deve ser feita de maneira displicente e descuidada, nem exigida daqueles que não reconhecem o terrível caráter do pecado. A confissão que é o desafogar do coração é a que chega até o Deus da infinita misericórdia. Diz o salmista: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido”. Salmos 34:18.

15.9.14

Chamados Filhos e Filhas de Deus

Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não O conheceu a Ele mesmo. 1 João 3:1. Ao considerar João o amor de Cristo, foi levado a exclamar: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus.” 1 João 3:1. Os homens consideram um privilégio ver um personagem de família real, e milhares vão a grandes distâncias para o conseguir. Quão maior privilégio não é ser filhos e filhas do Altíssimo! Que maior privilégio nos poderia ser concedido do que ter entrada na família real? Para tornar-nos filhos e filhas de Deus, cumpre separar-nos do mundo. “Saí do meio deles, e apartai-vos”, diz o Senhor, “e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas.” 2 Coríntios 6:17, Há diante de nós um Céu, uma coroa de vida a ganhar. Mas somente ao vencedor é dada a recompensa. O que obtém o Céu precisa estar revestido das vestes da justiça. “E qualquer que nEle tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro.” 1 João 3:3. No caráter de Cristo não havia desarmonia de espécie alguma. E o mesmo pode acontecer conosco. Nossa vida pode ser regida pelos princípios que governaram a Sua vida. Mediante a perfeição do sacrifício oferecido pela raça culpada, os que crêem em Cristo, chegando-se a Ele, podem ser salvos da ruína eterna. ... Ninguém seja tão iludido pelo inimigo que pense ser uma condescendência da parte de homem algum, por mais talentoso ou instruído ou honrado que seja ele, o aceitar a Cristo. Todo ser humano deve olhar ao Céu com reverência e reconhecimento, e exclamar com assombro: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus”! 1 João 3:1.

Purificados como Jesus pois Ele é puro
E qualquer que nEle tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro. 1 João 3:3. Cristo queria elevar e refinar a mente humana, purificando-a de
toda escória, de modo a poder o homem apreciar o amor que não tem paralelo.. Mediante o arrependimento, a fé e as boas obras, ele pode aperfeiçoar um caráter justo e reivindicar, pelos méritos de Cristo, os privilégios dos filhos de Deus. Os princípios da verdade divina, recebidos e acariciados no coração, levar-nos-ão a uma altura de excelência moral que não haveríamos imaginado possível atingirmos. ... “E qualquer que nEle tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro.” 1 João 3:3. A santidade de coração e pureza de vida, eis os grandes objetivos dos ensinos de Cristo. Em Seu sermão do monte, depois de especificar o que precisa ser feito a fim de ser bem-aventurado, e o que é preciso não fazer, diz: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos Céus.” Mateus 5:48. A perfeição, a santidade — nada menos que isso lhes daria êxito no sustentar os princípios que lhes dera. Sem essa santidade, o coração humano é egoísta, pecaminoso e depravado. A santidade levará seu possuidor a dar frutos, e ser rico em toda boa obra. Ele nunca se cansará de fazer o bem; tão pouco terá em vista a promoção neste mundo; visará a ser promovido pela Majestade do Céu quando Ele exaltar a Seu trono Seus santificados e santos. ... A santidade de coração produzirá retas Ações Como Deus é puro em Sua esfera, assim o homem deve ser na sua. E será puro, se Cristo, a esperança da glória, habitar no interior; pois ele imitará a vida de Cristo e refletirá Seu caráter. Purificados como Ele é puro, A principesca dignidade do caráter cristão resplandecerá como o Sol, e os raios luminosos irradiados da face de Cristo se refletirão nos que se purificaram a si mesmos assim como Ele é puro. A pureza de coração levará à pureza da vida.

Poder de tornar-nos filhos de Deus,
Mas a todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome. João 1:12. A filiação divina não é qualquer coisa que obtenhamos por nós mesmos. Unicamente aos que recebem Cristo como seu Salvador, é dado o poder de tornarem-se filhos e filhas de Deus. O pecador não pode, por nenhum poder a ele inerente, livrar-se do pecado. Para isso conseguir, ele precisa olhar a um Poder mais alto. João exclamou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado.” João 1:29. Unicamente Cristo possui poder de purificar o coração. Aquele que busca o perdão e aceitação, só pode dizer: “O preço do resgate eu não o tenho; à Tua cruz, somente, eu me

11.9.14

Salvo Unicamente “em Cristo”

“Ele me salvará agora”
Pode dizer o pecador a perecer: “Sou um pecador perdido; mas Cristo veio buscar e salvar o que se havia perdido. Diz Ele: ‘Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores.’. Marcos 2:17. Sou pecador, e Ele morreu na cruz do Calvário para me salvar. Nem um momento mais preciso ficar sem me salvar. Ele morreu e ressurgiu para minha justificação, e me salvará agora. Aceito o perdão que prometeu.” — Mensagens Escolhidas 1:392.
Aquele que se arrepende de seu pecado e aceita o dom da vida do Filho de Deus, não pode ser vencido. Apoderando-se, pela fé, da natureza divina, torna-se ele um filho de Deus. Ele ora, ele crê. Quando tentado e provado, suplica o poder, pelo qual Cristo morreu para conceder, e vence pela Sua graça. Isso todo pecador deve compreender. Deve arrepender-se de seu pecado, deve crer no poder de Cristo e aceitar esse poder para salvá-lo e guardá-lo do pecado. Quão gratos deveríamos ser pelo dom do exemplo de Cristo! — Mensagens Escolhidas 1:224.
Por que preocupar-se?
A vida em Cristo é uma vida de descanso. Pode não haver êxtase de sentimentos, mas deve existir uma constante, serena confiança. Vossa esperança não está em vós mesmos; está em Cristo. Vossa fraqueza se acha unida à Sua força, vossa ignorância à Sua sabedoria, vossa fragilidade ao Seu eterno poder. ... {RR 24.4}
Não devemos fazer de nós mesmos o centro, nutrindo ansiedade e temor quanto à nossa salvação. Tudo isto desvia a pessoa da Fonte de nosso poder. Confiai a Deus a preservação de vossa alma, e nEle esperai. Falai e pensai em Jesus. Que o próprio eu se perca nEle. Ponde de parte a dúvida; despedi vossos temores. Dizei com o apóstolo Paulo: “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e Se entregou a Si mesmo por mim.” Gálatas 2:20. Repousai em Deus. Ele é capaz de guardar aquilo que Lhe confiastes. Se vos abandonardes em Suas mãos, Ele vos tornará mais que vencedores por Aquele que vos amou. — Caminho a Cristo, 70-72.
Pode-se contar com isto
Ele, que pela expiação proveu ao homem um infinito tesouro de força moral, não deixará de empregar esse poder em nosso favor. ... Em todo o poderio satânico não há força para vencer uma única pessoa que se rende confiante a Cristo. — Parábolas de Jesus, 157.
Abundante graça foi provida para que o crente possa manter-se livre do pecado. — Mensagens Escolhidas 1:394.
NEle temos uma oferta completa, um infinito sacrifício, um poderoso Salvador, capaz de salvar

9.9.14

O Éden Gloriosamente Restaurado

O jardim do Éden permaneceu na Terra muito tempo depois que o homem fora expulso de seus agradáveis caminhos. Génesis 4:16. Foi permitido à raça decaída por muito tempo contemplar o lar da inocência, estando a sua entrada vedada apenas pelos anjos vigilantes. A porta do Paraíso, guardada pelos querubins, revelava-se a glória divina. Para ali iam Adão e seus filhos a fim de adorarem a Deus. Ali renovaram seus votos de obediência àquela lei cuja transgressão os havia banido do Éden. Quando a onda de iniquidade se propagou pelo mundo, e a impiedade dos homens determinou sua destruição por meio de um dilúvio de água, a mão que plantara o Éden o retirou da Terra. Mas, na restauração final de todas as coisas, quando houver “um novo céu e uma nova Terra” (Apocalipse 21:1), será restabelecido, mais gloriosamente adornado do que no princípio.{ViC 77.1}
Então os que guardaram os mandamentos de Deus respirarão com um vigor imortal, por sob a árvore da vida (Apocalipse 2:7; Apocalipse 22:14); e, através de infindáveis séculos, os habitantes dos mundos que não pecaram contemplarão no jardim de delícias um modelo da obra perfeita da criação de Deus, sem qualquer sinal da maldição do pecado — modelo do que teria sido a Terra inteira se tão-somente houvesse o homem cumprido o plano glorioso do Criador. — Patriarcas e Profetas, 62.
Uma visão dada a Moisés
[Moisés] Viu a segunda vinda de Cristo em glória, os justos mortos ressuscitados para vida imortal e os santos vivos trasladados sem ver a morte, juntos ascendendo com cânticos de alegria para a cidade de Deus.{ViC 78.1}
Ainda outra cena se desdobrara à sua vista — a Terra livre da maldição, mais linda do que a bela terra da promessa, que tão poucos momentos antes se estendera perante ele. Não há pecado, e a morte não pode entrar ali. Encontram, ali, as nações dos salvos o seu lar eterno. Com indizível alegria Moisés olha para a cena — a realização de um livramento mais glorioso do que jamais esboçaram as suas mais radiosas esperanças. Passada para sempre sua peregrinação terrestre, entrou finalmente o Israel de Deus na boa terra. — Patriarcas e Profetas, 477.
O Éden florescerá novamente
Quando o Éden volver a florir na Terra, a lei divina do amor será obedecida por todos debaixo do Sol. — O Maior Discurso de Cristo, 51.{ViC 78.3}
"Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos
novos céus e nova terra, em que habita a justiça."
 (II Pedro 3 : 13)
A terra redimida
O grande plano da redenção tem como resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de maneira completa. Tudo que se perdera pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas também a Terra, a fim de ser a eterna habitação dos obedientes. Durante seis mil anos, Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora se cumpre o propósito original de Deus ao criá-la. “Os santos do Altíssimo receberão o reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade.” Daniel 7:18.
“Desde o nascimento do Sol até ao ocaso, seja louvado o nome do Senhor.” Salmos 113:3. “Naquele dia um será o Senhor, e um será o Seu nome.” “E o Senhor será Rei sobre toda a Terra.” Zacarias 14:9. Dizem as Escrituras: “Para sempre, ó Senhor, a Tua Palavra permanece no Céu.” Salmos 119:89. São “fiéis todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre”. Salmos 111:7, 8. Os santos estatutos que Satanás odiara e procurara destruir serão honrados por todo um Universo sem pecados. E “como a terra produz os seus renovos, e como o horto faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Jeová fará brotar a justiça e o louvor para todas as nações”. Isaías 61:11. — Patriarcas e Profetas, 342.
Adão vê o Éden novamente
Quando os fiéis mortos ressuscitarem e o Rei da glória abrir diante deles os portais da cidade de Deus, e os povos que aceitaram a verdade nela entrarem, quanta beleza e glória irão contemplar os olhos atónitos daqueles que neste mundo não viram belezas maiores do que restou na natureza manchada pela culpa do pecado que cobre toda a Terra.{ViC 79.2}

É impossível descrever a reação de alegria de Adão, ao ele contemplar de novo o Paraíso, o jardim do Éden, aquele que foi seu lar feliz, e do qual estivera separado durante tanto tempo por causa da sua transgressão. Ele observa aquelas apreciadas flores e árvores, de tão variadas espécies de fruto e beleza, às quais ele tinha dado nome, enquanto ainda em seu estado de inocência. Ele tem sua atenção despertada pelas belíssimas videiras, com as quais se deleitava armando caramanchéis. Mas sua gratidão extravasa quando ele de novo tem diante de si a árvore da vida, com seus ramos espalhados e resplendentes frutos. Agora, outra vez ele tem acesso àqueles frutos e folhas. Antes de mais nada, ele curva-se em adoração, aos pés do Rei da glória e, em seguida, com todos os remidos, entoa o cântico: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto.” Apocalipse 5:12. Adão perdera o Éden pela desobediência aos mandamentos de Deus. Agora, recebe de novo o amado jardim através do arrependimento e fiel obediência. Carregou a culpa pela desobediência, frui agora a bênção da obediência. — Spiritual Gifts 3:88, 89. 

5.9.14

O Éden Restaurado

Gloriosamente restaurado
O jardim do Éden permaneceu na Terra muito tempo depois que o homem fora expulso de seus agradáveis caminhos. Génesis 4:16. Foi permitido à raça decaída por muito tempo contemplar o lar da inocência, estando a sua entrada vedada apenas pelos anjos vigilantes. A porta do Paraíso, guardada pelos querubins, revelava-se a glória divina. Para ali iam Adão e seus filhos a fim de adorarem a Deus. Ali renovaram seus votos de obediência àquela lei cuja transgressão os havia banido do Éden. Quando a onda de iniquidade se propagou pelo mundo, e a impiedade dos homens determinou sua destruição por meio de um dilúvio de água, a mão que plantara o Éden o retirou da Terra. Mas, na restauração final de todas as coisas, quando houver “um novo céu e uma nova Terra” (Apocalipse 21:1), será restabelecido, mais gloriosamente adornado do que no princípio.{ViC 77.1}
Então os que guardaram os mandamentos de Deus respirarão com um vigor imortal, por sob a árvore da vida (Apocalipse 2:7; Apocalipse 22:14); e, através de infindáveis séculos, os habitantes dos mundos que não pecaram contemplarão no jardim de delícias um modelo da obra perfeita da criação de Deus, sem qualquer sinal da maldição do pecado — modelo do que teria sido a Terra inteira se tão-somente houvesse o homem cumprido o plano glorioso do Criador. — Patriarcas e Profetas, 62. {ViC 77.2}
Uma visão dada a Moisés
[Moisés] Viu a segunda vinda de Cristo em glória, os justos mortos ressuscitados para vida imortal e os santos vivos trasladados sem ver a morte, juntos ascendendo com cânticos de alegria para a cidade de Deus.{ViC 78.1}
Ainda outra cena se desdobrara à sua vista — a Terra livre da maldição, mais linda do que a bela terra da promessa, que tão poucos momentos antes se estendera perante ele. Não há pecado, e a morte não pode entrar ali. Encontram, ali, as nações dos salvos o seu lar eterno. Com indizível alegria Moisés olha para a cena — a realização de um livramento mais glorioso do que jamais esboçaram as suas mais radiosas esperanças. Passada para sempre sua peregrinação terrestre, entrou finalmente o Israel de Deus na boa terra. — Patriarcas e Profetas, 477.{ViC 78.2}
O Éden florescerá novamente
Quando o Éden volver a florir na Terra, a lei divina do amor será obedecida por todos debaixo do Sol. — O Maior Discurso de Cristo, 51.{ViC 78.3}
A terra redimida
O grande plano da redenção tem como resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de maneira completa. Tudo que se perdera pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas também a Terra, a fim de ser a eterna habitação dos obedientes. Durante seis mil anos, Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora se cumpre o propósito original de Deus ao criá-la. “Os santos do Altíssimo receberão o reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade.” Daniel 7:18. {ViC 78.4}
“Desde o nascimento do Sol até ao ocaso, seja louvado o nome do Senhor.” Salmos 113:3. “Naquele dia um será o Senhor, e um será o Seu nome.” “E o Senhor será Rei sobre toda a Terra.” Zacarias 14:9. Dizem as Escrituras: “Para sempre, ó Senhor, a Tua Palavra permanece no Céu.” Salmos 119:89. São “fiéis todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre”. Salmos 111:7, 8. Os santos estatutos que Satanás odiara e procurara destruir serão honrados por todo um Universo sem pecados. E “como a terra produz os seus renovos, e como o horto faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Jeová fará brotar a justiça e o louvor para todas as nações”. Isaías 61:11. — Patriarcas e Profetas, 342.{ViC 79.1}
Adão vê o Éden novamente
Quando os fiéis mortos ressuscitarem e o Rei da glória abrir diante deles os portais da cidade de Deus, e os povos que aceitaram a verdade nela entrarem, quanta beleza e glória irão contemplar os olhos atónitos daqueles que neste mundo não viram belezas maiores do que restou na natureza manchada pela culpa do pecado que cobre toda a Terra.{ViC 79.2}

É impossível descrever a reação de alegria de Adão, ao ele contemplar de novo o Paraíso, o jardim do Éden, aquele que foi seu lar feliz, e do qual estivera separado durante tanto tempo por causa da sua transgressão. Ele observa aquelas apreciadas flores e árvores, de tão variadas espécies de fruto e beleza, às quais ele tinha dado nome, enquanto ainda em seu estado de inocência. Ele tem sua atenção despertada pelas belíssimas videiras, com as quais se deleitava armando caramanchéis. Mas sua gratidão extravasa quando ele de novo tem diante de si a árvore da vida, com seus ramos espalhados e resplendentes frutos. Agora, outra vez ele tem acesso àqueles frutos e folhas. Antes de mais nada, ele curva-se em adoração, aos pés do Rei da glória e, em seguida, com todos os remidos, entoa o cântico: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto.” Apocalipse 5:12. Adão perdera o Éden pela desobediência aos mandamentos de Deus. Agora, recebe de novo o amado jardim através do arrependimento e fiel obediência. Carregou a culpa pela desobediência, frui agora a bênção da obediência. — Spiritual Gifts 3:88, 89. {ViC 79.3}