Pode alguém fazer caber numa chávena de café toda a água do mar? Como pode então a pequena mente humana ter a capacidade de compreender a imensidade do amor divino?
O texto para hoje está no livro de Oséias, capítulo 11:1 a 4: "Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egipto chamei a meu filho. Quanto mais eu os chamava, tanto mais se iam da minha presença; sacrificavam a Baalins e queimavam incenso às imagens de escultura. Todavia, eu ensinei a andar a Efraim; tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava. Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; e fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas, e me inclinei para dar-lhes de comer."(Oséias 11:1-4). Este é o clamor desesperado de um pai que fez tudo para ajudar a seu filho. Mas, evidentemente, o filho não tem muito interesse em ser ajudado. Este é o grito desesperado de um pai que se sente impotente diante da indiferença do filho. "Quanto mais eu os chamava - Ele diz - tanto mais se iam da minha presença..."








