13.12.09

ARREPENDIMENTO E FÉ

A palavra ARREPENDIMENTO resulta de uma palavra grega – metanoeo ou metanóia – esta palavra está associada à salvação. A palavra metanoeo ou metanóia são pois de uma expressão no Novo Testamento de capital importância. Recordemos os dois ladrões que foram crucificados com Cristo. Um é chamado o “bom ladrão”. A questão é: Era ele melhor do que o “mau ladrão”, não, ambos eram ladrões, ambos faziam as mesmas coisas e por esses crimes foram julgados e condenados. Porque razão ele é conhecido como o “bom ladrão”? a resposta é simples! Arrependimento.

1. DUAS ESPÉCIES DE ARREPENDIMENTO

Há um arrependimento bíblico e há também um arrependimento legal. O arrependimento legal surge inteiramente através do temor das consequências. Esta é a espécie de sentimento que Judas provou. O arrependimento bíblico é acompanhado de tristeza segundo Deus e opera no coração pelo Espírito de Deus levando à regeneração ou novo nascimento.

1.1 Reconhecimento do pecado. O Espírito Santo no ser humano leva-o a ver-se a si mesmo como diferente de Deus e em rebelião contra Deus. Compreende que está em oposição a Deus e que a sua condição está em completa oposição à santidade de Deus. Discerne que Deus detesta a sua condição e o seu estado. O reconhecimento do pecado que entra no arrependimento para a salvação tem a ver, primariamente, não com o facto que o pecado traz castigo senão com a sensibilidade que o pecado ofende a Deus. Há, sem dúvida, um temor das consequências eternas do pecado; o que não é, porém, a coisa primária. Este reconhecimento do pecado é convicção e ele constitui o elemento intelectual do arrependimento.

1.2 O pecado é progressivamente aborrecido. A tristeza divina entra no arrependimento. Quando alguém se vê a si mesmo como se fora diante de Deus, ele é levado a lamentar o seu pecado e a aborrecê-lo. Isto é o elemento emocional do arrependimento.

1.3 O pecado é abandonado. Não é completo o arrependimento enquanto não houver uma íntima sensação de repúdio pelo pecado que conduz a uma mudança externa da conduta. Isto é o elemento voluntário ou volitivo do arrependimento. Assim o arrependimento concerne à inteira natureza interna: intelecto, emoção e vontade.

2. O ARREPENDIMENTO É INTERNO

Ao passo que o arrependimento se manifesta exteriormente, contudo de si mesmo é interno, segundo o significado do original. A Escritura distingue entre arrependimento e frutos dignos de arrependimento (Mat. 3:8; Actos 26:20).

A tradução católica romana da Bíblia (Versão de Douay) substitui arrependimento por penitência. Como entender tal tradução? Assim lemos da Versão de Douay: Fazei penitência, porque o reino do céu está próximo." (Mat. 3:2); a menos que façais penitência, todos igualmente perecereis." (Luc. 13:5). Testificando tanto a judeus como gentios penitência para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo." (Actos 20:21). E da penitência diz a Versão de Douay no comentário a Mat. 3:2. Cuja palavra, segundo o uso das Escrituras e dos santos padres, não só significa arrependimento e correcção de vida senão também punição dos pecados passados pelo jejum e tais exercícios penitenciais semelhantes." Três coisas podem ser ditas a respeito deste comentário:

(a). É absolutamente falso dizer que a punição dos pecados passados pelo jejum e tais exercícios de penitências semelhantes sejam uma parte do sentido da palavra grega.

Como já foi notado, a palavra grega significa uma mudança interna. O verdadeiro arrependimento consiste de emoções mentais, emocionais e mudança de atitude, não de castigos externos auto-impostos. Mesmo a vida piedosa e a devoção a Deus resultantes são descritas não como arrependimento senão frutos dignos de arrependimento.

(b). Nega a suficiência da satisfação de Cristo pelos nossos pecados em franca contradição com a Escritura (Cf. Rom. 4:7,8; 10:4; Heb. 10:14; 1 João 1:7).

Desde que Cristo fez inteira satisfação pelos nossos pecados, não há para nós punição a actual, excepto as consequências naturais do pecado. O crente sobre as consequências aqui, tanto ao nível das emoções, falta de paz, insegurança, não tendo a certeza que os méritos de Cristo sejam suficientes. Instala-se no coração a dor por não fazer o que Deus nas Sagradas Escrituras diz que deve fazer. Com o tempo, o crente pode deixar de sentir tal sentimento e ajustar-se a uma autojustificação. O castigo real de Deus será a perda da vida eterna. Quando Deus exercer o juízo final será sobre Satanás e as obras deste, o pecado é uma obra do Diabo, por essa razão os pecadores que não se arrependeram plenamente serão destruídos por serem em consciência pecadores.

As três passagens seguintes provam isto:

“A Ele Deus exaltou com a Sua destra para ser Príncipe e Salvador, para dar o arrependimento a Israel e remissão dos pecados." (Actos 5:31)

“Ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade” (2 Tim. 2:24,25).

“E quando ouviram estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Na verdade, até aos gentios concedeu Deus o arrependimento para a vida” (Actos 11:18).

O sentido disso é, simplesmente, que o arrependimento se opera no homem pelo poder vivificador do Espírito Santo, como já o notamos.

3. A FÉ

Nos textos acima citados percebemos referências à fé salvadora.

3.1 Definição da fé. A fé salvadora é confiança e firmeza no Senhor Jesus Cristo como o Salvador pessoal de alguém e portador de pecados. E, desde que a salvação inclui a santificação tanto como a justificação, a fé salvadora alcança a entrega do ser a Cristo.

3.2 A fé salvadora é distinta da “crença”.

A crença; Isto é mera crença nos factos da revelação como matérias de história, incluindo a crença na existência de Deus e em que houve um homem chamado Jesus que pretendeu ser o Filho de Deus. Pode ver-se prontamente que semelhante crença não tem valor salvador.

Assentimento intelectual; Isto sobe mais um degrau, trazendo aceitação mental das coisas reveladas de Deus e Jesus Cristo. Assim, um que crê na existência de Deus vem a crer n´Ele como sendo um ser segundo a Bíblia O revela ser e um que crê que semelhante pessoa como Jesus viveu, vem a crer que Ele era o Filho de Deus e que Ele morreu como sacrifício pelo pecado. Isto é um passo para a fé salvadora, mas não é ela mesma.

Esta pessoa olha as seguintes passagens como 1 João 4:15 e 5:1. Mas estas passagens devem ser compreendidas à luz de toda a outra Escritura e esta certamente proíbe que a crença referida nessas passagens deveriam ser entendida como sendo mero assentimento intelectual à deidade de Cristo. A fé salvadora não é meramente mental (intelecto), mas do coração (emoções). Vide Rom. 10:9,10. A crença de que se falou nas passagens supra é tal como é produzida no coração por um conhecimento experimental do poder de Cristo.

4. A FÉ COMO UM DOM DE DEUS

Isto está provado pelas passagens já citadas que designam o arrependimento como um dom de Deus; porque, como veremos, o arrependimento e a fé são graças inseparáveis. Cada uma, quando aparece só nas Escrituras, abraça a outra; porque, se isto não fosse verdade, as passagens que mencionam só uma ou outra, ensinavam que alguém possa salvar-se tanto sem arrependimento como sem fé. Isto também está provado por passagens que ensinam que a nossa vinda a Cristo e crença nEle são o resultado da obra do poder de Deus. Vide João 6:37,65; Efe. 1:19,20. Isto está ainda provado pelo fato que a fé é um fruto do Espírito Santo (Gal. 5:22).

4.1 A fé não tem mérito em si mesma; A fé é meramente o canal através do qual a graça justificante e santificante de Deus flui na alma. A Fé não é mais meritória do que o acto de se receber um dom. A Fé não é de modo algum substituto de nossa obediência à Lei, nem ela traz um rebaixamento da Lei de modo que preenchamos as suas exigências. A fé está uma vez referida na Escritura como trabalho (João 6:29), não que seja da Lei, mas somente que o homem esteja activamente engajado no seu exercício. Como um dom de Deus e como a mera tomada de misericórdia imerecida, está expressamente excluída da categoria de obras sobre a base de que o homem pretenda salvação (Rom. 3:28; 4:4,5,16). Não é o acto da alma completa dar senão o acto da alma vazia receber. Conquanto esta recepção seja movida por uma entrada no coração de Deus, pela a acção do Espírito Santo, o amor cônscio e assumido começa: semelhantemente amor é o resultado da fé (Gal. 5:6)? (A. H. Strong, Systematic Theology, pág. 469, 470).

4.2 A fé necessariamente exprime-se em obras; A fé é um princípio dinâmico. Ela ergue o amor e, portanto as obras (Gal. 5:6). A fé que não se expressa em obras é uma fé morta, o que é só uma outra maneira de dizer que é espúria ou irreal (Tia. 2:17).

4.3 Fé é confiança, esperança e expectativa; A diferença aqui é estreita, mas é uma diferença tal como é comum entre vários termos um tanto parecidos. Tanto a fé como a esperança envolvem a ideia de confiança, mas com o uso de preposições diferentes. Confiamos como um acto de fé. Confiamos para a esperança ou expectativa. A Fé é firmeza sobre algo agora presente como conhecido ou crido, Esperança é olhar para diante, para algo no futuro. Cristo é o objecto da fé; ao passo que a salvação, liberdade do pecado, glorificação e céu são os objectos da esperança. A esperança resulta da fé e, portanto, não pode ser fé. Vide Rom. 5:2-6; 15:4-13; Gal. 5:5; Heb. 11:1.

4.4 Cristo, objectivamente revelado à mente e ao coração, é o alicerce da Fé; isto está implicado em toda a Bíblia e está iniludivelmente ensinado em Rom. 10:11-17. Lemos ali que a fé vem pelo ouvir e ali também achamos a pergunta (implicando uma possibilidade): Como crerão naquele de quem não ouviram." A Bíblia nada sabe, absolutamente nada, sobre uma fé secreta, assim chamada, que pode existir à parte do conhecimento de Cristo, tal como alguns ensinam. No Velho Testamento Cristo foi revelado, não somente através de tipos e sombras, mas por meio de profetas, tal como Isaias. E nos é dito plenamente que o Evangelho foi pregado a Abraão e a Israel (Gal. 3:8; Heb. 4:2).

11.12.09

AS TRÊS MENSAGENS ESPECIAIS DO APOCALIPSE

Acreditamos que estamos a viver os últimos dias da história do mundo e que Jesus voltará em breve?

Vivemos os últimos dias e Jesus em breve virá, que mensagens tem Deus nestes últimos dias para os seus filhos que vivem no planeta Terra?

Os cristãos têm uma grande esperança. Os sonhos e realizações concentram-se na breve Volta de Jesus.

O grande sonho da vida de todos os filhos de Deus, é a segunda vinda de Cristo, que virá libertar do pecado e levar os fiéis para o novo lar.

Em Apocalipse 14:6-12, há três mensagens especiais de Deus para os habitantes deste mundo. Mas seriam estas as advertências finais de Deus à terra? Podemos afirmar que sim, pois no mesmo texto em Apocalipse 14:14, a Bíblia descreve a volta de Jesus. João viu em visão “uma nuvem branca e sentado sobre a nuvem, um semelhante ao filho do homem tendo na cabeça uma coroa de ouro, e na mão uma foice afiada”. Este verso descreve Jesus regressando como “Rei dos reis”, “Senhor dos Senhores” e também como “Justo juiz”.

As três mensagens.

O livro de Apocalipse é um livro cheio de símbolos. Os três anjos representam os mensageiros divinos, encarregados de anunciar ao mundo antes do retorno de Cristo. Cristãos sinceros a quem foi dada a ordem de Mateus 28:18-20: “Ide portanto e pregai”.

Nenhum texto na Bíblia afirma que o evangelho seria pregado por anjos. Esta responsabilidade foi dada por Jesus aos discípulos, os seus seguidores.

1- Que mensagem é dada pelo primeiro anjo?

Apocalipse 14:6-7.

Este é um chamado à adoração do verdadeiro Deus e é também o anúncio da hora do juízo.

Esta é uma mensagem que deve ser pregada no mundo inteiro, a todos quantos habitam sobre a terra.

Desde que em 1859 Charles Darwin publicou o livro sobre a Evolução, a crença em Deus como Criador de todas as coisas, tem sido abandonada e o evolucionismo inundou o mundo científico e até mesmo o mundo cristão.

Enquanto o evolucionismo tenta apagar do mundo a ideia de um Deus Criador, o primeiro anjo chama os habitantes do planeta para a adoração do Deus, que criou todas as coisas.

O homem abandonou o Senhor e tornou-se infiel aos Mandamentos. Se os mandamentos tivessem sido objecto do amor, ninguém se teria esquecido de que Deus é o Criador de todas as coisas.

Em Êxodo 20 encontramos a declaração de que Deus criou todas as coisas em seis dias e no sétimo dia descansou.

Se o dia de repouso tivesse sido guardado e observado pelos cristãos desde os dias de Cristo até agora, não teria surgido o ateísmo, e o evolucionismo, mas abandonando os mandamentos de Deus, o homem abandonou o próprio Deus.

O ilustre escritor Crawfor Johnson interpela: “Sem o domingo, nenhuma adoração; sem adoração, nenhuma religião; sem religião, nenhuma moral; sem moral, então, o quê?”

Na sua autobiografia, o político e filósofo Benjamin Franklin relata o seguinte episódio: Carlos I (1600-1649) – rei da Inglaterra e da Escócia – foi um déspota e tirano para os seus súbditos; omitiu-se quando o parlamento ordenou a decapitação do bispo Laud, seu preceptor. Na sua impiedade e, em pleno desafio às leis divinas, num gesto tresloucado, o rei assinou um decreto permitindo que os seus vassalos assistissem a competições desportivas aos domingos, determinando, ainda, nessa proclamação real, que a mesma fosse lida do púlpito em todas as igrejas.

Certo pároco, para assombro e estupefacção dos membros da sua igreja leu pausadamente o édito do rei – procedimento que muitos clérigos tinha recusado seguir. A seguir leu um breve versículo da Bíblia: “Lembra-te do dia do sábado para o santificar.” (Ex. 20:8), e acrescentou com veemência: “Prezados irmãos, acabo de apresentar-vos o mandamento do vosso rei e o mandamento do vosso Deus. Deixo à vossa livre escolha o julgamento de qual deles deve ser obedecido!”

Seremos nós como este homem que colocou a vida em risco para levantar a Palavra de Deus, porém cego de entendimento:

- Cego porque o dia é o Sábado e não o domingo.

- Cego porque a adoração é a dádiva da vida e não uma pequena parte.

- Cegos porque Deus não aceita a fidelidade numa coisa e a infidelidade noutras coisas. Entre as quais o Dízimos, as ofertas, os dons que Ele nos deus.

- Cegos porque Deus nos chamou a ser mordomos dos Seus bens e não donos!

- Cegos porque sabendo como deve ser o estilo de vida cristão mais nos parecemos com os pagãos!

- Cegos porque os de fora vê as nossas incoerências e descrêem no Evangelho Eterno!

A mensagem do primeiro anjo diz que devemos adorar a Deus, obedecer à Sua Lei, ela é a regra do juízo, no qual cada um prestará contas da sua obediência ou desobediência.

2- Mensagem do segundo anjo: Em Apocalipse 14:8 lemos: “caiu, caiu a grande Babilónia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria de sua prostituição”.

Neste verso temos que usar o princípio da interpretação profética, pois, Babilónia, a cidade, já não existia há muitos séculos.

O nome Babilónia aqui, representa o poder apóstata que, em nome de Deus e procura usurpar o poder de Deus, tem, durante séculos ensinado doutrinas aparentemente cristãs - cheias de apostasia, de ensinos pagãos que não tem base bíblica.

A palavra babilónia vem de “Babel” que quer dizer confusão. A mensagem ensinada pelo segundo anjo é que todos os sistemas religiosos falsos, que ensinam heresias – vão cair.

E mais, “o vinho de sua prostituição” refere-se claramente à adulteração da verdadeira religião cristã, a religião de Jesus.

É nosso dever escolher agora, abandonar Babilónia, deixar o erro e unirmo-nos a Deus e ao seu povo remanescente.

3- A mensagem do terceiro anjo: Em Apocalipse 14:9-12 encontramos esta mensagem, cujo resumo é: “Se alguém adorar a besta e a sua imagem, e receber o seu sinal na fronte ou na mão, também este beberá do vinho da ira de Deus...”.

Este é um chamado à obediência e observância do dia do Sábado como dia de repouso, que é o selo de Deus. Esta é a única maneira de permanecermos fiéis a Deus não recebendo assim o selo da besta.

Deus enviou a Verdade personificada ao mundo, Jesus. Enviou a verdadeira Luz que ilumina, mas os homens amaram mais Babilónia com todas as suas trevas e erros espirituais.

Deus declara que no fim do tempo haverá aqui na terra apenas duas classes: Uma – Os que adoram a besta, os que estão em Babilónia, que rejeitam a luz do céu. A outra – Os que seguem e obedecem a Jesus Cristo, guardando os Seus mandamentos. Isto é: o fiel remanescente de Deus.

Estes são definidos assim: “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas que não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona a sua posição, passando para as fileiras do adversário.” Conflitos dos Séculos, p.659

“Os membros da igreja serão individualmente provados. Serão colocados em circunstâncias em que se verão forçados a dar testemunho da verdade. Muitos serão chamados a falar diante de concílios e em tribunais de justiça, talvez separadamente e sozinhos. A experiência que os teria ajudado nesta emergência, não a quiseram obter, e a sua alma encontra oprimida de remorsos pelas oportunidades desperdiçadas e os privilégios que negligenciaram.” Testemunhos Selectos, vol.2, p.164,165.

“Logo o povo de Deus será provado pró provas difíceis, e a grande proporção dos que agora parecem genuínos e verdadeiros, demonstrar-se-á metal vil. Em vez de se fortalecerem e confirmarem com a oposição, as ameaças e abusos, tomarão covardemente o lado dos oponentes.” Testemunhos Selectos, vol. 3.p.31.

O povo de Deus dos últimos dias é descrito em Apocalipse 14:12 como os que tem “a perseverança dos santos, guardam os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus”.

Apocalipse 12:17 declara que Satanás está irado com todos os seguidores de Cristo, que guardam os mandamentos de Deus. O terceiro anjo declara que Deus castigará os que insistirem em permanecer no erro. Por outro lado se permanecermos do lado de Jesus, Ele nos livrará das horas mais difíceis que os filhos de Deus terão que passar.

Quando Cristo regressar daremos as boas vindas a Jesus.

30.11.09

UM MOVIMENTO DENTRO DA IGREJA IMPRESSIONADO PELO ESPÍRITO SANTO

“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera que fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: - Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma. E nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestes brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato...” Apocalipse 3:14-20
Dado que a salvação e a perdição são individuais, a aceitação do testemunho da Testemunha Verdadeira por uma boa parte da igreja militante resultará em reavivamento e reforma, os que o negarem serão joeirados na sacudidura. A Testemunha Fiel apresenta a última Igreja como num estado de apatia. O contrário de fé não é apostasia, mas apatia, e este estado leva ao orgulho do alcançado. Porém, e mesmo assim, Jesus garante a Igreja o Seu amor manifesto em repreensão e conselho: “és infeliz, miserável, pobre, cego e nu.” Que triste situação, mais triste ainda é o tom da correcção!
Conselho: comprar ouro refinado pelo fogo, que é uma fé purificada e colírio para clarear a nossa percepção espiritual, ambas as situações são obra do Espírito Santo em nós e vestes brancas, que reflectem a justiça de Cristo por nós.
Qual é a garantia que a Igreja aceitará o testemunho fiel?
Em Apocalipse 19:7,8 é apresentada a Igreja como vitoriosa e triunfante: “Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os actos de justiça dos santos.”
Ao saber da situação prevista para a Igreja nestes últimos dias, é tempo de tomar a nossa decisão individual de fazer parte dos sinceros, reavivados e reformados nos últimos dias, ou, daqueles que se retirarão da igreja em virtude do testemunho fiel?
Lembremo-nos a salvação e a perdição são individuais, devemos tomar a nossa decisão, ela é pessoal e intransferível: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo, sê, pois, zeloso e arrepende-te”
“A mensagem a Laodicéia aplica-se ao povo de Deus que professa crer na verdade presente. A maior parte são professos mornos, tendo o nome, mas faltando-lhes o zelo...
Aplica-se a esta classe o termo “morno”. Professam amar a verdade, todavia são deficientes no fervor e na consagração cristã. Não ousam desistir inteiramente e correr o risco dos incrédulos, não se acham, no entanto, dispostos a morrer para o próprio eu e seguir exactamente os princípios da sua fé... Não se empenham inteiramente e de coração na obra de Deus, identificando-se com os Seus interesses; mas mantêm-se afastados, e estão prontos a deixar os seus postos quando os interesses mundanos e pessoais o exijam. Carecem da obra interior da graça no coração.” ITS, págs. 476 e 477
“A mensagem de Laodicéia aplica-se aos Adventistas do Sétimo Dia que têm recebido grande luz e não têm andado nela. São os que têm feito uma grande profissão, mas não se têm mantido em passo com o seu Director, os que serão vomitados da Sua boca a menos que se arrependam.” II ME, pág. 66.
“Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os enfermos”, declarou o Senhor. E acrescentou: “Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores.” Marcos 2:17
“Pois todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus”. Rom. 3:10 e 23
Somente os indiferentes não se revêem nas palavras descritas acima, o Espírito Santo é aquele que nos convence do pecado, da justiça e do juízo. Os presunçosos, porque não crêem estar tão mal, ou, porque não têm discernimento da sua própria condição de desespero, estão apegados a apatia do pecado. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, uma vivificação das faculdades do espírito e do coração, um ressurgimento da morte espiritual.
“O que encobre as suas transgressões, nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Prov. 28:13
O Espírito de Profecia tem palavras de ânimo: “As condições para obter misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer de nós actos penosos a fim de que alcancemos o perdão dos pecados. Não precisamos empreender longas e fatigantes peregrinações, nem praticar duras penitências a fim de recomendar a nossa alma ao Deus do Céu ou expiar nossas transgressões. Mas o que confessa os seus pecados e os deixa, alcançará misericórdia. Diz o apóstolo: “Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis.” Tiago 5:16 Confessai vossos pecados a Deus, que é o único que os pode perdoar, e vossas faltas uns aos outros. Se ofenderdes o vosso amigo ou vizinho, deveis reconhecer vossa culpa, e é seu dever perdoar-vos plenamente. Deveis buscar então o perdão de Deus, porque o irmão a quem feristes é propriedade de Deus e, ofendendo-o, pecastes contra seu Criador e Redentor. O caso será levado perante o único mediador verdadeiro, nosso grande Sumo Sacerdote, que “como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado”, e que Se compadece “das nossas fraquezas”, Hebreus 4:15, sendo apto para purificar-nos de toda mancha de iniquidade. Os que não humilharam ainda a alma perante Deus, reconhecendo sua culpa, não cumpriram ainda a primeira condição de aceitabilidade. Se não experimentamos ainda aquele arrependimento do qual não há arrepender-se, e não confessamos os nossos pecados com verdadeira humilhação de alma e contrição de espírito, aborrecendo nossa iniquidade, nunca procuramos verdadeiramente o perdão dos pecados, e se nunca buscamos a paz de Deus, nunca a encontramos... A confissão de pecados quer pública quer privada, deve ser de coração, expressa francamente... e tem sempre carácter específico e faz distinção de pecados... sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais sois culpados. CC págs. 37 e 38
“Justificados, pois mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo... Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Rom. 5:1 e 8:1
Reforma
Conta-se que um besouro estava a tentar subir pela centésima vez uma rampa que ficava cada vez mais alta, porém, todas as vezes que ele atingia certa altura ele caia na base e, ficava de patas para o ar.
O que faria para ajudá-lo e tirá-lo desta situação? Pense um pouco.
Não vale coloca-lo lá no alto, não vale empurralo, o que fazer?
Coloca-lo de patas no chão? Muito bem façamos isto, porém, veja, ele começa a subir novamente e novamente cai. Qual a solução? A solução é colocá-lo de pé, porém, você precisa mudar a direcção, senão ele repetirá o caminho errado novamente, e cairá até ao fim da vida. Entendeu?
Assim, é o que acontece na vida de muitos cristãos. Estão subindo na vida cristã, porém, vivem caindo em pecado, deixam-se levar pela apatia e desejos carnais, consequência, cansam-se e desistem, apostatam de vez, outros, porém, vivem uma vida de perplexidades sem fim, o que fazer?
A mesma coisa que fizemos com o besouro, mudar a direcção para não repetir o mesmo caminho que levou à queda.
“A confissão não será aceitável a Deus sem o sincero arrependimento e reforma. É preciso que haja decisivas mudanças na vida; tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Este será o resultado da genuína tristeza pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer de nossa parte, é-nos apresentada claramente: ‘Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos actos de diante dos Meus olhos; cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é repto, ajudai o oprimido, fazei justiça ao órfão, tratai da causa das viúvas, Isaias 1:16 e 17. ‘Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida, e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá’, Ezequiel 33:15. CC pág. 39
Passos Práticos para a Reforma Pessoal :
1. Reconheça pessoalmente suas falhas de carácter e de seus pecados cometidos.
2. Confesse seus pecados quer publicamente, quando o pecado for contra um grupo de pessoas, e de forma particular directamente a Deus e para com o próximo quando for o caso, seja específico.
3. Mude a direcção da vida, saia do caminho já trilhado que leva para compromissos e atitudes pecaminosas.
4. Seja zeloso na prática das virtudes cristãs.
5. Busque mais fé e devoção pessoais diariamente.
6. Empenhe-se inteiramente e de coração na obra de Deus. Seja activo na igreja.
7. Cuide que os interesses mundanos e pessoais não tomem o primeiro lugar, que é do reino de Deus.
8. Busque uma experiência mais profunda da graça em seu coração.
9. Ande no Espírito, na luz do conhecimento já recebido, um dia de cada vez. Alguém, ainda, poderia perguntar: “Será que o apelo da Testemunha Fiel vai ser atendido pelo povo da igreja”?
Veja por si mesmo: “Em visões da noite passaram perante mim representações de um grande movimento reformatório entre o povo de Deus. Muitos estavam louvando a Deus. Os enfermos eram curados, e outros milagres eram operados. Viu-se um espírito de intercessão tal como se manifestou antes do grande dia de Pentecostes. Viam-se centenas e milhares visitando famílias e abrindo perante elas a Palavra de Deus. Os corações eram convencidos pelo poder do Espírito Santo, e manifestava-se um espírito de genuína conversão. Portas se abriam por toda parte para a proclamação da verdade. O mundo parecia iluminado pela influência celestial. Grandes bênçãos eram recebidas pelo fiel e humilde povo de Deus. Ouvi vozes de acções de graças e louvor, e parecia haver uma reforma como a que testemunhamos em 1844.” III TS pág. 345.
A pergunta deve ser esta: “Farei eu parte desse movimento?”.

26.11.09

ESTUDO SOBRE A VERDADE PRESENTE

O QUE SIGNIFICA A VERDADE PRESENTE?

1- Como é o ser humano santificado?
(João 17:17) - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.

2- A que conhecimento quer Deus que cheguem todos os homens?
(I Timóteo 2:4) - Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

3- Depois de receber o conhecimento da verdade, que deve a pessoa fazer a fim de ser por ela santificada?
(II Tessalonicenses 2:13) - Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, ...por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade.

4- Que é necessário além da mera crença na verdade?
(I Pedro 1:2) - Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.

5- Que efeito tem a obediência à verdade?
(I Pedro 1:22) - Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro.

6- Como deve a verdade ser sempre acariciada?
(Provérbios 23:23) - Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.

7- Reconhece a Bíblia o que pode ser chamado a "presente verdade"?
(II Pedro 1:12) - Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade.
Nota: Tais verdades são aplicáveis a todas as eras, e são portanto verdade presente para toda a geração; outras são de carácter especial, e aplicando-se únicamente a uma geração. Não são, no entanto, de modo nenhum menos importantes por esse motivo; pois da sua aceitação ou rejeição depende para as pessoas dessa época o salvarem-se ou perderem-se. Desta espécie era a mensagem de Noé, de um Dilúvio por vir. Para a geração a quem foi pregada, aquela mensagem era verdade presente; para as gerações posteriores, ela tem sido verdade passada, e não uma mensagem actual. Semelhantemente, houvesse a mensagem do primeiro advento proclamada por João Baptista, de que o Messias estava às portas, sido proclamada uma geração antes ou uma geração depois do tempo de João, e não teria sido aplicável - não teria sido verdade presente. O povo da geração da geração da geração anterior não teria vivido para ver-lhe o cumprimento, e para os que vivessem depois teria sido fora de lugar. Não é assim com as verdades gerais, como o amor, a fé, a esperança, o arrependimento, a obediência, a justiça e a misericórdia. Estas são sempre oportunas, e de carácter salvador. As presentes verdades, no entanto, incluem sempre todas essas, sendo assim de carácter salvador, e de importância vital.
8- Qual foi a mensagem especial para a época de Noé?
(Gênesis 6:13) - Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra. (Gênesis 6:14) - Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume.

9- De que modo mostrou Noé fe nessa mensagem?

(Hebreus 11:7) - Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.

10- Quantos se salvaram na arca
?
(I Pedro 3:20) - Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água.
Nota: Indubitavelmente muitos dos que se perderam no Dilúvio mantinham, normalmente, a fé em Deus; mas a prova quanto à genuinidade da mesma veio com a mensagem especial de Noé; e a diferença entre a a fé que eles tinham e a de Noé e da sua família tornou-se evidente quando eles rejeitaram a salvadora mensagem para aquele tempo - a mensagem de advertencia quanto ao Dilúvio iminente.

11- Que mensagem especial foi dada a Ninive?
(Jonas 3:3,4) - E levantou-se Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra do SENHOR. Ora, Nínive era uma cidade muito grande, de três dias de caminho. E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida.

12- O que salvou o povo da destruição anunciada?
(Jonas 3:5-10) - E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor. ... E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha anunciado lhes faria, e não o fez.
Nota: Assim teria Deus poupado o povo no tempo de Noé, tivessem eles recebido a mensagem e convertido dos seus pecados e maus caminhos.
13- Qual era a missão especial de João Baptista?
(João 1:6,7) - Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.

14- Que resposta deu João quando questionado sobre a sua missão?
(João 1:23) - Disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.

15- Como se referiu o Senhor Jesus aos que rejeitaram a mensagem pregada por João?
(Lucas 7:30) - Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, não tendo sido batizados por ele.

16- O que fazia o povo que foi baptizado por João?
Lucas 7:29) - E todo o povo que O ouviu e os publicanos, tendo sido batizados com o batismo de João, justificaram a Deus.
Nota: Isto é, honraram a Deus por esse acto, que mostrava a fé na verdade de Deus para aquele tempo.

17- O povo escolhido (Israel) de Deus recebeu a Cristo, quando Ele veio ao mundo?
(João 1:11) - Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

18- Que razão apresentaram para O não receber?
(João 9:29) - Nós bem sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos de onde é.
Comentário: Esta era a questão; eles não tinham fé em coisa alguma nova. Sabiam que Deus falara por meio de Moisés: aparentemente exigia pouca fé crer nesta verdade. Sentiam-se perfeitamente seguros que quando viesse O reconheceriam e naturalmente O aceitariam, tudo demonstraria que era O enviado de Deus. Todos o poderiam ver. Mas ali estava Alguém que, embora houvesse vindo em cumprimento das profecias de Moisés e dos Profetas como o tão ansiado Messias, o povo e especialmente os dirigentes raciocionaram que era um risco muito grande aceitá-Lo, e isto porque não compreenderam as profecias tão claramente exaradas nas Escrituras. O aceitar a Cristo exigia fé e eles queriam aceitar por vista, intelectualmente (a fé e a inteligência são duas irmãs que caminham de mãos dadas e por vezes a fé deve prevalecer). Por outro lado, aceitar a Jesus exigia uma mudança dos pontos de vista, uma reforma na maneira de viver. Por tudo isto Cristo veio e foi rejeitado. Acreditavam no Dilúvio, acreditavam nos Profetas; mas no que dizia respeito a esta verdade especial para o seu tempo, recusaram-se em aceitá-la. Tem sido sempre assim ao longo do tempo, assim acontecerá até ao fim.

19- Qual foi o resultado dos Judeus terem recusado Jesus?
(Lucas 19:41,42) - E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela, Dizendo: Ah! se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos.

20- Terá Deus uma mensagem especial para os últimos dias?
(Mateus 24:44,45) - Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis. Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?
Nota: Nos últimos dias uma mensagem será proclamada e será "sustento a seu tempo" para o povo. Ela deve ser a advertencia quanto à próxima vindo do Senhor, e a preparação necessárias para com Ele se encontrar. O facto dessa mensagem não ter sido sempre pregada, não é prova de que o não deva ser agora. No seu discurso de despedida aos pais peregrinos, quando deixaram a Holanda e ir para a América, João Robinson disse: "O Senhor sabe se vos voltarei a ver um dia; mas seja o que for que Ele tenha designado, conjuro-vos diante de Deus e dos Seus benditos anjos a não me seguirdes mais além do que eu haja seguido a Cristo. Se Deus vos revelar qualquer coisa por meio de outro instrumento Seu, sede tão prontos a recebe-la como sempre fostes a receber qualquer verdade por meu ministério; pois tenho muita confiança que que o Senhor tenha mais verdade e luz a fazer irradiar da Sua Palavra."

21- Que diz Cristo do servo que, quando Ele vier for achado a dar "o sustento a seu tempo"?
(Mateus 24:46) - Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim.
Nota: A vinda de Cristo em glória tem sido a esperança dos fiéis de todos os séculos.
Lutero declarou: "Persuado-me de que o dia do juízo não tardará nem trezentos anos. Deus não há de, não pode sofrer por muito mais tempo este mundo ímpio. Aproxima-se o grande dia em que será subvertido o reino da abominação."
Calvino pediu aos cristãos que "não hesitassem, desejando ardentemente o dia da vinda de Cristo, como o mais auspicioso de todos os acontecimentos;" declarou que: "toda a família humanados fiéis há de conservar em vista aquele dia." "Devemos ter fome de Cristo, devemos buscar, contemplar" acrescenta ele, "até a aurora daquele grande dia, quando nosso Senhor há de manifestar a glória do Seu reino."

22- Qual será o tema principal da final mensagem evangélica?
(Apocalipse 14:7-10) - Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão. Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

23- Como são descritos os que aceitam essa mensagem?
(Apocalipse 14:12) - Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

24- Com que zêlo deve esta obra ser levada avante?
(Lucas 14:23) - E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.

Conclusão: Esta obra está a ser cumprida agora. Em toda a parte do Mundo a mensagem presente está a ser pregada. Esta mensagem como vimos em Apocalipse 14:12 apresenta-se com 3 itens: Perseverança, Fé em Jesus e Guarda dos mandamentos de Deus. Este é o povo que à semelhança de João Baptista está a preparar um povo para a vinda de Jesus. Quer tomar a decisão de preparar-se para este evento de esperança? Aceite A VERDADE PRESENTE!