24.5.09

A VERDADE PRESENTE E O TESTEMUNHO

Quando passamos pelo Espírito Santo a ter consciência que somos os possuidores da VERDADE PRESENTE, colocamos (foi o meus caso) a seguinte questão: “Que faço agora?”
O melhor que posso aconselhar, é o seguinte: Colocar-se de joelhos e em oração agradecer este precioso conhecimento da Divindade de Cristo, saber que a Salvação é únicamente pelos méritos de Cristo, Jesus é o nosso Único Intercessor junto ao Trono, a Gloriosa Vinda de Jesus está próxima, a Reformas da Saúde como fazendo parte das Três Mensagens Angélicas e a Santa Lei de Deus. Agradecer a Deus porque estas mensagens estão a ser proclamadas por todo o Mundo no poder do Espírito Santo.
Rogar o Espírito Santo para o usar como um instrumento da Sua preciosa Graça, levando aos que estão sem o conhecimento de Cristo a mensagem, seja através de um folheto, revista, livro. Um testemunho santificado. O que é o Testemunho Santificado?
O Testemunho Santificado, é falar aos outros de quem fui, a minha vida não tinha sentido, era vazia, a ausência da paz de Deus era o meu quinhão. Eu não sabia o valor que tinha aos olhos de Deus, não sabia verdadeiramente amar a minha família nem dava o devido valor às pessoas que me rodeavam. O Testemunho Santificado, é falar do que Cristo Jesus fez por mim. Hoje sou uma nova pessoa, sinto os atractivos do Céu. Tenho prazer em orar e ouvir Deus falar ao meu coração, Cristo encontrou-me e transformou-me como fez com Saulo de Tarso.
O Testemunho Santificado, é a esperança que Jesus vai voltar, Jesus diante do Trono, Jesus a prepar um lugar na Casa do Pai onde vou morar por mil anos e depois voltarei à Casa que foi preparada para os homens viverem, esta Terra Restaurada.

1 – Constacto na minha Igreja um Renovação Espiritual.
Os que têm a responsabilidade de dirigir a Obra de Deus a nível nacional e mundial estão a cerra fileiras nesta batalha da Proclamação da Verdade Presente. Constacto que os pastores despertam com um zêlo que antes eu não me tinha apercebido. Os membros da minha Igreja, estão a ter uma atitude de dependência do Espirito Santo e deixam de ter conversas frívolas.
Infelizmente, constacto também, que muito não se apercebem do sério da hora que estamos a viver:

"Ao vir a sacudidura, pela introdução de falsas teorias, esses leitores superficiais não ancorados em parte alguma, são como a areia movediça. Escorregam para qualquer posição para agradar a tendência de seus sentimentos de amargura." Testemunhos Para Ministros, pág. 112.

Não se deve negar que na história da Igreja Adventista, houve, em diferentes lugares e ocasiões, membros e pastores com mensagens que dividiram os membros da IASD. Todavia, estes eram sempre localizados, não atingindo a igreja como um todo. Dentre eles, citamos como mais relevantes o Dr. Kellogs, com o panteísmo em 1905, e mais recentemente Walter Rea e o seu livro “A Mentira Branca”, atacando Ellen G. White, e o Pr. Desmond Ford, que negava a doutrina do "santuário". Todavia, mesmo este último, que levou alguns pastores para fora das fileiras Adventistas, não atingiu a Igreja como um todo, ele foi como o “anjo que seduziu um terço dos anjos do céu”. Um terço significa que teve um grande impacto ente as fileiras dos fiíes, acabou porém com a máscara caída.

"Perguntei qual o sentido da sacudidura que eu acabava de presenciar e foi-me mostrado que fora causada pelo positivo testemunho motivado pelo conselho da Testemunha fiel, aos laodiceanos. Esse testemunho terá o seu efeito sobre o coração do que o recebe, levando-a a exaltar a norma e declarar a positiva verdade. Alguns não suportarão esse claro testemunho. Opor-se-lhe-ão e isto causará uma sacudidura entre os filhos de Deus. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 60.

Sim, a norma têm sido exaltada pelo povo da Igreja Adventista do Sétimo Dia de todo o mundo, e a oposição não terminou, ao contrário, à medida que nos aproximemos do tempo final Satanás mais enfurecido dominará o coração de alguns – ele é perito nessa arte – com consequências nefastas, mas este é também algo que estamos de sobreaviso:

"Haverá uma sacudidura entre o povo de Deus.... Será o resultado de recusar a verdade apresentada." ME, 2, pág. 113

2 - Haverá "sacudidura" na Igreja Adventista do Sétimo Dia?
"O peneiramento de Deus sacode multidões, como folhas secas.” Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 479.

"Satanás procura diligentemente desviar as almas dos princípios correctos. Multidões que professam pertencer à verdadeira igreja de Deus estão caindo sob os enganos do inimigo. Estão sendo levados a afastar-se da sua lealdade ao bendito e único Potentado." FEC, 489

Em todas as partes do mundo, levantam-se membros da igreja, leigos na sua grande maioria, muitos deles membros da 2ª e 3ª geração, que viveram vidas desordenadas relativamente aos princípios da Bíblia. Agora porém, ou na procura de um protagonismo despropositado, ou numa exaltação de uma espiritualidade que não vivem. Fazem apêlo a que todas as orações sejam de joelhos, apelam para que se abandone a Organizão tal como ela foi inspirada desde os primórdios e pretendem exaltar ministérios independentes.

Uma realidade que se espalha como o joio na ceara de trigo. É preciso que seja assim até ao tempo da Ceifa, só o Senhor conhece os corações. Terá já começado esse Tempo?

3 – Quem dá início à Sacudidura?
João Batista profetizou que Jesus limparia a Sua igreja (eira): "aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo. A Sua pá, Ele tem na mão e limpará completamente a Sua eira; recolherá o Seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível." Mat. 3:11, 12

"O povo de Deus será joeirado assim como é peneirado o trigo, até que toda palha se separe dos puros grãos de cereal." Meditações Maranata, 1977, pág. 50

"Haverá uma sacudidura da peneira. No devido tempo, a palha precisa ser separada do trigo. Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Este é precisamente o tempo em que o genuíno será o mais forte. Carta 46, 1887." Eventos Finais, pág. 173

A palha, como nuvem, será levada pelo vento, mesmo de lugares onde só vemos ricos campos de trigo. Serviço Cristão, pág. 49." Eventos Finais, pág. 180

"Oh, que dia está diante de nós! Que sacudidura haverá entre os que se dizem filhos de Deus! O injusto encontrar-se-á entre o justo. Os que têm grande luz e nela não têm andado, terão trevas correspondentes à luz que desprezaram. Necessitamos atender a lição contida nas palavras de Paulo: "Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado." I Cor. 9:27. O inimigo está trabalhando diligentemente para ver quem poderá acrescentar às fileiras da apostasia; mas o Senhor logo virá, e muito breve cada caso será decidido para a eternidade. Aqueles cujas obras correspondem à luz que graciosamente lhes foi dada, serão contados do lado do Senhor." TM, pág. 163

4 – Estará este processo de joeirar a Igreja a atingir também os pastores e teólogos?

"Segundo o que Deus me mostrou, é preciso haver, entre os pastores, uma sacudidura, a fim de serem eliminados os negligentes, preguiçosos e comodistas, e permanecer um grupo fiel, puro e abnegado, que não busque seu bem-estar pessoal, mas administre fielmente na palavra e na doutrina, dispondo-se a sofrer e suportar todas as coisas por amor de Cristo, e salvar aqueles por quem Ele morreu. Sintam esses servos o "ai" que sobre eles pesa se não pregarem o evangelho, isso será o bastante; mas nem todos o sentem." TS, Vol. 1, pág. 35

"Estamos no tempo da sacudidura, tempo em que cada coisa que pode ser sacudida, sacudir-se-á. O Senhor não desculpará os que conhecem a verdade, se não obedecem a Seus mandamentos por palavra e acção." Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 547 e 548

"Começou a forte sacudidura e continuará, e todos os que não estiverem dispostos a assumir uma posição ousada e tenaz em prol da verdade, e a sacrificar-se por Deus e por Sua causa, serão joeirados. O anjo disse: "Achas que alguém será forçado a fazer sacrifícios? Não, absolutamente. Deverá ser uma oferta voluntária. Será preciso tudo para comprar o campo." Primeiros Escritos, págs. 50, 51

"Haverá uma sacudidura entre o povo de Deus.... Será o resultado de recusar a verdade apresentada." ME, 2, pág. 113

5 - Será a Igreja Adventista do Sétimo Dia rejeitada durante o processo da Sacudidura?
"Uma profunda e completa obra de reforma é necessária na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Não é permitido que o mundo corrompa os princípios do povo de Deus, observador dos mandamentos. Devem os crentes exercer uma influência que dê testemunho do poder dos princípios celestiais. Os que se unem à igreja têm de dar prova de uma mudança de princípios. A menos que isso se faça, a menos que seja cuidadosamente preservada a linha de demarcação entre a igreja e o mundo, o resultado será a assimilação do mundo." Mente, Caráter e Personalidade, Vol. 2, pág. 559

"Durante anos tem sido acalentado um mau espírito, um espírito de orgulho, um desejo de preeminência. Isso agrada a Satanás e desonra a Deus. O Senhor requer uma reforma decisiva ... Renove o seu concerto com Deus, e Deus renovará o Seu concerto com ela. Que anjos e homens vejam que há perdão do pecado com Deus. Extraordinário poder divino precisa apossar-se das igrejas adventistas do sétimo dia. Precisa haver reconversão entre os membros, para que, como testemunhas de Deus, testemunhem do autorizado poder da verdade que santifica a vida. A igreja tem de ser renovada, purificada e santificada, de contrário a ira de Deus incidirá sobre ela com muito mais intensidade do que sobre os que nunca alegaram ser santos. Carta 63, 1903." Exaltai-O, 1992, pág. 302

6 – É na verdade a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a igreja de Deus na terra?
"Os Adventistas do Sétimo Dia foram escolhidos por Deus como um povo peculiar, separado do mundo. Com a grande talhadeira da verdade Ele os cortou da pedreira do mundo, e os ligou a Si. Tornou-os representantes Seus, e os chamou para serem embaixadores Seus na derradeira obra da salvação." Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 140.

"Sou instruída a dizer aos Adventistas do Sétimo Dia em todo o mundo: Deus chamou-nos como um povo para Lhe sermos um tesouro particular. Ele designou que Sua igreja na Terra esteja perfeitamente unida no Espírito e conselho do Senhor dos exércitos até ao fim do tempo." Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 397

Deus chamou-nos como um povo, a organização tal como está em vigor é de origem divina, a opinião pessoal não deve prevalecer contra o que Deus isntituiu.

"O poder humano e a humana força não estabeleceram a Igreja de Deus, nem a podem destruir. Sobre Cristo Jesus, a Rocha dos Séculos, foi a Igreja fundada, "e as portas do inferno não prevalecerão contra ela". Mat. 16:18. A presença de Deus dá estabilidade a Sua causa. "Não confieis em príncipes, nem em filhos dos homens", é a palavra a nós dirigida. " Profetas e Reis, págs. 595, 596

"Lembrai-vos de que o poder humano não estabeleceu a Igreja de Deus, nem pode o humano poder destruí-la. De século a século, o Espírito Santo é a transbordante fonte da vida. ... Há vitória para todos os que lutam legitimamente, em perfeita harmonia com a lei de Deus. Eles triunfarão sobre toda oposição." E Recebereis Poder, 1999, 372

"A Igreja é a fortaleza de Deus, a Sua cidade de refúgio, a qual Ele mantém num mundo revolto. Qualquer traição a seu sagrado depósito é traição Àquele que a comprou com o precioso sangue de Seu Filho unigênito. Através de toda a história do mundo, pessoas fiéis têm constituído a igreja na Terra." Nossa Alta Vocação, pág. 170

"A viva igreja de Deus, é individualmente um lugar onde Deus habita por meio do Espírito, a fim de que possa o homem tornar-se um templo bem construído, para habitação do Santo Espírito de Deus, e possa o Senhor Jesus Cristo habitar em seu ser íntimo, enobrecendo e santificando sua natureza humana por Seus atributos divinos, tornando o homem um templo do Deus, vivo. Manuscrito 193, 1898."

"Os que tiveram oportunidades para ouvir e aceitar a verdade, e se uniram à Igreja Adventista do Sétimo Dia, considerando-se o povo de Deus que guarda os mandamentos, mas não possuem mais vitalidade e consagração a Deus do que as igrejas nominais, serão atingidos pelas pragas de Deus tão verdadeiramente como as igrejas que se opõem a Sua lei." Eventos Finais, pág. 172

A história dos judeus foi escrita para advertência dos Adventistas do Sétimo Dia de hoje, para que não se considerem certos do favor de Deus por pertencerem à Igreja:

"O povo judeu acariciava a idéia de que eram os favoritos do Céu, e seriam sempre exaltados como igreja de Deus. Eram filhos de Abraão, declaravam, e o fundamento de sua prosperidade parecia-lhes tão firme, que desafiavam Terra e Céu para desapossá-los de seus direitos. Por sua conduta infiel, porém, estavam-se preparando para a condenação do Céu e separação de Deus." Parábolas de Jesus, pág. 294

"Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário de Deus...?" "Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado." I Coríntios 3:16, 17

Em sentido especial foram os Adventistas do Sétimo Dia postos no mundo como atalaias e portadores da luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incide maravilhosa luz da Palavra de Deus. Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção. Testemunhos Selectos, vol. 3, pág. 288.

Pelo testemunho acima, vemos que são considerados "Adventistas do Sétimo Dia" por Deus aqueles que proclamam a primeira, segunda e terceira mensagens angélicas.

7 – Torna-se evidente que a Igreja de Deus é composta pelo povo "Adventista do Sétimo Dia", significa que a Igreja não cairá durante o Tempo da Sacudidura como Igreja, mas sim alguns dos seus membros.

"A Igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá. Ela permanece, ao passo que os pecadores de Sião serão lançados fora na sacudidura - a palha separada do trigo precioso. É esse um transe terrível, não obstante importa que tenha lugar." Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 380

8 – Quem receberá o “selo de Deus”?

A condição para que alguém receba o selo de Deus é claramente especificada nos testemunhos:

"Os que vencem o mundo, a carne e o diabo, serão os agraciados que receberão o selo do Deus vivo." Testemunhos Para Ministros, pág. 445

9 – Qual deve ser a nossa principal preocupação neste tempo que antecede a Vinda Gloriosa de Jesus?

"Nesta época, pouco antes da segunda vinda de Cristo nas nuvens do céu, deve ser efectuada uma obra como a de João [Baptista]. Deus chama homens que preparem um povo para permanecer em pé no grande dia do Senhor. ... Para transmitir tal mensagem como a de João precisamos ter uma experiência espiritual como a sua.” Testimonies, vol. 8, págs. 332 e 333. Eventos Finais, pág. 63

“Somos chamados a enfrentar aqueles que, apesar das reprovações e advertências específicas através dos Testemunhos têm seguido um mau caminho. Nós somos exortados por Deus a manter-nos separados e apartados destes homens que não têm dado atenção aos Seus avisos... Porque eles enganam, se possível, os próprios eleitos.” Carta 330, 11 de Novembro, 1906 & Manuscript Releases, vol. 7, 196

10 – Qual será a postura dos crentes verdadeiramente consagrados e dispostos a patilhar o Testemunho Santo?

“A minha atenção foi então dirigida ao grupo que eu vira e estava sendo fortemente sacudido. Foram-me mostrados os que eu antes vira a chorar e a orar com agonia de espírito. A multidão de anjos da guarda ao seu redor fora duplicada, e estavam revestidos de uma armadura da cabeça aos pés. Marchavam em perfeita ordem, semelhantes a um grupo de soldados. O seu rosto expressava o tremendo conflito que tinham travado, a luta angustiosa por que haviam passado. Contudo, o seu rosto, antes assinalado pela severa angústia íntima, resplandecia agora com a luz e glória do Céu. Finalmente tinham alcançado a vitória, e esta suscitava neles a mais profunda gratidão, e santa e piedosa alegria.
Diminuíra o número dos que faziam parte desse grupo. Ao serem sacudidos, alguns tinham sido lançados fora do caminho. Os descuidosos e indiferentes, que não se uniam com os que prezavam suficientemente a vitória e a salvação, para por elas lutar e angustiar-se com perseverança, não as alcançaram e foram deixados atrás, em trevas, e seu lugar foi imediatamente preenchido pelos que aceitavam a verdade e a ela se filiavam....Ouvi os que estavam revestidos da armadura falar sobre a verdade com grande poder. Isto produzia efeito. … Perguntei o que havia operado esta grande mudança Um anjo respondeu: "Foi a chuva serôdia, o refrigério pela presença do Senhor, o alto clamor do terceiro anjo." Primeiros Escritos, pág. 271

11 – Qual será um dos meios mais eficazes para levar o Evangelho Eterno aos que estão em trevas?

Lembre-se da promessa de Jesus: "onde estiverem dois ou mais reunidos em Meu nome, ali Eu estarei". Reúna-se na sua casa com seus irmãos de fé, crentes na verdade presente. Os testemunhos recomendam a formação de pequenos grupos de estudo e trabalho:

"A formação de pequenos grupos como base de esforço cristão, foi-me apresentada por Aquele que não pode errar. Se há na igreja grande número de membros, convém que se organizem em pequenos grupos a fim de trabalhar, não somente pelos membros da própria igreja, mas também pelos incrédulos. Se num lugar houver apenas dois ou três que conheçam a verdade, organizem-se num grupo de obreiros. Mantenham indissolúvel seu laço de união, apegando-se uns aos outros com amor e unidade, animando-se mutuamente para avançar, adquirindo cada qual ânimo e força do auxílio dos outros." Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 84.

"O apóstolo [Paulo] sentia-se responsável em grande medida pelo bem-estar espiritual dos que se convertiam por seus labores. O seu desejo era que crescessem no conhecimento do único verdadeiro Deus, e de Jesus Cristo, a quem Ele enviou. Não raro, no seu ministério, reunia-se ele com pequenos grupos de homens e mulheres que amavam a Jesus, inclinando-se com eles em oração, pedindo a Deus para lhes ensinar como se manterem em íntima comunhão com Ele. Muitas vezes tomava conselho com eles sobre os melhores métodos de dar a outros a luz da verdade evangélica. Muitas vezes, quando separados daqueles por quem assim havia trabalhado, suplicava a Deus para que os guardasse do mal, e os ajudasse a se manterem como missionários ativos e fervorosos." Actos dos Apóstolos, pág. 262

Escolha de líderes para os pequenos grupos:

"Para os pequenos grupos que abraçam a verdade, importa fazer arranjos que garantam a prosperidade da igreja. Poder-se-á nomear uma pessoa para dirigi-lo durante uma semana ou um mês, depois outra por algumas semanas, e assim diversas pessoas poderão sucessivamente ser experimentadas para depois se proceder a uma escolha judiciosa por voto da igreja da que se provar mais apta, para assumir as funções de dirigente; nunca, porém, por mais tempo do que um ano. Poderá então ser eleita outra ou a mesma pessoa poderá ser reeleita, caso o seu serviço se tenha provado uma bênção para a igreja." Testemunhos Seletos, Vol. 2, pág. 262

"Este é o nosso trabalho. Pequenos grupos devem sair para fazer a obra que Cristo indicou aos Seus discípulos. Enquanto trabalham como evangelistas podem eles visitar os doentes, orar com eles e, se necessário, tratar deles, não com medicamentos, mas com os remédios providos pela natureza." Conselhos Sobre Saúde, pág. 501

A igreja viva de Deus estará aguardando, vigiando e trabalhando. Ninguém deve ficar numa posição neutra. Todos devem representar a Cristo num esforço activo e sincero para salvar as almas que perecem. TM, 163

"O olhar de Jesus, estendendo-se através dos séculos, fixou-se no nosso tempo ao dizer Ele: "Ah! se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Luc. 19:42. Ainda é teu dia, ó igreja de Deus, a quem Ele tornou a depositária de Sua lei. Esse dia de confiança e provação está chegando ao fim. O Sol está declinando rapidamente. Dar-se-á o caso de que ele se ponha e que não saibas "o que à tua paz pertence"? Luc. 19:42. Terá de ser proferida a irrevogável sentença: "Mas, agora, isso está encoberto aos teus olhos"? Luc. 19:42. Carta B-58, 1887." Meditações Maranata, o Senhor Vem, pág. 262

Lembremo-nos amados, que o olhar de Jesus, atingiu-nos ao longo dos séculos, fixou-se no nosso tempo, e isto para nos exortar a um Testemunho Pessoal audaz, sincero, autêntico e isto significa: falar de quem eu era sem Jesus, quem eu sou com Jesus e a minha e suave esperança. Este é o povo da Verdade Presente.

Deus nos abençoe em Jesus.

18.5.09

O PAPA AFIRMA QUE A BÍBLIA DEVE SER INTERPRETADA À LUZ DA TRADIÇÃO.

Esta é uma afronta da Igreja Católica às Sagradas Escrituras. Tal como nos tempos passados a Igreja Católica Romana reacende a "fogueira" e coloca a Bíblia sobre os tições da tradição da Igreja, contrasta com as palavras de Jesus ao dizer: "Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de mim". João 5:59.

Esta é uma das VERDADES PRESENTES. Creio que o Senhor Jesus diria claramente ao Papa: "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." Mateus 22:29

Rogo-vos amigos que leiam e façam a vossa reflexão, será que os cristãos sinceros perante tal afronta devem de forma cobarde, calar-se? Não foi assim, com os heróis da fé ao longo dos séculos, homens, mulheres, jovens e crianças que ofereceram em sacrifício a vida para que a luz das Escrituras fluisse no meio das TREVAS.

LEIAM E LEVANTE-SE PELAS SAGRADAS ESCRITURAS PORQUE SÃO ELAS QUE "SANTIFICAM NA VERDADE, A TUA PALAVRA É A VERDADE."

O papa Bento XVI afirmou que os estudiosos católicos não podem interpretar a Bíblia de uma maneira independente, nem de um ponto de vista científico ou individual, prescindido da fé e da doutrina da Igreja. "A interpretação das Sacras Escrituras não pode ser somente um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada nas tradições viventes da Igreja", disse Bento XVI durante um encontro com membros da Pontifícia Comissão Bíblica. Segundo o pontífice, "esta norma é decisiva para manter a correcta e recíproca relação entre a exegese (interpretação de escrituras bíblicas) e o Magistério da Igreja". O papa explicou também que os intérpretes católicos devem estar atentos para perceber a palavra de Deus nos textos bíblicos, sendo que a falta deste "imprescindível ponto de referência faz a procura exegética ficar incompleta, perdendo de vista a sua finalidade principal, correndo o risco de se tornar um mero exercício intelectual". (...)(Estadão)

15.5.09

A VERDADE PRESENTE: OS SETE SELOS

OS SETE SELOS

1- O que viu João, na mão do que estava sentado à direita no Trono?
Apocalipse 5:1 – E VI na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos.
2- O que fez o Cordeiro com o Livro?
Apocalipse 5:7 – E veio, e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono.
3- Porque razão foi Cristo declarado digno de abrir os selos?
Apocalipse 5:9 – E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação.
4- O que surgiu com abertura do primeiro selo?
Apocalipse 6:1,2 – E, HAVENDO o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.
Nota: O número sete nas Escrituras revela cumprimento ou perfeição. Os sete selos compreendem toda uma série de acontecimentos que têm lugar na História da Igreja, desde o começo da era Cristã até à segunda Vinda de Cristo. O cavalo branco, com o cavaleiro que sai vitorioso, apropriadamente representa a primeira Igreja Cristã na sua pureza, indo a todo o mundo com a mensagem evangélica da salvação.
5- O que acontece na abertura do segundo selo?
Apocalipse 6:3,4 – E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
Nota: Como a brancura do primeiro cavalo revelava a pureza do Evangelho que o seu cavaleiro anunciava, assim a cor do segundo animal deve mostrar que a corrupção se deveria manifestar no tempo a que este símbolo se aplica. É verdade que tal estado de coisas sucedeu à Igreja Apostólica. Referindo-se ao segundo século, Wharey na importante obra História da Igreja, p. 39 diz: “O Cristianismo começou então a vestir-se das roupas do paganismo. As sementes de muitos erros que posteriormente invadiram a Igreja tão completamente, macularam-lhe a beleza, desvaneceram-lhe a glória, tomavam já raízes.” O mundanismo entrava. A Igreja procurava a aliança do poder secular, e dificuldades e perturbações foram o resultado. Este período estendeu-se desde o final do primeiro século ao período de Constantino, quando se efectuou completa união entre a Igreja e o Estado.
6- Como é apresentada a cor do terceiro selo?
Apocalipse 6:5 – E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão.
Nota: O cavalo preto representa muito bem a escuridão espiritual que caracterizou a Igreja do tempo de Constantino até ao estabelecimento da supremacia papal, em 538 da era Cristã (e.C.). Da condição que imperou no quarto século, Wharey (História da Igreja, p. 54) diz: “O cristianismo tornara-se popular, e uma larga proporção, talvez a grande maioria, dos que o aceitavam, apenas lhe tomavam o nome, recebiam o rito do baptismo, conformavam-se com algumas cerimónias externas da Igreja, enquanto o coração e no carácter moral eram tão pagãos como antes. Como um dilúvio, o erro e a corrupção invadiram a Igreja.”
7- Como surge o simbolismo da cor do quanto animal?
Apocalipse 6:7,8 – E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.
Nota: Esta cor não é natural num cavalo. O original dá o sentido da cor pálida ou amarela que se vê nas flores crestadas. O símbolo evidentemente refere-se à obra de perseguição e morte efectuada pela Igreja Romana contra o povo de Deus do tempo decorrido entre o início da supremacia papal, em 538 e.C., e o tempo em que os Reformadores começaram a expor com ousadia o verdadeiro carácter do papado, sendo detida a obra de destruição.
8- Ao abrir-se o quinto selo, que foi visto sob o altar?
Apocalipse 6:9 – E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.
Nota: Quando os Reformadores expuseram a obra do papado, foi então trazido à memória o grande número de mártires que tinham sido mortos pela fé.
9- Que se diz estarem a fazer os mártires?
Apocalipse 6:10 – E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?
Nota: O cruel tratamento que tinham recebido clamava por vingança, assim como o sangue de Abel clama a Deus desde a terra. Génesis 4:10. Não estavam no Céu, mas debaixo do altar onde tinham sido mortos. Sobres este pondo diz o Dr. Adão Clarke: “O altar está na Terra, não no Céu.” (veremos mais referências deste autor).
10- O que foi dado a estes mártires?
Apocalipse 6:11 – E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.
Nota: Estes tinham sido mortos durante os séculos compreendidos no selo anterior: Os seus perseguidores, a maior parte, tinham morrido. E se tinham recebido castigo ao morrer, como alguns supõem, porque se incomodariam os mártires para que fossem punidos? Nesta, como noutra parte da Bíblia, é usada a figura da personificação, em que objectos inanimados são, como se fossem. (ver Juízes 9:8-15; Hebreus 2:11; Romanos 4:17). Estes mártires tinham sucumbido como hereges debaixo da escuridão e superstição do selo anterior, cobertos de ignomínia e vergonha. Agora, à luz da Reforma, o seu verdadeiro carácter aparece, e são vistos como justos, e dai lhes serem dadas ´vestes brancas´, ´O linho fino são as justiças dos santos.´Apocalipse 19:8. Justiça lhe foi imputada; e após terem repousado por mais um pouco – debaixo do altar – até que outros que deveriam perecer por causa da fé, os seguissem, juntos então haverão de despertar para a vida e a imortalidade.
11- O que é visto em primeiro lugar, ao ser aberto o sexto selo?
Apocalipse 6:12 – E, havendo aberto o sexto selo, olhei, e eis que houve um grande tremor de terra.
Nota: Este acontecimento teve lugar sem dúvida no grande Terramoto do dia 1 de Novembro de 1755, geralmente conhecido como o Terramoto de Lisboa, cujos os efeitos foram sentidos numa área de 8.000.000 quilómetros quadrados. Lisboa (Portugal), cidade que contava 150.000 habitantes, foi em grande parte destruída. O abalo do terramoto, diz o Sears, na sua obra Maravilhas do Mundo o seguinte: “…foi seguido imediatamente da queda de toda as igrejas e conventos, de quase todos os edifícios públicos, e a quarta parte das casas. Cerca de duas horas depois o fogo irrompeu em diferentes lados, e grassou com tal violência durante três dias que a cidade foi completamente desolada. O terramoto ocorreu num dia santo, quando as igrejas e conventos estavam repletos, sendo poucas as pessoas que escaparam. … O terror do povo não pode ser descrito. Ninguém chorava: era além das lágrimas. Corriam todos de cá para lá delirando de terror e pasmo, batendo na face e no peito, gritando: Misericórdia! É o fim do mundo! Mães esqueciam os filhos, e corriam à roda carregando crucifixos. Infelizmente, muitos corriam às igrejas em busca de protecção; mas em vão foi ministrado o sacramento; em vão as pobres criaturas abraçavam os altares; imagens, sacerdotes e o povo foram soterrados na ruína comum. …Noventa mil pessoas presume-se terem sucumbido naquele dia fatal.” p. 200
12- O que seguir-se ao grande terramoto?
(Apocalipse 6:12) – …e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua tornou-se como sangue (última parte).
Nota: Refere-se ao dia escuro de 19 de Maio de 1780, quando a escuridão foi tal que deu a impressão geral de que o dia do julgamento estava próximo.
(Gráfico. Os sete selos)
13- Que outro evento é mencionado sob este selo?
Apocalipse 6:13 – E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte.
Nota: Cumpriu-se na admirável chuva de meteoros de 13 de Novembro de 1833. Ao escrever o que presenciou nas proximidades das quedas do Niágara, diz o escritor: “Nenhum espectáculo tão terrível, grande s sublime jamais foi visto pelo homem, como aquele do firmamento descendo em torrentes de fogo sobre a escura e rugidora catarata.” Our First Century, p. 330; também a Enciclopédia Americana, edição de 1881, artigo “Meteor”. (ver outros artigos sobre o assunto).
14- Que outro evento é mencionado?
Apocalipse 6:14 – E o céu retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
Este acontecimento, está ainda no futuro, e ocorrerá juntamente com a Segunda Vinda de Cristo. Estamos agora entre os dois eventos – o último dois sinais nos céus; o enrolar-se o céu e a remoção do seu lugar de tudo o que é terreno. Os grandes sinais aqui mencionados, que assinalam a proximidade da segunda Vinda de Cristo e a subversão das coisas terrenas, estão todos no passado, e o mundo aguarda o soar da última trombeta como a cena final do drama terrestre.
15- Como atingirá o mundo o último grande acontecimento?
Apocalipse 6:15 a 17 – E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas. E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro. Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?
16- Depois da obra do selamento, descrita em Apocalipse 7, que ocorre sob o sexto selo, e como é apresentado o sétimo selo?
Apocalipse 8:1 – E, HAVENDO aberto o sétimo selo, fez-se silêncio no céu quase por meia hora.
Conclusão: O sexto selo apresenta os eventos relacionados com a Segunda Vinda de Cristo. O sétimo selo, muito naturalmente, portanto, deve referir-se a esse evento, ou a algum resultado consequente. Quando Cristo vier, todos os santos anjos O acompanharão (Mateus 25:31); segue-se necessariamente o silêncio no Céu durante o período em que Cristo com os seus anjos vem ressuscitar e tornar incorruptíveis os fiéis de todas as épocas e tornar incorruptíveis os fiéis vivos. Meia hora de tempo profético deverão ser sete dias. Os sete selos, portanto, levam-nos até à Segunda Vinda de Cristo.

O CORAÇÃO DA VERDADE PRESENTE


Para onde Foi e Onde Está Hoje Nosso Senhor Jesus Cristo?

Querido amigo, vamos fazer uma pequena viagem, com muita oração, seguindo os passos de Jesus, desde a cruz, para ver para onde Ele foi desde então, e onde está hoje, bem como o que está fazendo:
1 - Após a cruz, Jesus apareceu a Maria, subiu ao céu e depois voltou para estar com os discípulos:
"Recomendou-lhe Jesus: Não Me detenhas; porque ainda não subi para Meu Pai, mas vai ter com Meus irmãos e dize-lhes: Subo para Meu Pai e vosso Pai, para Meu Deus e vosso Deus." João 20:17

"Ao cair da tarde daquele dia, trancadas as portas onde estavam os discípulos...veio Jesus, pôs-Se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor" João 20:20


2 - Jesus ficou então quarenta dias com Eles, e então ascendeu novamente ao céu:
"Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas. A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. ...
Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos." Actos 1:1-3, 9

3 - No dia de Pentecostes, 50 dias após sua ressurreição, foi ungido como sacerdote, recebendo a promessa do Espírito Santo e derramando-a sobre os discípulos:
Sabemos que o óleo representa o Espírito Santo, e Deus afirma que ungiu a Jesus como Sumo Sacerdote, assim como os Sumo Sacerdotes segundo o cerimonial levítico eram ungidos para começarem a oficiar como tais (Lev. 8:12):

"Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o Teu Deus, Te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos Teus companheiros" Hebreus 1:9

"Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som...e apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas...
Então se levantou Pedro,...e erguendo a voz, advertiu-os nestes termos...
A este Jesus, Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. Exaltado pois, a destra de Deus, tendo recebido a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis" Actos 2:1-3, 14, 32, 33

"Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte...embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus Sumo Sacerdote segundo a ordem de Melquisede que" Hebreus 5:7-9

4 - Jesus começou então a ministrar no santuário celestial em favor dos homens:
"Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal Sumo Sacerdote que se assentou à destra da Majestade nos céus, como ministro do Santuário que o Senhor erigiu, não o homem." Hebreus 8:1, 2

5 - Este santuário no céu era o original, do qual Deus solicitou a Moisés que fizesse uma cópia na terra:
"foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz Ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte." Hebreus 8:5

6 - A cópia, que corresponde portanto ao original, tinha a seguinte estrutura e disposição:
"Com efeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeeiro, e a mesa, e a exposição dos pães, se chama o Santo Lugar; depois do segundo véu se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos santos, tem um altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, o bordão de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança; e sobre ela, os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório." Hebreus 5:1-5

- No lugar santo, ficavam, o candeeiro, a mesa e o altar de incenso:

"Porás o altar defronte do véu que está diante da arca do Testemunho, diante do propiciatório que está sobre o Testemunho, onde Me avistarei contigo. Arão queimará sobre ele o incenso aromático; cada manhã, quando preparar as lâmpadas, o queimará." Ex. 30:6, 7

"Pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu, e acendeu sobre ele o incenso aromático, segundo ordenara Moisés" Ex. 40:26, 27

7 - O profeta João viu Jesus defronte aos candeeiros celestiais, que eram representados pelo candeeiro do santuário que Moisés fizera, após ver o modelo celestial, e estavam localizados no lugar denominado "Santo" (Heb. 9:2). Quando o profeta viu a Jesus, Ele estavam então no compartimento "Santo" do santuário celestial:

"Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a Filho de Homem, com veste talares e cingido, a altura do peito, com uma cinta de ouro" Apoc. 1:13 (Obs.: Jesus é chamado de o Filho do Homem dezenas de vezes no livro de Mateus. Como exemplo, citamos; Mateus 13:38, 41)

8 - Estando Jesus, no Santo, dá a revelação para João das sete igrejas - sete períodos proféticos que se estendem até o fim do tempo:
"Ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: ...Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas...Ao anjo da igreja de Éfeso escreve...Ao anjo da igreja em Esmirna escreve...Ao anjo da igreja em Laodicéia, escreve..." Apoc. 1:17, 19; 2:1, 8; 3:14

9 - Após avançar no tempo pelo período das sete igrejas, Jesus, com voz de trombeta (Ap. 1:10, 12, 13), convida a João a subir para outro compartimento, pois vão passar por uma porta, e ver o que ocorrerá no tempo do fim:
"Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas." Apoc. 4:1

10 - João relata que ao seguir a ordem de Jesus, portanto, avançar, encontra, no outro compartimento da santuário, o trono de Deus, onde ele vê a glória do Pai, que está assentado:
"Imediatamente, eu me achei em espírito, e eis armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado; e esse que se acha assentado é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe e de sardónio, e, ao redor do trono, há um arco íris semelhante, no aspecto, a esmeralda." Apoc. 4:3

O santuário só possui dois compartimentos. Jesus, quando estava ao lado dos sete candeeiros, portanto no santo, deu a João a visão das sete igrejas. Depois convidou-o para avançar para outro compartimento, onde estava o trono de Deus. O santuário, como vimos, possui apenas dois compartimentos, "Santo" e "Santíssimo". Uma vez que Jesus já estava no compartimento Santo quando deu a mensagem das sete igrejas, só pode ter se dirigido ao Santíssimo quando convida João a passar pela porta e avançar. A prova de que foi para o compartimento "Santíssimo" que eles avançaram se dá pelo fato de que neste compartimento eles encontram o trono de Deus.

11 - Chegando ao compartimento "Santíssimo" do santuário celestial, João vê não apenas Deus, o Pai, assentado em seu trono; vê também mais 24 tronos, nos quais estão assentados 24 anciãos:
"Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e, assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro" Apoc. 4:4

João, nesta mesma visão, vê também que há um livro na mão de Deus escrito por fora e por dentro, mas selado com sete selos:
"Vi, na mão direita d´Aquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos" Apoc. 5:1

Que livro é este que estava selado? A Bíblia claramente revela ser o livro de Daniel:
"Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão e o saber se multiplicará" Daniel 12:4

João, em Apoc. 5:1, vê que o livro de Daniel, que havia sido selado, aparece na mão do Pai. Está escrito por dentro o por fora, o que mostra que partes do livro poderiam ser entendidas (as que estavam escritas por fora). O próprio profeta Daniel entendeu várias partes de seu livro (Dan 2:27-45; 4:19, 24-27; 5:17, 26-31). Mas houve partes que ele não entendeu, pois estavam seladas, se referiam a dias mui distantes (Dan. 8:26, 27; 10:14; 12:4, 8, 9), ao tempo do fim. As partes seladas somente poderiam ser entendidas no tempo do fim. Mas, em visão, João está neste tempo do fim, tanto que vê alguém como Cordeiro (Jesus), chegando-se ao lado do trono do Pai (no santíssimo), para abrir o livro:
"Vi também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos? Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem mesmo olhar para ele; e eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele. Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e seus selos. Então, vi, no meio do trono e dos quatros seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto.... Veio, pois, e tomou o livro da mão direita dAquele que estava sentado no trono... Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos...” Apoc. 5:2-7; 6:1

“quando tomou o livro, ...os vinte e quatro anciãos se prostraram-se diante do Cordeiro” Apoc. 5:8

O Apocalipse narra o momento a partir do qual irá ser revelada a parte selada do livro de Daniel. Mostra um encontro do Filho do Homem (Jesus), o Cordeiro, com o Pai, que se encontra assentado no trono, no momento em que os 24 anciãos também encontram-se assentados. Esta passagem bíblica é paralela com a narração do livro de Daniel, que está sendo revelado aqui. Vejamos:
“Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; Sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o Seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente. Um rio manava e saía de diante dele...assentou-se o tribunal e se abriram os livros...
Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e O fizeram chegar até Ele.” Dan. 7:9, 10, 13

Como vimos, João vê o trono do Pai os 24 tronos e os anciãos assentados quando Jesus o convida a passar do compartimento “Santo” para o “Santíssimo”. Jesus já lhe tinha revelado as mensagens para as sete igrejas (sete períodos do povo de Deus até o tempo do fim), e agora convida João a ver o que acontecerá “depois destas coisas” (Apoc. 4:1), portanto, no tempo do fim. João então vê e Pai e os 24 anciãos assentados em tronos. Claramente, a visão de João é a mesma do profeta Daniel, que viu que “foram postos uns tronos” (Dan. 7:9), e o Pai, com o tribunal (os 24 anciãos de Apocalipse) se “assentou”, e se “abriram os livros” (Dan. 7:10).

João relata outra visão desta cena onde os livros foram abertos no lugar Santíssimo, onde está o trono do Pai, na qual Ele é visto assentado em Seu trono, no capítulo 20:
“Vi um grande trono branco e Aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros” Apoc. 20:12

Note como o relato de Daniel coincide com este de Apocalipse:

Daniel 7:10: “abriram-se os livros”
Apoc. 20:12: “se abriram livros”

Refere-se ao mesmo juízo, realizado no tempo do fim, quando Jesus está no compartimento Santíssimo do santuário celestial, como vimos (Apoc. 4:1, 2). Que este juízo se dá no céu é evidente, pois se processa diante do trono de Deus, e este sabemos que está no compartimento Santíssimo do santuário celestial (Apoc. 4:1, 2, 4). E que este juízo do tempo do fim se processa antes da vinda de Jesus à terra é claro pela revelação de Daniel, que mostra que somente após o tribunal estar assentado para juízo e o Filho de Homem vir até o Pai, que o reino é entregue aos santos (Dan. 7:13, 14)

Continuamos a ler o relato do juízo, no qual os livros são investigados neste tempo:
“...Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.” Apoc. 20:12

Paulo afirma que neste juízo, além dos mortos que João viu serem julgados, os vivos também serão julgados:
“Conjuro-te diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, pela Sua vinda e pelo seu reino” II Timóteo 4:1

Deus julgará a todos, por meio de Jesus: “e deu-Lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem.“ João 5:27. Lembre-se que Daniel, na cena do juízo do capítulo 7 (verso 12) viu um semelhante a Filho do Homem chegando-se até o Pai. O profeta vê Ele chegando-se ao Pai para efectuar o julgamento, segundo a autoridade que recebeu.

Jesus efectua o juízo de investigação dos livros, mas julga segundo a vontade do Pai:
“o Meu juízo é justo, porque não procuro a Minha vontade, mas a vontade d´Aquele que Me enviou.”João 5:30

11.1 – São as acções dos homens registadas em livros, para que necessitem ser investigados em um juízo?
“o Senhor atentava e ouvia, havia um memorial escrito diante d´Ele para os que temem ao Senhor e para os que se lembram do Seu nome.” Mal. 3:16

“Por isso, Deus meu, lembra-te de mim e não apagues as beneficências que eu fiz à casa de meu Deus e para o Seu serviço.” Neemias 13:14


12 – Quem julgará e quem será julgado neste juízo?
“Quanto a vós, ó ovelhas Minhas, assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu julgarei entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes.” Ezequiel 34:17

“E outra vez: O Senhor julgará o Seu povo.” Hebreus 10:30

Jesus continua assentado diante do trono do Pai, sobre as águas do rio que saem do Seu trono (Salmo 46:4) efectuando o juízo investigativo dos livros (Dan. 12:7). Quando terminar, se levantará, e haverá um grande tempo de angústia final, durante as sete pragas. Mas neste tempo, ao final das 7 pragas, será salvo o povo de Deus, todo o que, ao final do juízo investigativo, “se achar inscrito no livro”:
“Naquele tempo se levantará Miguel, o grande Príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro” Dan 12:1.

Os casos considerados neste juízo são apenas os do povo de Deus, pois os ímpios, juntamente com os anjos caídos serão julgados pelos próprios santos, junto com Jesus:
“Ou não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo há de ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?” II Coríntios 6:2

“Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?” I Coríntios 6:3

“Então vi uns tronos; e aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na fronte nem nas mãos; e reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.” Apocalipse 20:4

Obs.: A prova de que o texto acima se refere a um juízo no qual se assentam santos que ainda vão estar no céu, após a vinda de Jesus e não que já estivessem lá desde agora, se dá pelo fato de que eles são mencionados como tendo vencido a besta e a sua imagem, e sabemos que a adoração da besta (observância do domingo católico) e da sua imagem nem ainda foi imposta – portanto, não há ainda hoje, santos vencedores da besta e da sua imagem.

13 – Qual é a regra, ou o padrão deste juízo?
“Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus” Romanos 3:19

Todo aquele que for julgado indigno, terá seu nome riscado do livro da vida:
“Acrescenta iniquidade à iniquidade deles, e não encontrem eles absolvição na tua justiça. Sejam riscados do livro da vida, e não sejam inscritos com os justos.” Salmos 69:27, 28

14 – Qual é a mensagem que Deus ordena o povo do tempo do fim pregar?

“Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do Seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Apocalipse 14:7

15 – Desde quando esta mensagem vem sendo pregada?
Desde 1844, pelos adventistas do sétimo dia, dizendo que o juízo investigativo dos livros de registo do povo professo de Deus já se iniciou. Já chegou, “é chegada” a hora do Seu juízo. Que Deus tenha misericórdia de nós.

Observação final:
O livro de Apocalipse, no capítulo 5, está narrando o momento em que Jesus toma do Pai as partes do livro de Daniel que estavam encobertas, para revelar ao Seu povo. E ao abrir o livro aos seus servos, no tempo do fim, começam a se desenrolar os eventos descritos nos sete selos. Não é o tema no momento, mas poderíamos demonstrar com facilidade o cumprimento dos selos do Apocalipse na história do povo de Deus (adventista do sétimo dia), da forma como segue:

Primeiro selo: 1844 (quando o povo de Deus compreendeu as 2300 tardes e manhãs e a luz sobre o santuário)
Segundo selo: 1888 (rejeição da mensagem da Justiça de Cristo em Mineápolis)
Terceiro selo: 1931 (adopção da idolatria na denominação IASD, através do Yearbook)
Quarto selo: 1980 (oficialização da apostasia na Conferência de Dallas – 1980, inclusão oficial da trindade nas crenças fundamentais da igreja e perseguição de opositores)
Quinto selo: ? A partir da lei dominical, até início do juízo dos vivos
Sexto selo: Juízo dos vivos dos 144.000
Sétimo selo: Período de aliança de Deus com Seu povo
Sexto selosegunda parte: Segunda Vinda de Cristo
Tome a decisão de aceitar esta doutrina, é seguramente o centro da Bíblia. Aceitá-la é postar-se na atitude de Noé, ser instrumento de Deus para proclamar no nosso tempo uma mensagem fundamental. Mensagem de preparação antes que a Vinda de Jesus venha! Aceite-a agora, aceite-a em nome de Jesus!

13.5.09

PAPA RECEBE CRÍTICA EM ISRAEL

12/05/09 - 21h08 - Actualizado em 12/05/09 - 22h25
Papa recebe críticas por discurso em Israel
O discurso do Papa sobre o Holocausto foi considerado frustrante pelos ortodoxos, que esperavam uma desculpa pelas atrocidades nazistas. Assessor afirmou que Bento XVI nunca foi hitlerista.

19.4.09

TOME UMA DECISÃO

Uma das coisas que me deixam mais intrigados hoje é a importância que se dá à NÃO guarda do sétimo dia. Quanto aos outros nove mandamentos, inclusive ao segundo, que foi tirado no catecismo Católico, não há nenhuma polémica ou discussão. Teria Deus mantido em vigor os nove, enquanto o quarto mandamento, deu menor importância, deixando por conta do fabuloso intelecto humano a decisão de mantê-lo ou não?

Duvido!

Deus não age assim. Ele é sábio e irrepreensível. Deus não muda de opinião. Deus não faz nada para se arrepender depois; Porque, desde o princípio, conhece o fim de todas as coisas.
O Sábado não salva, isto nós já sabemos, mas o Sábado faz parte da transformação do Cristão.
Jesus disse:“Se me amais, guardareis os meus mandamentos” João 14:15

Ele não fala em salvação, em perdão, ou em remissão. Ele apenas fala que, se nós Lhe entregarmos o nosso coração, e O amarmos, com certeza guardaremos os seu preceitos, e procuraremos viver dentro deles. Ora, nestes preceitos está incluído também o Sábado, junto com o de não matar, de não adulterar, e os sete outros mandamentos.

Espero que estes estudos que lhe proponho o/a ajudade a conhecer mais sobre uma das verdades exaradas na Bíblia. Se você é um sincero Filho de Deus, que tem como objectivo de vida fazer a Sua vontade, tenho a certeza de que, daqui para a frente, o Sábado será uma benção na sua semana e na sua família.

Deus quer que você seja feliz, tanto física como espiritualmente. Por isso, abra o seu coração e viva essa alegria.

Se Deus nos permitir, nos encontraremos um dia no céu e, juntos, adoraremos ao nosso Criador.
De um Sábado a outro, que Deus o/a abençoe.
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos”Palavra de Jesus em João 14.1

COMO GUARDAR O SÁBADO

Se deseja se fiel a Deus e observar o dia que Ele abençoou e santificou o Sábado, provavelmente deve estar a perguntar-se:

Como vou guardar este dia?

A resposta está na própria Bíblia, veja estes versos:
"E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia, de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o Santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera. "Gén. 2:2,3
Deus tinha completado a obra da criação no sexto dia. Tudo estava feito, os animais, as plantas, o homem e tudo mais. A santa Palavra diz então que Deus descansou no sétimo dia de toda a obra que havia feito.

Eu pergunto: Será que Deus se cansa? Será que precisava de um dia inteiro para recuperar as sua energia? Precisava de férias?
É lógico que não.

Deus somente quis nos dar um exemplo de como deveria funcionar nossas semanas. Como deveríamos agir para descansarmos dos 6 dias de trabalho.Não esqueça: “O Sábado foi feito por causado homem. Não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Deus quis mostrar ao homem que depois de seis dias trabalhando, correndo de lá prá cá, ele deveria tirar um tempo para descansar. Deve “separar um dia para o repouso e recuperação de sua energias. O Sábado é o dia da semana no qual devemos deixar de lado todos os nossos problemas, nossas dívidas, nossas preocupações e utilizar este dia para descanso da mente e do corpo.

A Bíblia diz que Deus abençoou o Sábado. Diz também que Ele santificou este dia. Ora, santificar quer dizer separar, deixar de lado. Deus tornou o Sábado um dia de e descanso.“Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Deus nos manda lembrar de santificar o Sábado (separar). E aconselha a que ninguém trabalhe neste dia. Nem você, nem seu cônjuge, nem seus filhos ou empregados. Deus pede que este seja um dia especial para a família em geral e explica porque: Ele quer que nós nos lembremos sempre que somos criaturas Suas e que é Seu poder que nos mantém vivos. Ele sabia que o homem ficaria correndo de um lado para o outro preocupado com suas próprias coisas, e que teríamos muito pouco tempo para meditar sobre Ele e suas obra. Por isto Ele estabeleceu este dia. Para que parássemos.

Lembre-se que quando Deus fala em parar de trabalhar, Ele está falando não só do pai com seu trabalho diário, mais também da mãe com sua correria doméstica, dos filhos com seus estudos e de nosso empregados e funcionários que nos ajudam nas labutas do dia a dia. Todos devem parar e devem fazer deste dia um dia especial.

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Is. 58:13-14

Aqui a forma de guardar o Sábado é melhor explicada. Como posso parar de profanar Sábado?
Não falando as minhas próprias palavras. Não tendo conversas vãs neste dia.

Não andando nos meus próprios caminhos. Não fazendo as coisas que são do meu interesse.

Devo dedicar-me as actividades que beneficiem os outros. Levar a palavra de Deus a outras pessoas. Visitar um pessoas doente ou necessitada. Fazer acções que beneficiem a outros.

Ali nós vimos como todo mandamento se baseia em princípios e o Sábado tem o mesmo principio do dízimo. Se você entendeu este principio, é fácil guardar o Sábado.Devemos guardar o Sábado tendo em nossa mente que este dia, como o dízimo , não nos pertence. Ele não é nosso. É um tempo reservado e santificado por Deus. Devemos neste dia se abster de fazer qualquer coisa que poderíamos fazer em outros dias, outras horas. Devemos devolver estas horas para o Senhor em forma de agradecimento pela semana toda e oferecer a Ele e ao nosso próximo nossa atenção e serviços, sempre tendo em mente honrar ao criador.

Existem regras para guardar o Sábado?Não existem regras para guardar o Sábado. Se fizermos isto estaremos correndo o risco de agirmos como os fariseus no tempo de Jesus que tornaram o Sábado um fardo. Porém, como seguidores da Bíblia, nós procuramos guardar o Sábado da mesma forma como ele era guardado na antiguidade,especialmente guarda-lo como Jesus guardou.

Como Adventistas do Sétimo dia, nós desenvolvemos certos costumes, não regras para a guarda do Sábado. Isto nos tem ajudado a melhor dedicar este dia.Veja algumas delas:“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12:12
Jesus fazia o bem ao Sábado e isto devemos fazer também. Não só no Sábado, mais “especialmente” no Sábado. Faça visitas aos doentes e aos necessitados. Torne o seu Sábado um dia especial de ajuda aos outros.

“...De uma tarde a outra celebrareis o vosso Sábado.” Lev. 23:32
A convenção que o dia muda a meia-noite é recente. Até pouco tempo atrás, como a Bíblia ensina, o dia começava com a noite e terminava com o pôr do sol. Vinte e quatro horas exactas, independente dos horário de verão e outras invenções humanas. Portanto, nós que acreditamos no Sábado temos o costume bíblico de começar o dia no pôr do sol de Sexta feira e termina-lo no pôr do sol de Sábado.

Fazendo isto, temos também uma vantagem extra. Quando o Sábado se inicia e se encerra estamos acordado e preparados para recebe-lo. É muito comum fazermos um culto doméstico com nossa família, cantando hinos, citando passagens bíblicas e orando pedindo que Deus abençoe este dia. Se o Sábado começar a meia-noite, provavelmente estaríamos a dormir e não haveria como recebe-lo adequadamente. Outra vantagem é que, independente do lugar em que se esteja, com relógio ou não, sabemos quando começa e onde termina o Sábado.

“ E, chegada a tarde, porquanto era dia de preparação, isto é, a véspera do Sábado,” Marcos 15:42

Os judeus chamam à Sexta-feira dia da preparação, pois é neste dia que todos os preparativos para o Sábado são realizados. É na Sexta que se prepara a roupa a ser usada na igreja, as refeições que serão consumidas naquele dia, as ofertas e outras coisas. As lojas e comércios são fechadas mais cedo, para que os pais possam estar em casa no pôr-do-sol.

A um ar de ansiedade e expectativa, como os preparativos para um grande festa, ou a chegada de um parente distante. Apesar de sempre presente, neste dia fazemos um convite especial para que Jesus venha habitar connosco nestas próximas 24 horas. Ele é o convidado especial.

Na Sexta-feira procuramos deixar a casa em ordem e deixamos a refeição principal do sábado já pronta. Porque? Porque tanto a mulher como o homem tem direito e o dever de descansar neste dia. Nada de ficar horas na cozinha, limpando casa, cuidando da louça. Este é um dia especial. É muito melhor gastar alguns poucos minutos esquentando uma refeição do que passar duas ou três horas preparando-a.

Normalmente no Sábado nós nos abstemos de diversas coisas que desviam nossa atenção deste dia especial e roubam nosso tempo para estudar a sua palavra e meditar sobre a sua criação. Por isto é costume não assistir televisão, escutar rádio ou ir a festas. Fica difícil pensar em Jesus ouvindo no Jornal Nacional que o governo adoptou tal medida económica, que morreram 5 em um acidente de carro ou conversando com os amigos sobre o jogo de futebol.O Sábado é especial. Eu pessoalmente passo a sexta a noite com minha família, lendo, escutando música sacra ou vendo algum filme sobre Jesus. Um noite agradável em família.

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor!” Salmos 122:1
Jesus tinha o costume de ir a igreja aos Sábados. Então devemos imita-lo.Devemos nos congregar, aprender mais sobre sua palavra, ensinar os novos na fé, enfim, nos reunirmos com nosso irmão e repartirmos com eles as bênçãos sabáticas.

Durante o Sábado, ensine seus filhos sobre a razão deste dia. Passeie com eles pela natureza e ensine-os de que tudo foi feito por Deus. Ensine-o a acreditar na criação. Ensine-o a ser grato a Deus por tudo. Ensine-o a amar o nosso Pai como Ele nos amou.

Não há regra para guardar o Sábado, há princípios. Deus Santificou e abençoou o Sábado. O Sábado é para nosso refrigério, convívio familiar e louvor a Deus. Na dúvida, ore e pergunte a Jesus se Ele faria esta ou aquela coisa se estivesse no seu lugar.Esta é a melhor regra a ser seguida.

O SÁBADO, SELO DE DEUS

Não é difícil ser cristão num país cristão como o nosso. Segundo as pesquisas, o nosso país é de maioria católica, mais de 90%, enquanto os outros 10% dividem-se entre dezenas de religiões, principalmente religiões protestantes.Era então de se esperar, que sendo este um país predominantemente cristão, os seus habitantes defendessem e propagassem os ensinos do cristianismo. A religião católica, bem como a maioria dos protestantes possuem a crença em comum de que a Bíblia, com um todo, foi inspirada por Deus para que o homem pudesse conhece-lo, saber de onde veio, para onde vai e como deve agir. Discussões doutrinárias a parte, é de se esperar que os cristãos creiam no mínimo, em Cristo e na criação do homem pelas mãos de Deus. Era de se esperar que todo o cristão fosse Criacionista, pois é isto que Bíblia e as religiões cristãs ensinam.

Mas o que se vê é outra realidade.
Apesar de muitos governantes irem à missa, cultos e bênçãos na inauguração de edifícios e obras. Somos constantemente bombardeados por afirmações de que o homem veio do macaco, de um dinossauro ou de uma bactéria desenvolvida no mar há tantos anos que “não tem conto nem fim”. Nada contra os Evolucionistas defenderem as suas teses. Acho isto justo num país democrático. O que eu não acho justo, é o tratamento que o Evolucionismo tem como facto líquido e certo, enquanto o Criacionismo nem sequer é mencionado nas Escolas. Eu posso admitir que não se fale em religião em Escolas Públicas. Mas então que se fale de Desenho Inteligente. Seria bom lembrar que nenhumas das duas “teorias” possuem hoje qualquer prova conclusiva da sua veracidade. Em verdade, elas são muito parecidas no que concerne a provas e a necessidade da fé para se crer numa e noutra. E não sei para qual é preciso mais fé!

Vejamos estes três pontos:
1. A teoria da evolução também carece de provas científicas, uma vez que as poucas existentes não passam de mera especulação. Para os cientistas, cada pedaço de maxilar encontrado se torna a descoberta de uma nova fase de evolução do homem. Só que anos depois esta “nova”fase tem que ser revista e repensada pois com o surgimento de novas provas que contradizem as primeiras, a necessidade de “ajeitar” a teoria às novas descobertas. Há dezenas de especulações de como surgiram as primeiras bactérias, todas elas fantasiosas e sem nenhuma prova confirmatória.No cristianismo porém, todas as provas que surgem, seja sobre o dilúvio ou sobre factos mencionados na bíblia, são argumentos de uma teoria firme e consistente.
2. A teoria da evolução também necessita de um boa dose de fé, tal qual a Criacionista. Sem fé não há como preencher as lacunas deixadas pelos “ditos” ancestrais do homem. Não há como organizar crânios iguais com datas de carbono-14 diferentes.
Sem fé, o evolucionismo não é nada. Sem fé o criacionismo também não é nada.
Sem fé, nada do que você leu ou ainda lerá sobre a Bíblia, não terá qualquer validade.
Se você é Cristão, é importante lembrar que você o é pela fé, uma vez que não existe nenhuma prova científica da existência de Deus e de Jesus como seu filho.
Por outras palavras, ou você crê na Bíblia como um todo, ou não crê em nada. Ou tem fé em Deus, ou passa a não acreditar em nada mesmo.
3. A teoria da evolução é contra Deus como o Deus Criador de todas as coisas.É contra a queda de Adão pela tentação de Satanás. E, consequentemente, é contra a necessidade de um Salvador para o homem. Afinal, se ele não pecou no Éden, para que precisa de ser redimido pelo sangue de Cristo? E, se não há necessidade de ser redimido, pelo sangue de Jesus, tudo o que há na Bíblia, não tem qualquer validade, desde os sacrifícios dos Judeus confiando no Messias, até as histórias de Pedro, Paulo e João.

É interessante notar que um dos ensinos bíblicos mais combatidos, neste século, foi justamente o criacionismo.
Porquê?

Preste atenção a estes dois pontos:
1- Dentro e fora da igreja, Satanás tem obtido grande sucesso, transformando a história da criação, contada por Moisés, em “contos da carochinha”.
2- Na Lei de Deus o único realmente polémico é o quarto mandamento, o Sábado.
Destruindo a Lei de Deus, através do descrédito de um só dos seus mandamentos, o inimigo das almas, cria uma brecha na perfeição do carácter de Deus. Com a destruição do quarto mandamento, Satanás destrói a principal lembrança que o homem tem de Deus como soberano, criador e mantenedor de todas as coisas.
Para você entender esta afirmação há necessidade de se abrir um parênteses e comentar o título deste capítulo.

Sábado, o selo de Deus
Na antiguidade, para se autenticar um documento ou Lei, era necessário que o governante utilizasse um selo, ou anel de selar, e, com ele, legitimasse ser aquela a sua vontade. Isto aconteceu em diversos episódios bíblicos como:
- Quando Jezabel escreveu cartas, em nome do rei Acabe, ela selou-as com seu selo. I Reis 21:8
- Quando o rei Assuero editou a Lei para morte dos Judeus, ele a selou também com seu sinete. Ester 8:8
- Também nas ruínas de Babilónia, foram encontrados tijolos com o nome do seu construtor, Nabucodonosor.
Enfim, em qualquer documento importante havia a prova de sua autenticidade e legitimidade.
No sinete ou selo, deveria sempre haver três coisas:
1. O nome do governante.
2. O seu cargo, ou título.
3. Sua área de domínio ou país.
Nos dez mandamentos de Deus, somente em um deles há estas identificações por completo, veja só:“Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Note que este mandamento traz as três coisas necessárias em um selo, ou sinete:
1. O nome do governante: SENHOR-JEOVÁ, Aquele que existe por si mesmo.
2. Seu cargo: CRIADOR DO UNIVERSO, Ele Fez.
3. O seu domínio: O CÉUS, A TERRA E TUDO O QUE NELES HÁ.
Não nos admira ser este o mandamento, juntamente com o criacionismo que ele sustenta, o mais combatido neste último século.Destruindo o crédito na criação como a Bíblia nos conta, se destrói também a necessidade de guardar o quarto mandamento, pois como já vimos, a guarda do Sábado começou na criação. Não que ele seja o mais importante, pois sabemos que todos os dez têm igual valor. A sua importância vem justamente do fato de ser ele o ponto de diferença entre os que crêem em um Deus Criador e daqueles que crêem ser o homem fruto de um acaso intergalático.

No século passado, a teoria da evolução (descendente do pensamento Grego) tomou um grande impulso pelas teorias de Charles Darwin. Para a mesma época, Deus providenciou uma advertência ao mundo, através de uma profecia, a fim de lembrar o homem quem ele é e de onde veio:
“Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e a fonte das águas.” Apocalipse 14.7 (profecia referente ao tempo do fim.)
Notem que isto não acontece por acaso. Isto já foi predito há muito tempo atrás por Daniel e pelo apóstolo João.

Veja só:
“ e proferirá palavras contra os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a Lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo” Daniel 7:25Sobre o anti-cristo.
“ e irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com o restante da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.” Apoc. 12:17Sobre a perseguição do anti-cristo aos santos.

É neste final dos tempos, quando é chegada a hora do Seu juízo, que Satanás procurará levar o homem, através de erros muito subtis, a negar a autoridade de Deus sobre a terra e sobre aqueles que nela habitam.

Não caia você também neste engano.

JESUS E O SÁBADO

Muitos crêem que, quando Jesus veio à terra, tudo mudou: a vontade de Deus, o carácter de Deus, e seu plano de Salvação.

Mas, se você leu a primeira parte deste livro, você já sabe que não mudou; que nosso Deus é imutável, seu carácter é perfeito, que seu plano é completo. As mesmas oportunidades são dadas a todos os homens, não importa a época em que tenham nascido.
Veja o que Jesus disse:
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” S. Mateus 5:17-18

“Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos do meu Pai e no seu amor permaneço.” S. João 15:10

Jesus não só confirmou que seu Pai em nada muda, como também se esforçou em fazer a Sua vontade, guardando os Seus mandamentos. Na sua exortações, tanto em referência ao presente como ao futuro (após a sua morte), Jesus apoiava a guarda do Sábado.

“ Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num Sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.”Lucas 4:16

“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12:12

“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado” Mat. 24:20 (Referindo-se à destruição de Jerusalém em 70 d. C)
Pense comigo:
Se Jesus tivesse qualquer intenção de modificar algum dos mandamentos, especialmente o que se refere ao Sábado, você acha mesmo que Ele daria tanta ênfase à sua guarda?

Se Jesus veio para ensinar o verdadeiro carácter de Deus, e estabelecer uma nova religião, não deveria Ele viver de acordo com seus “novos” ensinamentos?

Se nós nos chamamos de Cristãos, não deveríamos agir como Cristo agiu? Então, saiba que Cristo não veio trazer nada de novo. O seu concerto com o homem é eterno. Ele veio, isto sim, restaurar a compreensão daquilo que ele já havia ordenado. O homem, através dos séculos, havia deturpado a sua santa Lei, acrescentando a ela regras e mais regras. O que Jesus fez foi tirar da Lei todas as coisas colocadas pelo homem e mostrar como Deus queria as coisas.Hoje, o Sábado não é diferente: é o mesmo Sábado guardado por Jesus. Seu mandamento é tão eterno como os outros mandamentos de Deus e Seu carácter.

Repare que até nas profecias sobre a Nova Terra, o Sábado está presente como dia especial, como dia de honra dentre os outros da semana.

“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda carne a adorar perante mim, diz o Senhor.”Isaías 66:22-23

Neste ponto, a sua pergunta é a seguinte: Então, por que a maioria das religiões Cristãs tem o Domingo como dia de guarda?
Eu vou responder: Creia no que lhe digo, já falei com muitos padres, pastores de diferentes religiões evangélicas. Membros consagrados dessas congregações, todos, no final acabam por confessar que crêem que o Sábado é o Dia do Senhor.

18.4.09

O SABADO

É estranho que hoje, as pessoas aceitem os Dez mandamentos como sendo apenas nove. Uma religião foi mais longe e transformou os dez em oito, fazendo desaparecer o segundo e mudando o quarto, duplicando o décimo.

É estranho como as pessoas pensam… Vale o mandamento “Não matarás”, o “amarás a Deus sobre todas as coisas”, e até vale o “não levantarás falso testemunho”; mas o mandamento para “guardar o sábado”, este não vale. Agem como se o Sábado tivesse sido abolido, mudado, riscado, e cumprido. E os outros mandamentos? Não? Porquê?

O Quarto Mandamento
Antes de continuar, vamos reler os Dez mandamentos, com estão na Bíblia. Você pode ler Êxodo 20: 3-17 na sua Bíblia ou conferir, nas primeiras páginas deste livro a sua transcrição.
Muito bem, agora que você já tem um visão geral do carácter de Deus e sua representação na Lei, vamos analisar o “polémico” quarto mandamento.Qual é sua origem, sua importância, seu objectivo e, afinal, por que ele não é obedecido hoje em dia pela maioria dos cristãos?

O Sábado surgiu há muito e muito tempo atrás, junto com o primeiro homem, Adão. Na verdade, Deus fez o Sábado por causa dele, de Adão. Com a criação, Deus estabeleceu a ordem que deveria governar o mundo. Criou o dia e a noite, a semana, os meses lunares, os anos solares, enfim, pôs tudo em ordem, como é de sua natureza e entregou tudo para o homem a fim de que este usufruísse da sua criação, com sabedoria. Junto com o “pacote” dado por Deus, veio o Sábado de descanso, criado por Ele para que, depois de seis dias de trabalho, o homem pudesse parar e se lembrar de que tudo o que ele tem vem de Deus, nosso Criador.

O Sábado foi criado por causa do homem. Leia o que Jesus disse:“ O Sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Da mesma forma pela qual Adão amava a Deus e procurava fazer a Sua vontade, também guardava o Sábado como memorial eterno daquele que o criará. Afinal, este foi um mandamento especifico de Deus, e não houve nenhum dispositivo que o revogasse. E assim foi, de Adão para Sete, de Sete para Noé, de Noé para os patriarcas, todos transmitiram de forma oral as Leis (o carácter de Deus) aos seus filhos. Pois todos amavam a Deus, e, por consequência, queriam fazer a sua vontade.

E assim foi, até que o povo de Israel foi transformado em escravo no Egipto e se afastou da Lei de Deus por 400 anos. Nesse momento, quando a corrente de pai para filho se quebrou, Deus foi obrigado a reeducar o povo e a ensinar-lhe, não só os seus estatutos, mas também quem Ele era e o tamanho do seu amor pelo homem.

Todas as lições, dadas a Israel no deserto, não traziam qualquer novidade. Eram, na verdade, reedições de preceitos divinos estabelecidos desde o principio dos tempos. Amor a Deus, amor ao próximo, a vinda do Messias e a necessidade de entregar o coração ao Salvador, tudo isso já tinha sido dado a Adão.

O Sábado, como os outros mandamentos, foi reconfirmado e estabelecido mais uma vez como dia sagrado e como memorial da criação. Tão importante era a guarda deste dia, que Deus fez inúmeras promessas aos que respeitassem este preceito. Aliás, muito mais promessas do que qualquer outro mandamento, com exceção do primeiro. “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; mas se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra, e te sustentarei com a herança de Jacob, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Isaías 58:13-14

Muito bem, durante os séculos que se sucederam, tudo foi preservado como na criação. As medidas, reeditadas por Moisés, foram escritas e dirigiram a vida do povo escolhido por Deus na terra, aquele que deveria ser a testemunha fiel do seu amor pelo homem.
Até que um dia, na plenitude dos tempos, veio Jesus, o Messias.

QUANDO FOI DADA A LEI DE DEUS?

Esta pergunta simples é de vital importância para a compreensão da Salvação e da função da graça de Cristo. Alguns erroneamente pensam que a Lei e os Dez mandamentos, surgiram com Moisés no monte Sinai.

A Lei sempre existiu
A Lei, seja ela resumida em dez preceitos (Êxodo 20:3-17) ou em apenas dois (Marcos 12:29-31), existe desde antes da criação do nosso mundo, ou melhor, antes da criação do universo, ou ainda, existe desde a eternidade. E, como nós sabemos, a Lei é baseada no carácter de Deus, é a Lei do Amor.

A mesma Lei, que regeu a vida dos anjos, criaturas de Deus, rege hoje o homem e regerá no futuro a vida dos salvos pela eternidade.

A Lei é a representação do carácter de Deus
A Lei é a própria representação do carácter de Deus. A Lei sempre existiu e foi dada ao homem muito antes de Moisés. O primeiro homem a conhecê-la aqui neste mundo foi Adão. Foi ele que conheceu de perto ao nosso Criador. Foi ele o primeiro que ouviu do eterno amor de Deus, sobre a importância de cuidar de suas obras, sobre a importância de honrá-lo com um dia especial de guarda, sobre a importância de ser fiel à sua esposa, sobre a importância de ter Deus em primeiro lugar.

Se ler os dois primeiros capítulos de Génesis e depois Êxodo capítulo 20, você verá claramente a mesma Lei de Deus exposta de diferentes maneiras, embora com um só significado.
Nosso Deus é um Deus de ordem, um Deus perfeito; e todas as suas obras são feitas com perfeição e harmonia. O mesmo Universo, criado por Deus, há não sei quantos biliões de anos atrás, continua a funcionar como um máquina perfeita; as estrelas nascem, passam por todos os seus processos e morrem. A matéria restante transforma-se em nebulosas que, por sua vez, dão origem a outras estrelas, e assim por diante. As Leis do universo são imutáveis.
O Nosso Deus é imutável e as suas Leis também.
“Porque Eu, o Senhor, não mudo….” Mal.3:6
“Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” Tiago 1:17
O Nosso Deus não é igual aos deuses mitológicos que mudavam de humor de acordo com a oferenda a eles oferecida. Muito pelo contrário, Ele é um Deus fiel e justo.Como confiaríamos num Deus que não fosse assim? Como confiaríamos num Deus que mudasse as regras quando bem lhe aprouvesse?

A Lei de Deus sempre existiu.
Nunca foi e nunca será mudada, pois ela representa o carácter de um Deus imutável. Adão e Eva foram tirados do Jardim por desobedecerem a Lei de Deus. Caim foi rejeitado por não tê-la obedecido. Noé foi achado justo perante a Lei de Deus.

Era a Lei que fazia a distinção entre os Filhos de Deus e os Filhos dos homens na era antediluviana. O patriarca Abraão viveu segundo a Lei de Deus. Foi assim com Isaque, Jacob, José e tantos outros.

No princípio, a Lei não foi escrita
Outro ponto a ser analisado é que a Lei, no princípio, não foi escrita. Não havia esta necessidade. Nossos primeiros pais viviam em contacto directo com Deus. Os preceitos eram passados de pai para filho oralmente.A Lei foi escrita somente no Sinai com o objectivo de lembrar ao povo de Deus aquilo que eles haviam esquecido durante os 400 anos de escravidão. Durante todas as épocas houve sempre alguém que manteve vivos os Preceitos Divinos, até mesmo quando o povo de Israel se afastou de Deus. Havia necessidade de relembrar a Lei.A Lei é tão importante, que foi diferenciada do resto dos preceitos dados por Deus.

A Lei de Deus difere dos preceitos humanos
A Lei diferia tanto dos preceitos humanos que foi colocada em lugar diferenciado: na Arca da Aliança.
“ E porás na arca o Testemunho, que eu te darei.” Êxodo 25.16
Ela foi separada do resto dos preceitos e das Leis cerimoniais de Israel. Os 40 anos de Israel no deserto constituíram uma grande escola, onde todos os preceitos de saúde, de convivência justa e de amor foram ensinados. O próprio santuário no deserto foi colocado para que, através de seus simbolismos, os homens de Israel entendessem o plano de salvação que era tão claro nas vidas de Adão, Noé e Abraão. Deus resumiu em Êxodo 20 tudo aquilo que sempre existiu no céu:
O amor a Deus acima de todas as coisas, e o respeito e amor ao próximo, seja ele um ser humano ou um anjo.

Se ainda tem dúvidas, veja por este lado. Só há pecado se houver Lei.
“Todo aquele que pratica pecado também transgride a Lei: porque o pecado é a transgressão da Lei.” I João 3.4
Seguindo este raciocínio lógico, chegamos às seguintes conclusões:
Se Lúcifer pecou no céu, então havia Lei no céu. Ele se colocou acima de Deus.
Se Adão pecou, era porque havia Lei no Éden.Ele colocou sua mulher e o desejo de conhecimento acima de Deus.
Se Caim foi condenado, era por que a Lei continuava valida depois da saída de seus pais do Paraíso. E assim por diante.

Não existe justiça sem que haja alguma Lei.
Se não houver um padrão de atitudes, não há como diferenciar o “certo” do “errado”. Como Deus poderia ter expulso Adão e Eva do Paraíso, sem que houvesse uma Lei a ser transgredida? Como punir os antediluvianos, por suas acções imorais?
Como destruir Sodoma e Gomorra, se não houvesse Lei?
Adão, Caim, Abraão, Moisés,... todos pecaram. Pecaram porque havia Lei. E, uma vez que nosso Deus e seu carácter são imutáveis, a mesma Lei, que os condenou, também nos condena hoje.
A mesma fé e graça, que os salvaram, são a mesma fé e graça que nos salvam hoje.
O Plano da Salvação é um só.
É um só, desde a criação do mundo até o final dos tempos. Jesus já havia se proposto a morrer por todos os pecadores quando ainda estava no céu. Morrer por todos. Antes e depois da sua vinda.
“ ...aqueles, cujos nomes não foram escritos no livro do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo.” Apoc. 13:8
Adão perdeu o Jardim do Éden, mas não perdeu a fé em um Salvador vindouro. A sua salvação veio pela fé, que ele tinha no Messias que viria. E não foi só ele.
“Não foi por intermédio da Lei que, a Abraão ou à sua descendência, coube a promessa de ser herdeiro do mundo, e, sim, mediante a justiça da fé.” Rom. 4:13
E, assim por diante, poderíamos citar dezenas de exemplos bíblicos de pessoas que foram salvas pela sua fé, e não pelas suas obras.

O Plano de Salvação é este.
É, sempre foi, e sempre será, até a volta de Cristo Jesus. O Plano de Salvação é o mesmo. A Lei, que revela o carácter de Deus, também é a mesma.
Pergunta:Se sou salvo pela Graça, por que tenho que guardar a Lei?
Resposta:Você não tem que guardar a Lei para ser salvo, mas guardará a Lei porque já é salvo e liberto por Jesus Cristo.
Leia os seguintes versos:
“Porque Deus amou ao mundo, de tal maneira, que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.” Efésios 2:8“De maneira que a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.” Gálatas 3.24
Crendo em Cristo e na sua morte por nossos pecados, não dependemos mais dos nosso próprios esforços para buscar a salvação. Se assim fosse, estaríamos todos perdidos, pois nenhum homem foi jamais capaz de guardar a Lei durante toda sua vida, exceto Jesus Cristo, o Nazareno. Sendo assim,todos estaríamos condenados. Não só nós como também todos que viveram antes de nós, inclusive Abraão e Moisés.

Bem, vamos relembrar o que já vimos:
Para sermos salvos, precisamos estar perdidos; se estamos perdidos, é porque nós pecamos; se nós pecamos, é porque existe Lei. A mesma Lei, que sempre existiu.
“...porque a Lei suscita a ira; mas onde não há Lei, também não há transgressão.” Rom. 4:15
Então você pergunta de novo:
Muito bem, se, para sermos salvos, não precisamos da Lei, então, para que serve a Lei?
Os versículos já nos disseram. A Lei nos serve de aio, de guia para nos mostrar a diferença entre o certo e o errado.Se somos do pecado, somos condenados pela Lei. Se somos salvos em Cristo, pela fé, somos aprovados pela Lei.
A Lei mostra, para aquele que escolheu seguir a Cristo, qual deve ser o seu verdadeiro proceder em relação ao Pai: O que Lhe agrada, e quais são Seu planos de vida para nós. Digo novamente:

Não temos que guardar a Lei para sermos salvos. Nós a guardamos, porque amamos ao Deus que nos salvou.
Jesus disse:“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” S. João 14:15

Ele não disse o contrário. Já imaginou uma pessoa dizer que ama a Cristo e continuar a roubar, a matar, a desonrr os pais, a trair a sua mulher, e a fazer tudo aquilo que a Lei diz que é ofensa a Deus? Imagine uma pessoa dizer que ama a Deus e cometer atrocidades para com o próprio corpo, que a Bíblia chama o templo do Espirito Santo. (I Cor. 6:19 ).
Não é necessário pensar muito, para descobrirmos qual é a função da Lei.

Se, verdadeiramente, amamos a Deus, procuramos fazer a Sua vontade acima da nossa, pois Ele deu a sua vida por nós.