15.5.09

O CORAÇÃO DA VERDADE PRESENTE


Para onde Foi e Onde Está Hoje Nosso Senhor Jesus Cristo?

Querido amigo, vamos fazer uma pequena viagem, com muita oração, seguindo os passos de Jesus, desde a cruz, para ver para onde Ele foi desde então, e onde está hoje, bem como o que está fazendo:
1 - Após a cruz, Jesus apareceu a Maria, subiu ao céu e depois voltou para estar com os discípulos:
"Recomendou-lhe Jesus: Não Me detenhas; porque ainda não subi para Meu Pai, mas vai ter com Meus irmãos e dize-lhes: Subo para Meu Pai e vosso Pai, para Meu Deus e vosso Deus." João 20:17

"Ao cair da tarde daquele dia, trancadas as portas onde estavam os discípulos...veio Jesus, pôs-Se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor" João 20:20


2 - Jesus ficou então quarenta dias com Eles, e então ascendeu novamente ao céu:
"Escrevi o primeiro livro, ó Teófilo, relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas. A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. ...
Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas à vista deles, e uma nuvem O encobriu dos seus olhos." Actos 1:1-3, 9

3 - No dia de Pentecostes, 50 dias após sua ressurreição, foi ungido como sacerdote, recebendo a promessa do Espírito Santo e derramando-a sobre os discípulos:
Sabemos que o óleo representa o Espírito Santo, e Deus afirma que ungiu a Jesus como Sumo Sacerdote, assim como os Sumo Sacerdotes segundo o cerimonial levítico eram ungidos para começarem a oficiar como tais (Lev. 8:12):

"Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o Teu Deus, Te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos Teus companheiros" Hebreus 1:9

"Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som...e apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas...
Então se levantou Pedro,...e erguendo a voz, advertiu-os nestes termos...
A este Jesus, Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. Exaltado pois, a destra de Deus, tendo recebido a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis" Actos 2:1-3, 14, 32, 33

"Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte...embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem, tendo sido nomeado por Deus Sumo Sacerdote segundo a ordem de Melquisede que" Hebreus 5:7-9

4 - Jesus começou então a ministrar no santuário celestial em favor dos homens:
"Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal Sumo Sacerdote que se assentou à destra da Majestade nos céus, como ministro do Santuário que o Senhor erigiu, não o homem." Hebreus 8:1, 2

5 - Este santuário no céu era o original, do qual Deus solicitou a Moisés que fizesse uma cópia na terra:
"foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz Ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte." Hebreus 8:5

6 - A cópia, que corresponde portanto ao original, tinha a seguinte estrutura e disposição:
"Com efeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeeiro, e a mesa, e a exposição dos pães, se chama o Santo Lugar; depois do segundo véu se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos santos, tem um altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, o bordão de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança; e sobre ela, os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório." Hebreus 5:1-5

- No lugar santo, ficavam, o candeeiro, a mesa e o altar de incenso:

"Porás o altar defronte do véu que está diante da arca do Testemunho, diante do propiciatório que está sobre o Testemunho, onde Me avistarei contigo. Arão queimará sobre ele o incenso aromático; cada manhã, quando preparar as lâmpadas, o queimará." Ex. 30:6, 7

"Pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu, e acendeu sobre ele o incenso aromático, segundo ordenara Moisés" Ex. 40:26, 27

7 - O profeta João viu Jesus defronte aos candeeiros celestiais, que eram representados pelo candeeiro do santuário que Moisés fizera, após ver o modelo celestial, e estavam localizados no lugar denominado "Santo" (Heb. 9:2). Quando o profeta viu a Jesus, Ele estavam então no compartimento "Santo" do santuário celestial:

"Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a Filho de Homem, com veste talares e cingido, a altura do peito, com uma cinta de ouro" Apoc. 1:13 (Obs.: Jesus é chamado de o Filho do Homem dezenas de vezes no livro de Mateus. Como exemplo, citamos; Mateus 13:38, 41)

8 - Estando Jesus, no Santo, dá a revelação para João das sete igrejas - sete períodos proféticos que se estendem até o fim do tempo:
"Ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: ...Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas...Ao anjo da igreja de Éfeso escreve...Ao anjo da igreja em Esmirna escreve...Ao anjo da igreja em Laodicéia, escreve..." Apoc. 1:17, 19; 2:1, 8; 3:14

9 - Após avançar no tempo pelo período das sete igrejas, Jesus, com voz de trombeta (Ap. 1:10, 12, 13), convida a João a subir para outro compartimento, pois vão passar por uma porta, e ver o que ocorrerá no tempo do fim:
"Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas." Apoc. 4:1

10 - João relata que ao seguir a ordem de Jesus, portanto, avançar, encontra, no outro compartimento da santuário, o trono de Deus, onde ele vê a glória do Pai, que está assentado:
"Imediatamente, eu me achei em espírito, e eis armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado; e esse que se acha assentado é semelhante, no aspecto, a pedra de jaspe e de sardónio, e, ao redor do trono, há um arco íris semelhante, no aspecto, a esmeralda." Apoc. 4:3

O santuário só possui dois compartimentos. Jesus, quando estava ao lado dos sete candeeiros, portanto no santo, deu a João a visão das sete igrejas. Depois convidou-o para avançar para outro compartimento, onde estava o trono de Deus. O santuário, como vimos, possui apenas dois compartimentos, "Santo" e "Santíssimo". Uma vez que Jesus já estava no compartimento Santo quando deu a mensagem das sete igrejas, só pode ter se dirigido ao Santíssimo quando convida João a passar pela porta e avançar. A prova de que foi para o compartimento "Santíssimo" que eles avançaram se dá pelo fato de que neste compartimento eles encontram o trono de Deus.

11 - Chegando ao compartimento "Santíssimo" do santuário celestial, João vê não apenas Deus, o Pai, assentado em seu trono; vê também mais 24 tronos, nos quais estão assentados 24 anciãos:
"Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e, assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro" Apoc. 4:4

João, nesta mesma visão, vê também que há um livro na mão de Deus escrito por fora e por dentro, mas selado com sete selos:
"Vi, na mão direita d´Aquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, de todo selado com sete selos" Apoc. 5:1

Que livro é este que estava selado? A Bíblia claramente revela ser o livro de Daniel:
"Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim, muitos o esquadrinharão e o saber se multiplicará" Daniel 12:4

João, em Apoc. 5:1, vê que o livro de Daniel, que havia sido selado, aparece na mão do Pai. Está escrito por dentro o por fora, o que mostra que partes do livro poderiam ser entendidas (as que estavam escritas por fora). O próprio profeta Daniel entendeu várias partes de seu livro (Dan 2:27-45; 4:19, 24-27; 5:17, 26-31). Mas houve partes que ele não entendeu, pois estavam seladas, se referiam a dias mui distantes (Dan. 8:26, 27; 10:14; 12:4, 8, 9), ao tempo do fim. As partes seladas somente poderiam ser entendidas no tempo do fim. Mas, em visão, João está neste tempo do fim, tanto que vê alguém como Cordeiro (Jesus), chegando-se ao lado do trono do Pai (no santíssimo), para abrir o livro:
"Vi também, um anjo forte, que proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos? Ora, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem mesmo olhar para ele; e eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele. Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e seus selos. Então, vi, no meio do trono e dos quatros seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto.... Veio, pois, e tomou o livro da mão direita dAquele que estava sentado no trono... Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos...” Apoc. 5:2-7; 6:1

“quando tomou o livro, ...os vinte e quatro anciãos se prostraram-se diante do Cordeiro” Apoc. 5:8

O Apocalipse narra o momento a partir do qual irá ser revelada a parte selada do livro de Daniel. Mostra um encontro do Filho do Homem (Jesus), o Cordeiro, com o Pai, que se encontra assentado no trono, no momento em que os 24 anciãos também encontram-se assentados. Esta passagem bíblica é paralela com a narração do livro de Daniel, que está sendo revelado aqui. Vejamos:
“Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de Dias se assentou; Sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a pura lã; o Seu trono eram chamas de fogo, e suas rodas eram fogo ardente. Um rio manava e saía de diante dele...assentou-se o tribunal e se abriram os livros...
Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e O fizeram chegar até Ele.” Dan. 7:9, 10, 13

Como vimos, João vê o trono do Pai os 24 tronos e os anciãos assentados quando Jesus o convida a passar do compartimento “Santo” para o “Santíssimo”. Jesus já lhe tinha revelado as mensagens para as sete igrejas (sete períodos do povo de Deus até o tempo do fim), e agora convida João a ver o que acontecerá “depois destas coisas” (Apoc. 4:1), portanto, no tempo do fim. João então vê e Pai e os 24 anciãos assentados em tronos. Claramente, a visão de João é a mesma do profeta Daniel, que viu que “foram postos uns tronos” (Dan. 7:9), e o Pai, com o tribunal (os 24 anciãos de Apocalipse) se “assentou”, e se “abriram os livros” (Dan. 7:10).

João relata outra visão desta cena onde os livros foram abertos no lugar Santíssimo, onde está o trono do Pai, na qual Ele é visto assentado em Seu trono, no capítulo 20:
“Vi um grande trono branco e Aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros” Apoc. 20:12

Note como o relato de Daniel coincide com este de Apocalipse:

Daniel 7:10: “abriram-se os livros”
Apoc. 20:12: “se abriram livros”

Refere-se ao mesmo juízo, realizado no tempo do fim, quando Jesus está no compartimento Santíssimo do santuário celestial, como vimos (Apoc. 4:1, 2). Que este juízo se dá no céu é evidente, pois se processa diante do trono de Deus, e este sabemos que está no compartimento Santíssimo do santuário celestial (Apoc. 4:1, 2, 4). E que este juízo do tempo do fim se processa antes da vinda de Jesus à terra é claro pela revelação de Daniel, que mostra que somente após o tribunal estar assentado para juízo e o Filho de Homem vir até o Pai, que o reino é entregue aos santos (Dan. 7:13, 14)

Continuamos a ler o relato do juízo, no qual os livros são investigados neste tempo:
“...Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.” Apoc. 20:12

Paulo afirma que neste juízo, além dos mortos que João viu serem julgados, os vivos também serão julgados:
“Conjuro-te diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos, pela Sua vinda e pelo seu reino” II Timóteo 4:1

Deus julgará a todos, por meio de Jesus: “e deu-Lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem.“ João 5:27. Lembre-se que Daniel, na cena do juízo do capítulo 7 (verso 12) viu um semelhante a Filho do Homem chegando-se até o Pai. O profeta vê Ele chegando-se ao Pai para efectuar o julgamento, segundo a autoridade que recebeu.

Jesus efectua o juízo de investigação dos livros, mas julga segundo a vontade do Pai:
“o Meu juízo é justo, porque não procuro a Minha vontade, mas a vontade d´Aquele que Me enviou.”João 5:30

11.1 – São as acções dos homens registadas em livros, para que necessitem ser investigados em um juízo?
“o Senhor atentava e ouvia, havia um memorial escrito diante d´Ele para os que temem ao Senhor e para os que se lembram do Seu nome.” Mal. 3:16

“Por isso, Deus meu, lembra-te de mim e não apagues as beneficências que eu fiz à casa de meu Deus e para o Seu serviço.” Neemias 13:14


12 – Quem julgará e quem será julgado neste juízo?
“Quanto a vós, ó ovelhas Minhas, assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu julgarei entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes.” Ezequiel 34:17

“E outra vez: O Senhor julgará o Seu povo.” Hebreus 10:30

Jesus continua assentado diante do trono do Pai, sobre as águas do rio que saem do Seu trono (Salmo 46:4) efectuando o juízo investigativo dos livros (Dan. 12:7). Quando terminar, se levantará, e haverá um grande tempo de angústia final, durante as sete pragas. Mas neste tempo, ao final das 7 pragas, será salvo o povo de Deus, todo o que, ao final do juízo investigativo, “se achar inscrito no livro”:
“Naquele tempo se levantará Miguel, o grande Príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro” Dan 12:1.

Os casos considerados neste juízo são apenas os do povo de Deus, pois os ímpios, juntamente com os anjos caídos serão julgados pelos próprios santos, junto com Jesus:
“Ou não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo há de ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?” II Coríntios 6:2

“Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?” I Coríntios 6:3

“Então vi uns tronos; e aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na fronte nem nas mãos; e reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.” Apocalipse 20:4

Obs.: A prova de que o texto acima se refere a um juízo no qual se assentam santos que ainda vão estar no céu, após a vinda de Jesus e não que já estivessem lá desde agora, se dá pelo fato de que eles são mencionados como tendo vencido a besta e a sua imagem, e sabemos que a adoração da besta (observância do domingo católico) e da sua imagem nem ainda foi imposta – portanto, não há ainda hoje, santos vencedores da besta e da sua imagem.

13 – Qual é a regra, ou o padrão deste juízo?
“Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus” Romanos 3:19

Todo aquele que for julgado indigno, terá seu nome riscado do livro da vida:
“Acrescenta iniquidade à iniquidade deles, e não encontrem eles absolvição na tua justiça. Sejam riscados do livro da vida, e não sejam inscritos com os justos.” Salmos 69:27, 28

14 – Qual é a mensagem que Deus ordena o povo do tempo do fim pregar?

“Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do Seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Apocalipse 14:7

15 – Desde quando esta mensagem vem sendo pregada?
Desde 1844, pelos adventistas do sétimo dia, dizendo que o juízo investigativo dos livros de registo do povo professo de Deus já se iniciou. Já chegou, “é chegada” a hora do Seu juízo. Que Deus tenha misericórdia de nós.

Observação final:
O livro de Apocalipse, no capítulo 5, está narrando o momento em que Jesus toma do Pai as partes do livro de Daniel que estavam encobertas, para revelar ao Seu povo. E ao abrir o livro aos seus servos, no tempo do fim, começam a se desenrolar os eventos descritos nos sete selos. Não é o tema no momento, mas poderíamos demonstrar com facilidade o cumprimento dos selos do Apocalipse na história do povo de Deus (adventista do sétimo dia), da forma como segue:

Primeiro selo: 1844 (quando o povo de Deus compreendeu as 2300 tardes e manhãs e a luz sobre o santuário)
Segundo selo: 1888 (rejeição da mensagem da Justiça de Cristo em Mineápolis)
Terceiro selo: 1931 (adopção da idolatria na denominação IASD, através do Yearbook)
Quarto selo: 1980 (oficialização da apostasia na Conferência de Dallas – 1980, inclusão oficial da trindade nas crenças fundamentais da igreja e perseguição de opositores)
Quinto selo: ? A partir da lei dominical, até início do juízo dos vivos
Sexto selo: Juízo dos vivos dos 144.000
Sétimo selo: Período de aliança de Deus com Seu povo
Sexto selosegunda parte: Segunda Vinda de Cristo
Tome a decisão de aceitar esta doutrina, é seguramente o centro da Bíblia. Aceitá-la é postar-se na atitude de Noé, ser instrumento de Deus para proclamar no nosso tempo uma mensagem fundamental. Mensagem de preparação antes que a Vinda de Jesus venha! Aceite-a agora, aceite-a em nome de Jesus!

13.5.09

PAPA RECEBE CRÍTICA EM ISRAEL

12/05/09 - 21h08 - Actualizado em 12/05/09 - 22h25
Papa recebe críticas por discurso em Israel
O discurso do Papa sobre o Holocausto foi considerado frustrante pelos ortodoxos, que esperavam uma desculpa pelas atrocidades nazistas. Assessor afirmou que Bento XVI nunca foi hitlerista.

19.4.09

TOME UMA DECISÃO

Uma das coisas que me deixam mais intrigados hoje é a importância que se dá à NÃO guarda do sétimo dia. Quanto aos outros nove mandamentos, inclusive ao segundo, que foi tirado no catecismo Católico, não há nenhuma polémica ou discussão. Teria Deus mantido em vigor os nove, enquanto o quarto mandamento, deu menor importância, deixando por conta do fabuloso intelecto humano a decisão de mantê-lo ou não?

Duvido!

Deus não age assim. Ele é sábio e irrepreensível. Deus não muda de opinião. Deus não faz nada para se arrepender depois; Porque, desde o princípio, conhece o fim de todas as coisas.
O Sábado não salva, isto nós já sabemos, mas o Sábado faz parte da transformação do Cristão.
Jesus disse:“Se me amais, guardareis os meus mandamentos” João 14:15

Ele não fala em salvação, em perdão, ou em remissão. Ele apenas fala que, se nós Lhe entregarmos o nosso coração, e O amarmos, com certeza guardaremos os seu preceitos, e procuraremos viver dentro deles. Ora, nestes preceitos está incluído também o Sábado, junto com o de não matar, de não adulterar, e os sete outros mandamentos.

Espero que estes estudos que lhe proponho o/a ajudade a conhecer mais sobre uma das verdades exaradas na Bíblia. Se você é um sincero Filho de Deus, que tem como objectivo de vida fazer a Sua vontade, tenho a certeza de que, daqui para a frente, o Sábado será uma benção na sua semana e na sua família.

Deus quer que você seja feliz, tanto física como espiritualmente. Por isso, abra o seu coração e viva essa alegria.

Se Deus nos permitir, nos encontraremos um dia no céu e, juntos, adoraremos ao nosso Criador.
De um Sábado a outro, que Deus o/a abençoe.
“Se me amais, guardareis os meus mandamentos”Palavra de Jesus em João 14.1

COMO GUARDAR O SÁBADO

Se deseja se fiel a Deus e observar o dia que Ele abençoou e santificou o Sábado, provavelmente deve estar a perguntar-se:

Como vou guardar este dia?

A resposta está na própria Bíblia, veja estes versos:
"E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia, de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o Santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera. "Gén. 2:2,3
Deus tinha completado a obra da criação no sexto dia. Tudo estava feito, os animais, as plantas, o homem e tudo mais. A santa Palavra diz então que Deus descansou no sétimo dia de toda a obra que havia feito.

Eu pergunto: Será que Deus se cansa? Será que precisava de um dia inteiro para recuperar as sua energia? Precisava de férias?
É lógico que não.

Deus somente quis nos dar um exemplo de como deveria funcionar nossas semanas. Como deveríamos agir para descansarmos dos 6 dias de trabalho.Não esqueça: “O Sábado foi feito por causado homem. Não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Deus quis mostrar ao homem que depois de seis dias trabalhando, correndo de lá prá cá, ele deveria tirar um tempo para descansar. Deve “separar um dia para o repouso e recuperação de sua energias. O Sábado é o dia da semana no qual devemos deixar de lado todos os nossos problemas, nossas dívidas, nossas preocupações e utilizar este dia para descanso da mente e do corpo.

A Bíblia diz que Deus abençoou o Sábado. Diz também que Ele santificou este dia. Ora, santificar quer dizer separar, deixar de lado. Deus tornou o Sábado um dia de e descanso.“Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Deus nos manda lembrar de santificar o Sábado (separar). E aconselha a que ninguém trabalhe neste dia. Nem você, nem seu cônjuge, nem seus filhos ou empregados. Deus pede que este seja um dia especial para a família em geral e explica porque: Ele quer que nós nos lembremos sempre que somos criaturas Suas e que é Seu poder que nos mantém vivos. Ele sabia que o homem ficaria correndo de um lado para o outro preocupado com suas próprias coisas, e que teríamos muito pouco tempo para meditar sobre Ele e suas obra. Por isto Ele estabeleceu este dia. Para que parássemos.

Lembre-se que quando Deus fala em parar de trabalhar, Ele está falando não só do pai com seu trabalho diário, mais também da mãe com sua correria doméstica, dos filhos com seus estudos e de nosso empregados e funcionários que nos ajudam nas labutas do dia a dia. Todos devem parar e devem fazer deste dia um dia especial.

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Is. 58:13-14

Aqui a forma de guardar o Sábado é melhor explicada. Como posso parar de profanar Sábado?
Não falando as minhas próprias palavras. Não tendo conversas vãs neste dia.

Não andando nos meus próprios caminhos. Não fazendo as coisas que são do meu interesse.

Devo dedicar-me as actividades que beneficiem os outros. Levar a palavra de Deus a outras pessoas. Visitar um pessoas doente ou necessitada. Fazer acções que beneficiem a outros.

Ali nós vimos como todo mandamento se baseia em princípios e o Sábado tem o mesmo principio do dízimo. Se você entendeu este principio, é fácil guardar o Sábado.Devemos guardar o Sábado tendo em nossa mente que este dia, como o dízimo , não nos pertence. Ele não é nosso. É um tempo reservado e santificado por Deus. Devemos neste dia se abster de fazer qualquer coisa que poderíamos fazer em outros dias, outras horas. Devemos devolver estas horas para o Senhor em forma de agradecimento pela semana toda e oferecer a Ele e ao nosso próximo nossa atenção e serviços, sempre tendo em mente honrar ao criador.

Existem regras para guardar o Sábado?Não existem regras para guardar o Sábado. Se fizermos isto estaremos correndo o risco de agirmos como os fariseus no tempo de Jesus que tornaram o Sábado um fardo. Porém, como seguidores da Bíblia, nós procuramos guardar o Sábado da mesma forma como ele era guardado na antiguidade,especialmente guarda-lo como Jesus guardou.

Como Adventistas do Sétimo dia, nós desenvolvemos certos costumes, não regras para a guarda do Sábado. Isto nos tem ajudado a melhor dedicar este dia.Veja algumas delas:“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12:12
Jesus fazia o bem ao Sábado e isto devemos fazer também. Não só no Sábado, mais “especialmente” no Sábado. Faça visitas aos doentes e aos necessitados. Torne o seu Sábado um dia especial de ajuda aos outros.

“...De uma tarde a outra celebrareis o vosso Sábado.” Lev. 23:32
A convenção que o dia muda a meia-noite é recente. Até pouco tempo atrás, como a Bíblia ensina, o dia começava com a noite e terminava com o pôr do sol. Vinte e quatro horas exactas, independente dos horário de verão e outras invenções humanas. Portanto, nós que acreditamos no Sábado temos o costume bíblico de começar o dia no pôr do sol de Sexta feira e termina-lo no pôr do sol de Sábado.

Fazendo isto, temos também uma vantagem extra. Quando o Sábado se inicia e se encerra estamos acordado e preparados para recebe-lo. É muito comum fazermos um culto doméstico com nossa família, cantando hinos, citando passagens bíblicas e orando pedindo que Deus abençoe este dia. Se o Sábado começar a meia-noite, provavelmente estaríamos a dormir e não haveria como recebe-lo adequadamente. Outra vantagem é que, independente do lugar em que se esteja, com relógio ou não, sabemos quando começa e onde termina o Sábado.

“ E, chegada a tarde, porquanto era dia de preparação, isto é, a véspera do Sábado,” Marcos 15:42

Os judeus chamam à Sexta-feira dia da preparação, pois é neste dia que todos os preparativos para o Sábado são realizados. É na Sexta que se prepara a roupa a ser usada na igreja, as refeições que serão consumidas naquele dia, as ofertas e outras coisas. As lojas e comércios são fechadas mais cedo, para que os pais possam estar em casa no pôr-do-sol.

A um ar de ansiedade e expectativa, como os preparativos para um grande festa, ou a chegada de um parente distante. Apesar de sempre presente, neste dia fazemos um convite especial para que Jesus venha habitar connosco nestas próximas 24 horas. Ele é o convidado especial.

Na Sexta-feira procuramos deixar a casa em ordem e deixamos a refeição principal do sábado já pronta. Porque? Porque tanto a mulher como o homem tem direito e o dever de descansar neste dia. Nada de ficar horas na cozinha, limpando casa, cuidando da louça. Este é um dia especial. É muito melhor gastar alguns poucos minutos esquentando uma refeição do que passar duas ou três horas preparando-a.

Normalmente no Sábado nós nos abstemos de diversas coisas que desviam nossa atenção deste dia especial e roubam nosso tempo para estudar a sua palavra e meditar sobre a sua criação. Por isto é costume não assistir televisão, escutar rádio ou ir a festas. Fica difícil pensar em Jesus ouvindo no Jornal Nacional que o governo adoptou tal medida económica, que morreram 5 em um acidente de carro ou conversando com os amigos sobre o jogo de futebol.O Sábado é especial. Eu pessoalmente passo a sexta a noite com minha família, lendo, escutando música sacra ou vendo algum filme sobre Jesus. Um noite agradável em família.

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor!” Salmos 122:1
Jesus tinha o costume de ir a igreja aos Sábados. Então devemos imita-lo.Devemos nos congregar, aprender mais sobre sua palavra, ensinar os novos na fé, enfim, nos reunirmos com nosso irmão e repartirmos com eles as bênçãos sabáticas.

Durante o Sábado, ensine seus filhos sobre a razão deste dia. Passeie com eles pela natureza e ensine-os de que tudo foi feito por Deus. Ensine-o a acreditar na criação. Ensine-o a ser grato a Deus por tudo. Ensine-o a amar o nosso Pai como Ele nos amou.

Não há regra para guardar o Sábado, há princípios. Deus Santificou e abençoou o Sábado. O Sábado é para nosso refrigério, convívio familiar e louvor a Deus. Na dúvida, ore e pergunte a Jesus se Ele faria esta ou aquela coisa se estivesse no seu lugar.Esta é a melhor regra a ser seguida.

O SÁBADO, SELO DE DEUS

Não é difícil ser cristão num país cristão como o nosso. Segundo as pesquisas, o nosso país é de maioria católica, mais de 90%, enquanto os outros 10% dividem-se entre dezenas de religiões, principalmente religiões protestantes.Era então de se esperar, que sendo este um país predominantemente cristão, os seus habitantes defendessem e propagassem os ensinos do cristianismo. A religião católica, bem como a maioria dos protestantes possuem a crença em comum de que a Bíblia, com um todo, foi inspirada por Deus para que o homem pudesse conhece-lo, saber de onde veio, para onde vai e como deve agir. Discussões doutrinárias a parte, é de se esperar que os cristãos creiam no mínimo, em Cristo e na criação do homem pelas mãos de Deus. Era de se esperar que todo o cristão fosse Criacionista, pois é isto que Bíblia e as religiões cristãs ensinam.

Mas o que se vê é outra realidade.
Apesar de muitos governantes irem à missa, cultos e bênçãos na inauguração de edifícios e obras. Somos constantemente bombardeados por afirmações de que o homem veio do macaco, de um dinossauro ou de uma bactéria desenvolvida no mar há tantos anos que “não tem conto nem fim”. Nada contra os Evolucionistas defenderem as suas teses. Acho isto justo num país democrático. O que eu não acho justo, é o tratamento que o Evolucionismo tem como facto líquido e certo, enquanto o Criacionismo nem sequer é mencionado nas Escolas. Eu posso admitir que não se fale em religião em Escolas Públicas. Mas então que se fale de Desenho Inteligente. Seria bom lembrar que nenhumas das duas “teorias” possuem hoje qualquer prova conclusiva da sua veracidade. Em verdade, elas são muito parecidas no que concerne a provas e a necessidade da fé para se crer numa e noutra. E não sei para qual é preciso mais fé!

Vejamos estes três pontos:
1. A teoria da evolução também carece de provas científicas, uma vez que as poucas existentes não passam de mera especulação. Para os cientistas, cada pedaço de maxilar encontrado se torna a descoberta de uma nova fase de evolução do homem. Só que anos depois esta “nova”fase tem que ser revista e repensada pois com o surgimento de novas provas que contradizem as primeiras, a necessidade de “ajeitar” a teoria às novas descobertas. Há dezenas de especulações de como surgiram as primeiras bactérias, todas elas fantasiosas e sem nenhuma prova confirmatória.No cristianismo porém, todas as provas que surgem, seja sobre o dilúvio ou sobre factos mencionados na bíblia, são argumentos de uma teoria firme e consistente.
2. A teoria da evolução também necessita de um boa dose de fé, tal qual a Criacionista. Sem fé não há como preencher as lacunas deixadas pelos “ditos” ancestrais do homem. Não há como organizar crânios iguais com datas de carbono-14 diferentes.
Sem fé, o evolucionismo não é nada. Sem fé o criacionismo também não é nada.
Sem fé, nada do que você leu ou ainda lerá sobre a Bíblia, não terá qualquer validade.
Se você é Cristão, é importante lembrar que você o é pela fé, uma vez que não existe nenhuma prova científica da existência de Deus e de Jesus como seu filho.
Por outras palavras, ou você crê na Bíblia como um todo, ou não crê em nada. Ou tem fé em Deus, ou passa a não acreditar em nada mesmo.
3. A teoria da evolução é contra Deus como o Deus Criador de todas as coisas.É contra a queda de Adão pela tentação de Satanás. E, consequentemente, é contra a necessidade de um Salvador para o homem. Afinal, se ele não pecou no Éden, para que precisa de ser redimido pelo sangue de Cristo? E, se não há necessidade de ser redimido, pelo sangue de Jesus, tudo o que há na Bíblia, não tem qualquer validade, desde os sacrifícios dos Judeus confiando no Messias, até as histórias de Pedro, Paulo e João.

É interessante notar que um dos ensinos bíblicos mais combatidos, neste século, foi justamente o criacionismo.
Porquê?

Preste atenção a estes dois pontos:
1- Dentro e fora da igreja, Satanás tem obtido grande sucesso, transformando a história da criação, contada por Moisés, em “contos da carochinha”.
2- Na Lei de Deus o único realmente polémico é o quarto mandamento, o Sábado.
Destruindo a Lei de Deus, através do descrédito de um só dos seus mandamentos, o inimigo das almas, cria uma brecha na perfeição do carácter de Deus. Com a destruição do quarto mandamento, Satanás destrói a principal lembrança que o homem tem de Deus como soberano, criador e mantenedor de todas as coisas.
Para você entender esta afirmação há necessidade de se abrir um parênteses e comentar o título deste capítulo.

Sábado, o selo de Deus
Na antiguidade, para se autenticar um documento ou Lei, era necessário que o governante utilizasse um selo, ou anel de selar, e, com ele, legitimasse ser aquela a sua vontade. Isto aconteceu em diversos episódios bíblicos como:
- Quando Jezabel escreveu cartas, em nome do rei Acabe, ela selou-as com seu selo. I Reis 21:8
- Quando o rei Assuero editou a Lei para morte dos Judeus, ele a selou também com seu sinete. Ester 8:8
- Também nas ruínas de Babilónia, foram encontrados tijolos com o nome do seu construtor, Nabucodonosor.
Enfim, em qualquer documento importante havia a prova de sua autenticidade e legitimidade.
No sinete ou selo, deveria sempre haver três coisas:
1. O nome do governante.
2. O seu cargo, ou título.
3. Sua área de domínio ou país.
Nos dez mandamentos de Deus, somente em um deles há estas identificações por completo, veja só:“Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Note que este mandamento traz as três coisas necessárias em um selo, ou sinete:
1. O nome do governante: SENHOR-JEOVÁ, Aquele que existe por si mesmo.
2. Seu cargo: CRIADOR DO UNIVERSO, Ele Fez.
3. O seu domínio: O CÉUS, A TERRA E TUDO O QUE NELES HÁ.
Não nos admira ser este o mandamento, juntamente com o criacionismo que ele sustenta, o mais combatido neste último século.Destruindo o crédito na criação como a Bíblia nos conta, se destrói também a necessidade de guardar o quarto mandamento, pois como já vimos, a guarda do Sábado começou na criação. Não que ele seja o mais importante, pois sabemos que todos os dez têm igual valor. A sua importância vem justamente do fato de ser ele o ponto de diferença entre os que crêem em um Deus Criador e daqueles que crêem ser o homem fruto de um acaso intergalático.

No século passado, a teoria da evolução (descendente do pensamento Grego) tomou um grande impulso pelas teorias de Charles Darwin. Para a mesma época, Deus providenciou uma advertência ao mundo, através de uma profecia, a fim de lembrar o homem quem ele é e de onde veio:
“Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e a fonte das águas.” Apocalipse 14.7 (profecia referente ao tempo do fim.)
Notem que isto não acontece por acaso. Isto já foi predito há muito tempo atrás por Daniel e pelo apóstolo João.

Veja só:
“ e proferirá palavras contra os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a Lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo” Daniel 7:25Sobre o anti-cristo.
“ e irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com o restante da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.” Apoc. 12:17Sobre a perseguição do anti-cristo aos santos.

É neste final dos tempos, quando é chegada a hora do Seu juízo, que Satanás procurará levar o homem, através de erros muito subtis, a negar a autoridade de Deus sobre a terra e sobre aqueles que nela habitam.

Não caia você também neste engano.

JESUS E O SÁBADO

Muitos crêem que, quando Jesus veio à terra, tudo mudou: a vontade de Deus, o carácter de Deus, e seu plano de Salvação.

Mas, se você leu a primeira parte deste livro, você já sabe que não mudou; que nosso Deus é imutável, seu carácter é perfeito, que seu plano é completo. As mesmas oportunidades são dadas a todos os homens, não importa a época em que tenham nascido.
Veja o que Jesus disse:
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra.” S. Mateus 5:17-18

“Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos do meu Pai e no seu amor permaneço.” S. João 15:10

Jesus não só confirmou que seu Pai em nada muda, como também se esforçou em fazer a Sua vontade, guardando os Seus mandamentos. Na sua exortações, tanto em referência ao presente como ao futuro (após a sua morte), Jesus apoiava a guarda do Sábado.

“ Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num Sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler.”Lucas 4:16

“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12:12

“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado” Mat. 24:20 (Referindo-se à destruição de Jerusalém em 70 d. C)
Pense comigo:
Se Jesus tivesse qualquer intenção de modificar algum dos mandamentos, especialmente o que se refere ao Sábado, você acha mesmo que Ele daria tanta ênfase à sua guarda?

Se Jesus veio para ensinar o verdadeiro carácter de Deus, e estabelecer uma nova religião, não deveria Ele viver de acordo com seus “novos” ensinamentos?

Se nós nos chamamos de Cristãos, não deveríamos agir como Cristo agiu? Então, saiba que Cristo não veio trazer nada de novo. O seu concerto com o homem é eterno. Ele veio, isto sim, restaurar a compreensão daquilo que ele já havia ordenado. O homem, através dos séculos, havia deturpado a sua santa Lei, acrescentando a ela regras e mais regras. O que Jesus fez foi tirar da Lei todas as coisas colocadas pelo homem e mostrar como Deus queria as coisas.Hoje, o Sábado não é diferente: é o mesmo Sábado guardado por Jesus. Seu mandamento é tão eterno como os outros mandamentos de Deus e Seu carácter.

Repare que até nas profecias sobre a Nova Terra, o Sábado está presente como dia especial, como dia de honra dentre os outros da semana.

“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda carne a adorar perante mim, diz o Senhor.”Isaías 66:22-23

Neste ponto, a sua pergunta é a seguinte: Então, por que a maioria das religiões Cristãs tem o Domingo como dia de guarda?
Eu vou responder: Creia no que lhe digo, já falei com muitos padres, pastores de diferentes religiões evangélicas. Membros consagrados dessas congregações, todos, no final acabam por confessar que crêem que o Sábado é o Dia do Senhor.

18.4.09

O SABADO

É estranho que hoje, as pessoas aceitem os Dez mandamentos como sendo apenas nove. Uma religião foi mais longe e transformou os dez em oito, fazendo desaparecer o segundo e mudando o quarto, duplicando o décimo.

É estranho como as pessoas pensam… Vale o mandamento “Não matarás”, o “amarás a Deus sobre todas as coisas”, e até vale o “não levantarás falso testemunho”; mas o mandamento para “guardar o sábado”, este não vale. Agem como se o Sábado tivesse sido abolido, mudado, riscado, e cumprido. E os outros mandamentos? Não? Porquê?

O Quarto Mandamento
Antes de continuar, vamos reler os Dez mandamentos, com estão na Bíblia. Você pode ler Êxodo 20: 3-17 na sua Bíblia ou conferir, nas primeiras páginas deste livro a sua transcrição.
Muito bem, agora que você já tem um visão geral do carácter de Deus e sua representação na Lei, vamos analisar o “polémico” quarto mandamento.Qual é sua origem, sua importância, seu objectivo e, afinal, por que ele não é obedecido hoje em dia pela maioria dos cristãos?

O Sábado surgiu há muito e muito tempo atrás, junto com o primeiro homem, Adão. Na verdade, Deus fez o Sábado por causa dele, de Adão. Com a criação, Deus estabeleceu a ordem que deveria governar o mundo. Criou o dia e a noite, a semana, os meses lunares, os anos solares, enfim, pôs tudo em ordem, como é de sua natureza e entregou tudo para o homem a fim de que este usufruísse da sua criação, com sabedoria. Junto com o “pacote” dado por Deus, veio o Sábado de descanso, criado por Ele para que, depois de seis dias de trabalho, o homem pudesse parar e se lembrar de que tudo o que ele tem vem de Deus, nosso Criador.

O Sábado foi criado por causa do homem. Leia o que Jesus disse:“ O Sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Da mesma forma pela qual Adão amava a Deus e procurava fazer a Sua vontade, também guardava o Sábado como memorial eterno daquele que o criará. Afinal, este foi um mandamento especifico de Deus, e não houve nenhum dispositivo que o revogasse. E assim foi, de Adão para Sete, de Sete para Noé, de Noé para os patriarcas, todos transmitiram de forma oral as Leis (o carácter de Deus) aos seus filhos. Pois todos amavam a Deus, e, por consequência, queriam fazer a sua vontade.

E assim foi, até que o povo de Israel foi transformado em escravo no Egipto e se afastou da Lei de Deus por 400 anos. Nesse momento, quando a corrente de pai para filho se quebrou, Deus foi obrigado a reeducar o povo e a ensinar-lhe, não só os seus estatutos, mas também quem Ele era e o tamanho do seu amor pelo homem.

Todas as lições, dadas a Israel no deserto, não traziam qualquer novidade. Eram, na verdade, reedições de preceitos divinos estabelecidos desde o principio dos tempos. Amor a Deus, amor ao próximo, a vinda do Messias e a necessidade de entregar o coração ao Salvador, tudo isso já tinha sido dado a Adão.

O Sábado, como os outros mandamentos, foi reconfirmado e estabelecido mais uma vez como dia sagrado e como memorial da criação. Tão importante era a guarda deste dia, que Deus fez inúmeras promessas aos que respeitassem este preceito. Aliás, muito mais promessas do que qualquer outro mandamento, com exceção do primeiro. “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; mas se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra, e te sustentarei com a herança de Jacob, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Isaías 58:13-14

Muito bem, durante os séculos que se sucederam, tudo foi preservado como na criação. As medidas, reeditadas por Moisés, foram escritas e dirigiram a vida do povo escolhido por Deus na terra, aquele que deveria ser a testemunha fiel do seu amor pelo homem.
Até que um dia, na plenitude dos tempos, veio Jesus, o Messias.

QUANDO FOI DADA A LEI DE DEUS?

Esta pergunta simples é de vital importância para a compreensão da Salvação e da função da graça de Cristo. Alguns erroneamente pensam que a Lei e os Dez mandamentos, surgiram com Moisés no monte Sinai.

A Lei sempre existiu
A Lei, seja ela resumida em dez preceitos (Êxodo 20:3-17) ou em apenas dois (Marcos 12:29-31), existe desde antes da criação do nosso mundo, ou melhor, antes da criação do universo, ou ainda, existe desde a eternidade. E, como nós sabemos, a Lei é baseada no carácter de Deus, é a Lei do Amor.

A mesma Lei, que regeu a vida dos anjos, criaturas de Deus, rege hoje o homem e regerá no futuro a vida dos salvos pela eternidade.

A Lei é a representação do carácter de Deus
A Lei é a própria representação do carácter de Deus. A Lei sempre existiu e foi dada ao homem muito antes de Moisés. O primeiro homem a conhecê-la aqui neste mundo foi Adão. Foi ele que conheceu de perto ao nosso Criador. Foi ele o primeiro que ouviu do eterno amor de Deus, sobre a importância de cuidar de suas obras, sobre a importância de honrá-lo com um dia especial de guarda, sobre a importância de ser fiel à sua esposa, sobre a importância de ter Deus em primeiro lugar.

Se ler os dois primeiros capítulos de Génesis e depois Êxodo capítulo 20, você verá claramente a mesma Lei de Deus exposta de diferentes maneiras, embora com um só significado.
Nosso Deus é um Deus de ordem, um Deus perfeito; e todas as suas obras são feitas com perfeição e harmonia. O mesmo Universo, criado por Deus, há não sei quantos biliões de anos atrás, continua a funcionar como um máquina perfeita; as estrelas nascem, passam por todos os seus processos e morrem. A matéria restante transforma-se em nebulosas que, por sua vez, dão origem a outras estrelas, e assim por diante. As Leis do universo são imutáveis.
O Nosso Deus é imutável e as suas Leis também.
“Porque Eu, o Senhor, não mudo….” Mal.3:6
“Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” Tiago 1:17
O Nosso Deus não é igual aos deuses mitológicos que mudavam de humor de acordo com a oferenda a eles oferecida. Muito pelo contrário, Ele é um Deus fiel e justo.Como confiaríamos num Deus que não fosse assim? Como confiaríamos num Deus que mudasse as regras quando bem lhe aprouvesse?

A Lei de Deus sempre existiu.
Nunca foi e nunca será mudada, pois ela representa o carácter de um Deus imutável. Adão e Eva foram tirados do Jardim por desobedecerem a Lei de Deus. Caim foi rejeitado por não tê-la obedecido. Noé foi achado justo perante a Lei de Deus.

Era a Lei que fazia a distinção entre os Filhos de Deus e os Filhos dos homens na era antediluviana. O patriarca Abraão viveu segundo a Lei de Deus. Foi assim com Isaque, Jacob, José e tantos outros.

No princípio, a Lei não foi escrita
Outro ponto a ser analisado é que a Lei, no princípio, não foi escrita. Não havia esta necessidade. Nossos primeiros pais viviam em contacto directo com Deus. Os preceitos eram passados de pai para filho oralmente.A Lei foi escrita somente no Sinai com o objectivo de lembrar ao povo de Deus aquilo que eles haviam esquecido durante os 400 anos de escravidão. Durante todas as épocas houve sempre alguém que manteve vivos os Preceitos Divinos, até mesmo quando o povo de Israel se afastou de Deus. Havia necessidade de relembrar a Lei.A Lei é tão importante, que foi diferenciada do resto dos preceitos dados por Deus.

A Lei de Deus difere dos preceitos humanos
A Lei diferia tanto dos preceitos humanos que foi colocada em lugar diferenciado: na Arca da Aliança.
“ E porás na arca o Testemunho, que eu te darei.” Êxodo 25.16
Ela foi separada do resto dos preceitos e das Leis cerimoniais de Israel. Os 40 anos de Israel no deserto constituíram uma grande escola, onde todos os preceitos de saúde, de convivência justa e de amor foram ensinados. O próprio santuário no deserto foi colocado para que, através de seus simbolismos, os homens de Israel entendessem o plano de salvação que era tão claro nas vidas de Adão, Noé e Abraão. Deus resumiu em Êxodo 20 tudo aquilo que sempre existiu no céu:
O amor a Deus acima de todas as coisas, e o respeito e amor ao próximo, seja ele um ser humano ou um anjo.

Se ainda tem dúvidas, veja por este lado. Só há pecado se houver Lei.
“Todo aquele que pratica pecado também transgride a Lei: porque o pecado é a transgressão da Lei.” I João 3.4
Seguindo este raciocínio lógico, chegamos às seguintes conclusões:
Se Lúcifer pecou no céu, então havia Lei no céu. Ele se colocou acima de Deus.
Se Adão pecou, era porque havia Lei no Éden.Ele colocou sua mulher e o desejo de conhecimento acima de Deus.
Se Caim foi condenado, era por que a Lei continuava valida depois da saída de seus pais do Paraíso. E assim por diante.

Não existe justiça sem que haja alguma Lei.
Se não houver um padrão de atitudes, não há como diferenciar o “certo” do “errado”. Como Deus poderia ter expulso Adão e Eva do Paraíso, sem que houvesse uma Lei a ser transgredida? Como punir os antediluvianos, por suas acções imorais?
Como destruir Sodoma e Gomorra, se não houvesse Lei?
Adão, Caim, Abraão, Moisés,... todos pecaram. Pecaram porque havia Lei. E, uma vez que nosso Deus e seu carácter são imutáveis, a mesma Lei, que os condenou, também nos condena hoje.
A mesma fé e graça, que os salvaram, são a mesma fé e graça que nos salvam hoje.
O Plano da Salvação é um só.
É um só, desde a criação do mundo até o final dos tempos. Jesus já havia se proposto a morrer por todos os pecadores quando ainda estava no céu. Morrer por todos. Antes e depois da sua vinda.
“ ...aqueles, cujos nomes não foram escritos no livro do Cordeiro, que foi morto desde a fundação do mundo.” Apoc. 13:8
Adão perdeu o Jardim do Éden, mas não perdeu a fé em um Salvador vindouro. A sua salvação veio pela fé, que ele tinha no Messias que viria. E não foi só ele.
“Não foi por intermédio da Lei que, a Abraão ou à sua descendência, coube a promessa de ser herdeiro do mundo, e, sim, mediante a justiça da fé.” Rom. 4:13
E, assim por diante, poderíamos citar dezenas de exemplos bíblicos de pessoas que foram salvas pela sua fé, e não pelas suas obras.

O Plano de Salvação é este.
É, sempre foi, e sempre será, até a volta de Cristo Jesus. O Plano de Salvação é o mesmo. A Lei, que revela o carácter de Deus, também é a mesma.
Pergunta:Se sou salvo pela Graça, por que tenho que guardar a Lei?
Resposta:Você não tem que guardar a Lei para ser salvo, mas guardará a Lei porque já é salvo e liberto por Jesus Cristo.
Leia os seguintes versos:
“Porque Deus amou ao mundo, de tal maneira, que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.” Efésios 2:8“De maneira que a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.” Gálatas 3.24
Crendo em Cristo e na sua morte por nossos pecados, não dependemos mais dos nosso próprios esforços para buscar a salvação. Se assim fosse, estaríamos todos perdidos, pois nenhum homem foi jamais capaz de guardar a Lei durante toda sua vida, exceto Jesus Cristo, o Nazareno. Sendo assim,todos estaríamos condenados. Não só nós como também todos que viveram antes de nós, inclusive Abraão e Moisés.

Bem, vamos relembrar o que já vimos:
Para sermos salvos, precisamos estar perdidos; se estamos perdidos, é porque nós pecamos; se nós pecamos, é porque existe Lei. A mesma Lei, que sempre existiu.
“...porque a Lei suscita a ira; mas onde não há Lei, também não há transgressão.” Rom. 4:15
Então você pergunta de novo:
Muito bem, se, para sermos salvos, não precisamos da Lei, então, para que serve a Lei?
Os versículos já nos disseram. A Lei nos serve de aio, de guia para nos mostrar a diferença entre o certo e o errado.Se somos do pecado, somos condenados pela Lei. Se somos salvos em Cristo, pela fé, somos aprovados pela Lei.
A Lei mostra, para aquele que escolheu seguir a Cristo, qual deve ser o seu verdadeiro proceder em relação ao Pai: O que Lhe agrada, e quais são Seu planos de vida para nós. Digo novamente:

Não temos que guardar a Lei para sermos salvos. Nós a guardamos, porque amamos ao Deus que nos salvou.
Jesus disse:“Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” S. João 14:15

Ele não disse o contrário. Já imaginou uma pessoa dizer que ama a Cristo e continuar a roubar, a matar, a desonrr os pais, a trair a sua mulher, e a fazer tudo aquilo que a Lei diz que é ofensa a Deus? Imagine uma pessoa dizer que ama a Deus e cometer atrocidades para com o próprio corpo, que a Bíblia chama o templo do Espirito Santo. (I Cor. 6:19 ).
Não é necessário pensar muito, para descobrirmos qual é a função da Lei.

Se, verdadeiramente, amamos a Deus, procuramos fazer a Sua vontade acima da nossa, pois Ele deu a sua vida por nós.

30.1.09

A MUDANÇA DO SÁBADO PARA O DOMINGO

Introdução: Denifinição do Dicionário (KLS) relativa à palavra: LEI
"Lei - Regra necessária ou obrigatória: submeter-se a uma lei/Acto de autoridade soberana, que regula, ordena, autoriza ou veda: promulgar uma lei/Lei Divina, conjunto dos preceitos que Deus ordenou aos homens pela revelação.

1- Faz o Sábado parte da Lei Divina?
(Êxodo 20:8-11 o Arcebispo de Olinda e Recife quando fala da Lei de Deus, refere-se à lei instituída pela Igreja Católica Romana e) - Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.
2- Qual, segundo a revelação, seria a atitude de Cristo em relação à Lei?
(Isaías 42:21) - O SENHOR se agradava dele por amor da sua justiça; engrandeceu-o pela lei, e o fez glorioso.

3- No primeiro discurso de Cristo, como se referiu à Lei?
(Mateus 5:17) - Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.

4- A Lei de Deus é para durar por quanto tempo?
(Mateus 5:18) - Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
Nota: Torna-se óbvio por estas afirmações do Senhor Jesus que a Lei de Deus na qual se incorpora o Sábado como mandamento, não seria abolido na dispensação cristã, e que Cristo não tinha em mente fazer qualquer alteração a algum dos mandamentos. No entanto a prática cristã é bem diferente, ou seja, em vez de ter em alta estima a Lei de Deus e naturalmente o Sábado, guardam o Domingo, crendo que foi Cristo que fez esta abolição. Vemos nas próprias palavras do Senhor que não faz nenhuma alusão a alterar. Deve buscar-se, pois, em qualquer outra parte a responsabilidade dessa mundança.

5- Que disse Deus, pelo profeta Daniel (ver neste site o portal: viverpelaverdade), que o poder representado pela "ponta pequena" cuidaria em fazer?
(Daniel 7:25) - E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.

6- Que disse o Apóstolo Paulo, faria "o homem do pecado"?
(II Tessalonicenses 2:2,3) - Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição.
Nota: Só existe um meio pelo qual qualquer poder pode exaltar-se acima de Deus, e esse é pretender mudar a Lei de Deus, e exigir obediencia à sua própria lei em lugar à Lei de Deus.

7- Que poder se atribui autoridade para mudar a Lei de Deus?
* O papado.
"O Papa é de tão grande autoridade e poder que ele pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas... O Papa pode modificar uma Lei Divina, visto o seu poder não provir de homem, mas de Deus, e ele age como representante de Deus na Terra." Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, "Papa," art. 2.

8- Que mandamento da Lei de Deus especialmente cuidou o papado em mudar?
* O quarto mandamento.
"Eles (os Católicos) alegam que o Sábado foi mudado para o Domingo, o dia do Senhor, contrariamente ao Decálogo, como é evidente; nem existe exemplo algum de maior jactância do que a mudança do dia de repouso. Grande, dizem eles, é o poder e autoridade da Igreja, visto haver dispensado um dos Dez Mandamentos." - Augsburg Confessions, Art. XXVIII.
"Ela (a Igreja Católica Romana) subverteu o quarto mandamento, dispensando o Sábado da Palavra de Deus e substituindo-o pelo Domingo, como dia santificado." - S. Summerbell, em History of the Christians, p. 418.

9- Qual foi o propósito de Deus ao ordenar a Israel ao sanfiticar o Sábado?
(Ezequiel 20:20) - E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR vosso Deus.
Nota: Como o Sábado foi dado para que o homem se lembrasse de Deus como Seu Criador, pode perceber-se imediatamente que um poder buscasse exaltar-se acima de Deus, um poder que procuraria em primeiro lugar cobrir ou remover aquilo que chama a atenção do homem para o Seu Criador. Isto não poderia ser feito com mais eficiência do que pondo de parte a memória divina - o Sábado do sétimo dia. A esse trabalho do papado faz Daniel referencia, ao dizer: "Ele cuidará em mudar os tempos e a lei." Daniel 7:25.

10- Reconhece o papado ter mudado o Sábado?
* Sim.
- Pergunta: Como podeis provar que a Igreja possui poder de ordenar festas e dias santos?
- Resposta: Pelo próprio acto da mudança do dia de descanso para o Domingo, o qual todos os Protestantes aceitam; e portanto, contradizem-se positivamente, observando o Domingo, e violando a maioria dos outros dias de festas ordenados pela mesma Igreja.
Abridgement of Christian Doctrine, plo Rev. Henry Tuberville, D.D., do Douay College, França (1649), p. 58.
- Pergunta: Tendes qualquer outra maneira de provar que a Igreja tem poder de instituir festas por preceito?
- Resposta: Não tivesse ela esse poder, e não poderia ter feito aquilo em que concordam todos os Dirigentes das Religiões Cristãs - não poderia ter substituído a observancia do Sábado do sétimo dia da semana, pela do Domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade Escriturística." Catecismo Doutrinal, do Reverendo Stephan Keenan, p. 174.
"A Igreja Católica, por sua própria e infalível autoridade criou o Domingo como dia santificado para substituir o Sábado, da Lei." Kansas City Catholic, de 9 de Fevereiro de 1893.

11- Reconhecem as autoridades católicas não ter a Bíblia mandamento algum para a santificação do Domingo?
"Podereis ler a Bíblia do Génesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do Domingo. As Escrituras ordenam a observancia religiosa do Sábado, dia que nós não santificamos." Cardeal Gibbons em The Faith of Our Fathers, edição de 1892, p. 111.
"O Domingo é uma instituição católica, e a sua observancia só pode ser defendida por principios católicos. De principio a fim das Escrituras não é possível encontrar uma única passagem que autorize a mudança do culto público semanal, do último para o primeiro dia da semana."
Catholic Press (Sidney, Australia), 25 de Agosto de 1900.

12- Reconhecem isso os escritores Protestantes?
* Sim.

O Dr. Edward T. Hiscox, autor do Manual Baptista, fez perante um grupo de pastores, a seguinte e sincera admissão: "Havia e há um mandamento de manda santificar o Sábado, mas esse Sábado não era o Domingo. Dir-se-á, entretanto, e com alguma demonstração de triunfo, que o Sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro dia da semana, com todos os seus deveres, privilégios e sanções. Sinceramente desejo de informação sobre esse assunto, que estudei por muitos anos, pergunto: Onde é possível encontrar-se o registo de uma tal mudança? Não no Novo Testamento, absolutamente não. Não existe prova escrituristica da mudança da instituição do Sábado do sétimo dia para o primeiro dia da semana.
"É claro" conua ele, "que sei prefeitamente ter o Domingo entrado em uso, como dia religioso, na primitiva história cristã, o que sabemos através dos pais da Igreja e de outras fontes. Que pena, porém, que ele nos venha assinalado com a marca do paganismo e baptizado com o nome do deus Sol, em seguida adoptado e sancionado pela apostasia papal, e legado ao protestantismo como uma doação sagrada." De um discurso feito a 13 de Novembro de 1893.

Presbiterianos: "O Sábado cristão (domingo) não se encontra na Escritura, e não era pela Igreja Primitiva chamado o Sábado." Tratado de Teologia de Dwight, vol. 4, p. 401.

Congregacionalistas: "Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observancia do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão." Mode and Subjects of Baptism, por Fowler.

Episcopais: "A festa do Domingo, como todas as outras festividades, foi sempre uma ordenança simplesmente humana, e estava longe das cogitações so Apóstolos estabelecer a este respeito uma ordem divina - longe deles e da Primeira Igreja Apostólica transferir para o Domingo as leis

do Sábado." The History of the Christians Religion and Church, Neander, p. 186.

Metodistas: "É certo não haver mandamento positivo para o baptismo infantil... Também não o há para santificar o primeiro dia da semana." Theological Compend (1902), Rev. Amós Binney, ps. 180,181.

Luteranos: "A observancia do dia do Senhor (domingo) não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da Igreja." Augsburg Confession of Faith.

13- Como se processou esta mudança na observancia dos dias, subitamente ou gradualmente?
* Gradualmente.
"A Igreja Cristã não operou uma transferência formal de um dia para o outro, mas sim gradual e quase inconscientemente." The Voice from Sinai, Archdeacon F. W. Farrar, p. 167.
Nota. Esta é em si mesma, a prova de não ter havido mandamento divino para a mudança do Sábado.

14- Durante quanto tempo foi o Sábado observado na Igreja Cristã?
* Por muitos séculos. Efectivamente, a sua observancia nunca cessou completamente entre os cristãos.
Nota: Diz o Sr. Mrer, ilustre clérigo da Igreja da Inglaterra: "Os primitivos cristãos tinham grande veneração pelo Sábado e passavm o dia em devoção e sermões. E não é de duvidar que os próprios Apóstolos tenham tido esta pratica." Diálogos Sobre o Dia do Senhor, p. 189.
"O Sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador." Learned Treatise of the Sabbath, pelo Professor E. Brerwood, do Gresham College, Londres (Episcopal), p. 77.

Lyman Coleman, criterioso e sincero historiador, diz: "Retrocedendo até ao quinto século, foi contínua a observancia do Sábado na Igreja Cristã, mas com rigor e solenidade gradualmente decrescente, até ser de todo abolida." Ancient Christianity Exemplified, cap. 26, secção 2.
Diz o historiador Sócrates, que escreveu em medados do século V: "Quase todas as igrejas do Mundo celebram os sagrados mistérios no Sábado de cada semana; não obstante os cristãos de Alexandria e de Roma, em vista de alguma antiga tradição, recusaram-se a fazê-lo." Ecclesiastical historiy, Livro V, cap. 22.

Sozomen, outro historiador do mesmo período, escreveu: "O povo de Constantinopla e de outras cidade, congrega-se tanto ao Sábado como no dia imediato; costume esse que nunca é observado em Roma." Idem, Livro 7, cap. 19.
Tudo isto teria sido impensável e impossível caso houvesse sido dado um mandamento divino para a mudança do Sábado. As útimas duas citações mostram também que foi Roma a dar inicio a apostasia do Sábado.
15- Como se originou a observância do Domingo?
“A oposição ao judaísmo introduziu a festividade particular do domingo, muito cedo, realmente, em substituição do Sábado… A festa do Domingo, como todas as outras festividades, era de cariz humana, e estava longe do pensamento dos Apóstolos de o introduzir em substituição do Sábado (apesar da cultura e religiosidade pagã terem como dia de culto religioso o Domingo), longe deles e da Primeira Igreja Apostólica, transferir para o Domingo o mandamento do Sábado. No fim do segundo século, começou a surgir uma progressiva alteração do pensamento cristão, pois a esse tempo o homem (os pagãos) considerava pecado o trabalho aos domingos.” Church History, de Neander, p. 186.

16- Quem pela primeira vez promulgou por lei de observar o Domingo?
* Constantino o Grande.“A mais antiga documentação relativa ao culto aos Domingo como imposição legar é o édito de Constantino, em 321 A. D., que decreta que as cortes de justiça, os habitantes da cidades e o comércio em geral, devessem repousar ao Domingo (venerabili die Solis) exceptuando-se apenas os que se empenhavam em trabalhos agrícolas.”
– Enciclopédia Britânica, nona edição, artigo Domingo.“Constantino o Grande fez uma lei para todo o Império, (321 A. C.), instituindo que o Domingo fosse observado como dia de repouso em todas as cidades e vilas; mas permitindo que os camponeses prosseguissem nos seus trabalhos.” – Enciclopédia Americana, artigo Sábado.

17 - A que obrigava a Lei de Constantino?
“Que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol. Aos moradores dos campos, porém, concede-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados da sua lavoura, visto suceder frequentemente não haver dia mais adequado à sementeira e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar passar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo Céu.” Édito de 7 de Março de 321, A. D., Corpus Júris Civilis cord., Liv. 3, Tit. 12,3.

18- Que testemunho dá Eusébio (270-336), célebre bispo e admirador de Constantino, reputado historiador eclesiástico?
“Todas as coisas, sejam quais forem, que era dever fazer ao Sábado, nós as transferimos para o dia do Senhor (Domingo).”
– Commentary on the Psalms, Cox´s Sabbath Literature, Vol. 1, p. 361.
Nota: A mudança do Sábado foi o resultado dos esforços conjugados da Igreja e do Estado, e passaram-se séculos antes desta concertação.

19- Em que Concílio a Igreja proíbe o Sábado e adopta o Domingo?
“O sétimo dia, Sábado, foi… Cristo prestava culto neste dia, igualmente os Apóstolos e os Cristãos Primitivos, até ao Concílio de Laodicéia, de certo modo, foi neste Concílio que foi abolido inteiramente a sua observância… O concílio de Laodicéia (364 A. D.)… estabeleceu pela primeira vez a observância do dia do Senhor.”

– Dissertation ond the Lord´s Day Sabbath de Prynne, p. 163.

20- História das primeiras denegações Bíblicas
* “Os Cristãos não deverão judaizar e permanecer ociosos no Sábado, mas trabalharão nesse dia… Se, porém, forem achados a judaizar (observar o Sábado), serão separados de Cristo.” History oh the Conusils of the Church, de Hefele, Vol. 2, p. 316.“Em 386, sob Graciano. Valenciano e Teodósio, foi decretado que todo o litígio e trabalho devessem cessar (ao domingo) …“Entre as doutrinas prescritas em carta do Papa Inocêncio I, escrita no último ano do seu pontificado (416), lê-se que o Sábado devia ser observado como dia de jejum…“Em 425, sob Teodósio o Jovem, foi remendada a abstenção de ir a teatros e circos (aos domingos) …“Em 538, no Concílio de Orleans, … foi ordenado que tudo quanto era previamente permitido ao Domingo fosse legar; mas houvesse abstenção do trabalho de arar a terra, ou nas vinhas, derrubadas, colheitas, debulha, plantação e cercas, a fim de que o povo pudesse mais facilmente frequentar a igreja…“No ano 590 o Papa Gregório, em carta ao povo romano, denunciou como profetas do anticristo os que mantivessem que se não devia trabalhar no sétimo dia.” Law of Sunday, por James T. Ringgold, ps. 265-267.

Nota: A última citação é demonstrativa que no ano de 590 havia na Igreja os que ensinavam a respeitar o Sábado, o sétimo dia.

21- De quem diz a Bíblia que somos servos?(Romanos 6:16) – Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?

22- Quando o Senhor Jesus fosse tentado a adorar Satanás, qual foi a Sua resposta?(Mateus 4:10,11) – Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.

23- Que pensam os Católicos dos Protestantes por estes observarem o Domingo?“Foi a Igreja Católica que, por autorização de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o Domingo, em comemoração da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do Domingo pelos Protestantes é uma homenagem que, contra si próprios, prestam à autoridade da Igreja (Católica).” – Plain Talk About Protestantism f Today, por Mons. Ségur, p. 213

24- Como se refere o Senhor Jesus ao culto que não está em conformidade com os Mandamentos de Deus?
(Mateus 15:9) – Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.

25- Quando Israel apostatou, e o culto a Baal se generalizou, qual foi o apelo de Elias?
(I Reis 18:21) - Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o.Conclusão: Em tempos de ignorância Deus tolera o que de outro modo seria pecado; mas quando a Sua luz chega e anuncia a todos os homens e em todo o lugar que se arrependam. Qual deve ser a atitudes que este devem tomar?

Qual será a sua decisão?

ANDANDO COMO ELE ANDOU

INTRODUÇÃO: “Cristianismo é Cristo, não é uma religião, não é uma filosofia, um conceito. Cristianismo é viver a vida de uma Pessoa, Cristo.” Anónimo

1- Que maneira de viver foi apresentada pelo próprio Cristo?(I Pedro 2:21) – Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.

2- As pegadas que Cristo nos deixou para onde nos conduzem?(I João 5:3) – Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.

3- Alguma coisa mudou na maneira de pensar de Cristo em relação ao caminho que Ele ensinou aos Apóstolos?(Hebreus 13:8) – Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente.

4- Tendo como base esta afirmação que Jesus não muda conclui-se que os Seus ensinamentos não mudam. Então porque razão os ensinamentos do Cristianismo Tradicional são tão diferentes?

A) TESTEMUNHOS DE FONTES DE EMINENTES DIRIGENTES CATÓLICOS ROMANOS.

Catholic Mirror (O Espelho Católico) de 23 de Setembro de 1893:“A Igreja Católica, mais de mil anos antes da existência de um único protestante, em virtude da sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o Domingo”Arcebispo D. Duarte Leopoldo, na Concordância dos Santos Evangelhos, p. 146: “Se devemos repelir a Tradição, e aceitar somente o que está escrito na Bíblia, como dizem os Protestantes, porque aceitam eles a santificação do Domingo, o baptismo das crianças e outras práticas que não constam da Escritura Sagrada?”Catecismo Doutrinal, do Reverendo Stephen Keenan, p. 174:

Pergunta: - Tendes qualquer outra maneira de provar que a Igreja tem poder para instituir festas por preceito?

Resposta: - Não tivesse ela esse poder, e não poderia ter feito aquilo em que concordam todos os dirigentes religiosos modernos – não poderia haver substituído a observância do Sábado do sétimo dia da Semana, pelo Domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade escriturística.The Convert´s Cathecism of Catholic Doctrine (Catecismo da Doutrina Católica para os Conversos), do Padre Peter Geierman, C. SS. R., p. 50, segunda edição, 1910, Obra que recebeu a “Bênção Apostólica” do Papa Pio X, em Janeiro de 1910:

Pergunta: Qual é o dia de descanso?

Resposta: O dia de descanso é o Sábado.

P.: Porque se observa o Domingo em vez do Sábado?

R.: Observamos o Domingo em vez do Sábado porque a Igreja Católica, no Concílio de Laodicéia (336 A.D), transferiu a solenidade do Sábado para o Domingo.Cónego Hugo Bressane de Araújo, em Perguntas e Respostas, ps. 22,23.

Pergunta: Qual o dia da Semana a Bíblia ordena santificar?

Resposta: O Sábado. Eis as passagens bíblicas: (o autor cita Êxodo 20:8-11; 31:14,15; Deuteronómio 5:12-14).

P.: Mas a Bíblia manda observar o Domingo em vez do Sábado?

R.: Não.

P.: Quem mudou o dia do Senhor, do Sábado para o Domingo?

R.: A Igreja Católica.

P.: Mas os Protestantes observam o Domingo em vez do Sábado.

R.: Neste ponto seguem a Tradição Católica.Cardeal Gibbons, em Faith of Our Fathers (A Fé dos Nossos Pais), edição de 1893, p. 111: “Podereis ler a Bíblia do Génesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do Domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos.”Padre Júlio Maria, no livro Ataques Protestantes, p. 81: “Em parte nenhuma figura o Domingo como o dia do Senhor…Nós, Católicos Romanos, guardamos o Domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe da nossa Igreja, que preceituou tal ordem do Sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais nos Novo Testamento.”

B) TESTEMUNHOS DE FONTES PROTESTANTES

Dr. Lyman Abbot, na obra Christian Union, de 26 de Junho de 1890: “A noção corrente de que Cristo e os Seus Apóstolos mediante a Sua autoridade substituíram o sétimo dia pelo primeiro, não tem absolutamente base no Novo Testamento.”Bispo Seymour, da Igreja Episcopal, em Why We Keep Sunday (Porque Guardamos o Domingo): “Fizemos a mudança do sétimo dia para o primeiro, do Sábado para o Domingo, por autorização da santa Igreja, Católica, Apostólica de Cristo."

Sir William Domville, no famoso Examination of Six Texts (Exame dos Seis Textos), p. 291: “Séculos da era cristã se passaram antes que o Domingo fosse (geralmente) observado pela Igreja Cristã no lugar do Sábado. A História não nos fornece uma única prova ou indicação de que fosse (oficialmente) observado antes do édito dominical d Constantino, em 321 da nossa era.”

Dwight (Presbiteriano), em Theology Explained and Defended, (Teologia Explicada e Defendida), Vol. 4, p. 40: “O Sábado cristão (Domingo) não se encontra na Escritura, e não era pela Igreja Primitiva chamado Sábado.”

Fowler (Congregacional), em Mode and Sugjects of Baptism (Modos e Assuntos do Baptismo): “Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão.”

Reverendo Amós Binney (Metodista), em Theological Compend (Compêndio Telológico), ps. 180, 181: “É certo não haver mandamento positivo para o baptismo infantil…Tampouco o há para santificar o primeiro dia da semana.”

C) ENCILOPÉDIAS E MANUAIS DAS IGREJAS

Encilopédia Chambers, artigo Sábado: "Por nenhum dos Pais antes do quarto século é ele (o primeiro dia da semana) identificado como sendo o Sábado; nem o dever de o observar se alicerça que no quarto mandamento quer em preceito ou exemplo de Cristo ou dos Seus Apóstolos. Inquestionavelmente a primeira lei, quer eclesiástica quer civil, mediante que se sabe haver sido ordenada a observancia sabática daqueles dias, é o édito de Constantino, em 321 da nossa era... Não foi senão no ano 538 que, por autoridade eclesiástica (3º Concílio de Orleans) foi recomendado a abstenção dos trabalhos do campo, em vez de os permitir, e isso feito expressamente no sentido de o povo dispôr de mais folga para ir à igreja e fazer as suas orações."

Enciclopédia Britânica, artigo Domingo: "Foi Constantino que primeiro legislou sobre a observância do Domingo, e, segundo Eusébio, determinou que esse dia fosse relarmente celebrado em todo o Império Romano."

Cox´s Sabbath Manual, citando Augsburg Confession of Faith, documento Luterano, secção 10, da parte 2: "A observância do dia do Senhor (domingo) não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da Igreja."

5- Que influência, tanto a Bíblia como a História revelam ter estado em operaçãona Igreja imediatamente após os dias Apostólicos?
(Atos 20:30) - E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.
"No intervalo entre os dias dos Apóstolos e a conversão de Constantino, a comunidade cristã mudou de aspecto... Ritos e cerimónias de que nem Paulo nem Pedro tiham ouvido, entraram subtilmente em uso, reivindicando depois a dignidade de instituição divina." - Dr. W.D.Killens´s (Presbiteriano), The Ancient Church, prefácio.

6- Que disse Cristo do culto baseado em preceitos de homens?
(Mateus 15:9) - Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.7- Que disse o Senhor seria feito com toda a planta que Deus não plantou?
(Mateus 15:13) - Ele, porém, respondendo, disse: Toda a planta, que meu Pai celestial não plantou, será arrancada.

Como vimos de forma transparente esta mudança do Sábado para o Domingo não tem o cunho de Deus, ela não é de origem divina, este motivo mais que suficiente para voltar ao caminho indicado por Deus. Esta foi a minha decisão e dou graças a Deus pelo Espírito Santo que agiu no meu coração e me guiou e guia em Jesus. Deus lhe dê força e bênção a si também para decidir pelo que é recto e justo.

A VERDADE PRESENTE


1- Como é o ser humano santificado?
(João 17:17) - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.

2- A que conhecimento quer Deus que cheguem todos os homens?
(I Timóteo 2:4) - Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

3- Depois de receber o conhecimento da verdade, que deve a pessoa fazer a fim de ser por ela santificada?
(II Tessalonicenses 2:13) - Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, ...por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade.

4- Que é necessário além da mera crença na verdade?
(I Pedro 1:2) - Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.

5- Que efeito tem a obediência à verdade?
(I Pedro 1:22) - Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro.

6- Como deve a verdade ser sempre acariciada?
(Provérbios 23:23) - Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.

7- Reconhece a Bíblia o que pode ser chamado a "presente verdade"?
(II Pedro 1:12) - Por isso não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade.

Nota: Tais verdades são aplicáveis a todas as eras, e são portanto verdade presente para toda a geração; outras são de carácter especial, e aplicando-se únicamente a uma geração. Não são, no entanto, de modo nenhum menos importantes por esse motivo; pois da sua aceitação ou rejeição depende para as pessoas dessa época o salvarem-se ou perderem-se. Desta espécie era a mensagem de Noé, de um Dilúvio por vir. Para a geração a quem foi pregada, aquela mensagem era verdade presente; para as gerações posteriores, ela tem sido verdade passada, e não uma mensagem actual. Semelhantemente, houvesse a mensagem do primeiro advento proclamada por João Baptista, de que o Messias estava às portas, sido proclamada uma geração antes ou uma geração depois do tempo de João, e não teria sido aplicável - não teria sido verdade presente. O povo da geração da geração da geração anterior não teria vivido para ver-lhe o cumprimento, e para os que vivessem depois teria sido fora de lugar. Não é assim com as verdades gerais, como o amor, a fé, a esperança, o arrependimento, a obediência, a justiça e a misericórdia. Estas são sempre oportunas, e de carácter salvador. As presentes verdades, no entanto, incluem sempre todas essas, sendo assim de carácter salvador, e de importância vital.

8- Qual foi a mensagem especial para a época de Noé?
(Gênesis 6:13) - Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra. (Gênesis 6:14) - Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume.

9- De que modo mostrou Noé fe nessa mensagem?
(Hebreus 11:7) - Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.

10- Quantos se salvaram na arca?
(I Pedro 3:20) - Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água.

Nota: Indubitavelmente muitos dos que se perderam no Dilúvio mantinham, normalmente, a fé em Deus; mas a prova quanto à genuinidade da mesma veio com a mensagem especial de Noé; e a diferença entre a a fé que eles tinham e a de Noé e da sua família tornou-se evidente quando eles rejeitaram a salvadora mensagem para aquele tempo - a mensagem de advertencia quanto ao Dilúvio iminente.

11- Que mensagem especial foi dada a Ninive?
(Jonas 3:3,4) - E levantou-se Jonas, e foi a Nínive, segundo a palavra do SENHOR. Ora, Nínive era uma cidade muito grande, de três dias de caminho. E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, dizendo: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida.

12- O que salvou o povo da destruição anunciada?
(Jonas 3:5-10) - E os homens de Nínive creram em Deus; e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até ao menor. ... E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha anunciado lhes faria, e não o fez.
Nota: Assim teria Deus poupado o povo no tempo de Noé, tivessem eles recebido a mensagem e convertido dos seus pecados e maus caminhos.

13- Qual era a missão especial de João Baptista?
(João 1:6,7) - Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.

14- Que resposta deu João quando questionado sobre a sua missão?
(João 1:23) - Disse: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.

15- Como se referiu o Senhor Jesus aos que rejeitaram a mensagem pregada por João?
(Lucas 7:30) - Mas os fariseus e os doutores da lei rejeitaram o conselho de Deus contra si mesmos, não tendo sido batizados por ele.

16- O que fazia o povo que foi baptizado por João?
(Lucas 7:29) - E todo o povo que O ouviu e os publicanos, tendo sido batizados com o batismo de João, justificaram a Deus.
Nota: Isto é, honraram a Deus por esse acto, que mostrava a fé na verdade de Deus para aquele tempo.

17- O povo escolhido (Israel) de Deus recebeu a Cristo, quando Ele veio ao mundo?
(João 1:11) - Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

18- Que razão apresentaram para O não receber?
(João 9:29) - Nós bem sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos de onde é.
Comentário: Esta era a questão; eles não tinham fé em coisa alguma nova. Sabiam que Deus falara por meio de Moisés: aparentemente exigia pouca fé crer nesta verdade. Sentiam-se perfeitamente seguros que quando viesse O reconheceriam e naturalmente O aceitariam, tudo demonstraria que era O enviado de Deus. Todos o poderiam ver. Mas ali estava Alguém que, embora houvesse vindo em cumprimento das profecias de Moisés e dos Profetas como o tão ansiado Messias, o povo e especialmente os dirigentes raciocionaram que era um risco muito grande aceitá-Lo, e isto porque não compreenderam as profecias tão claramente exaradas nas Escrituras. O aceitar a Cristo exigia fé e eles queriam aceitar por vista, intelectualmente (a fé e a inteligência são duas irmãs que caminham de mãos dadas e por vezes a fé deve prevalecer). Por outro lado, aceitar a Jesus exigia uma mudança dos pontos de vista, uma reforma na maneira de viver. Por tudo isto Cristo veio e foi rejeitado. Acreditavam no Dilúvio, acreditavam nos Profetas; mas no que dizia respeito a esta verdade especial para o seu tempo, recusaram-se em aceitá-la. Tem sido sempre assim ao longo do tempo, assim acontecerá até ao fim.

19- Qual foi o resultado dos Judeus terem recusado Jesus?
(Lucas 19:41,42) - E, quando ia chegando, vendo a cidade, chorou sobre ela, Dizendo: Ah! se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos.

20- Terá Deus uma mensagem especial para os últimos dias?
(Mateus 24:44,45) - Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis. Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?
Nota: Nos últimos dias uma mensagem será proclamada e será "sustento a seu tempo" para o povo. Ela deve ser a advertencia quanto à próxima vindo do Senhor, e a preparação necessárias para com Ele se encontrar. O facto dessa mensagem não ter sido sempre pregada, não é prova de que o não deva ser agora. No seu discurso de despedida aos pais peregrinos, quando deixaram a Holanda e ir para a América, João Robinson disse: "O Senhor sabe se vos voltarei a ver um dia; mas seja o que for que Ele tenha designado, conjuro-vos diante de Deus e dos Seus benditos anjos a não me seguirdes mais além do que eu haja seguido a Cristo. Se Deus vos revelar qualquer coisa por meio de outro instrumento Seu, sede tão prontos a recebe-la como sempre fostes a receber qualquer verdade por meu ministério; pois tenho muita confiança que que o Senhor tenha mais verdade e luz a fazer irradiar da Sua Palavra."

21- Que diz Cristo do servo que, quando Ele vier for achado a dar "o sustento a seu tempo"?
(Mateus 24:46) - Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim.
Nota: A vinda de Cristo em glória tem sido a esperança dos fiéis de todos os séculos.
Lutero declarou: "Persuado-me de que o dia do juízo não tardará nem trezentos anos. Deus não há de, não pode sofrer por muito mais tempo este mundo ímpio. Aproxima-se o grande dia em que será subvertido o reino da abominação."
Calvino pediu aos cristãos que "não hesitassem, desejando ardentemente o dia da vinda de Cristo, como o mais auspicioso de todos os acontecimentos;" declarou que: "toda a família humanados fiéis há de conservar em vista aquele dia." "Devemos ter fome de Cristo, devemos buscar, contemplar" acrescenta ele, "até a aurora daquele grande dia, quando nosso Senhor há de manifestar a glória do Seu reino."

22- Qual será o tema principal da final mensagem evangélica?
(Apocalipse 14:7-10) - Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição. E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão. Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

23- Como são descritos os que aceitam essa mensagem?
(Apocalipse 14:12) - Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

24- Com que zêlo deve esta obra ser levada avante?
(Lucas 14:23) - E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.
Conclusão: Esta obra está a ser cumprida agora. Em toda a parte do Mundo a mensagem presente está a ser pregada. Esta mensagem como vimos em Apocalipse 14:12 apresenta-se com 3 itens: Perseverança, Fé em Jesus e Guarda dos mandamentos de Deus. Este é o povo que à semelhança de João Baptista está a preparar um povo para a vinda de Jesus. Quer tomar a decisão de preparar-se para este evento de esperança? Aceite A VERDADE PRESENTE!