22.9.14

O Pequeno Tempo de Angústia

Na página 33 [de Primeiros Escritos] é dito o seguinte: “... Ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente.”
Esta visão foi dada em 1847, quando havia apenas poucos dentre os irmãos do advento observando o sábado, e desses somente uns poucos supunham que sua observância era de suficiente importância para constituir uma linha de separação entre o povo de Deus e os incrédulos. Agora o cumprimento desta visão está começando a ser visto. O “início do tempo de angústia” ali mencionado, não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo. — Primeiros Escritos, 85-86.
O fim da liberdade religiosa nos estados unidos
A lei de Deus, pela intervenção de Satanás, irá ser invalidada. Em nossa terra [Estados Unidos] de alardeada liberdade, a liberdade religiosa terá o seu fim. A luta será decidida no que toca ao assunto do sábado, e agitará o mundo inteiro. — Evangelismo, 236.
Uma grande crise aguarda o povo de Deus. Muito em breve nossa nação procurará impor a todos a

19.9.14

Amabilidade, Ternura e Simpatia

Quando os seus conselhos não são seguidos — Deus vê cada transação. Nada pode ser oculto d´Ele. Há muitos homens que assumem responsabilidades demais e não têm cultivado amor, compaixão, simpatia e ternura que caracterizam a vida do cristão. Ao lidar com alguns de seus irmãos que não seguiram os seus conselhos, ou que questionaram a sua atitude, ou se comportaram de modo a não lhes agradar, não manifestam amor, embora essas almas tenham sido compradas pelo sangue de Cristo e sejam mui preciosas aos olhos de Deus por causa de sua simplicidade e sua integridade em defender o que é correto a qualquer custo. — Carta 31a, 1894, 14, (27 de Outubro de 1894, a A. R. Henry).{LC 13.1}
Prazer em ferir almas — Sinto-me entristecida ao ver que há pessoas em posições de confiança que cultivam muito pouco a compaixão e ternura de Cristo. Elas nem mesmo cultivam e manifestam amor para com seus irmãos e irmãs na fé. Não exercem o precioso tato que deve unir e curar aqueles que se extraviam. Em vez disso, mostram crueldade de espírito, que conduz os errantes ainda mais longe no caminho da escuridão, e fazem anjos chorar. Alguns parecem se alegrar em ferir e maltratar pessoas que estão prestes a perecer. Quando olho para homens que lidam com a sagrada verdade, que sustentam sagradas responsabilidades e estão deixando de cultivar o espírito de amor e ternura, tenho vontade de clamar: “Convertei-vos,

16.9.14

Abra o Coração a Deus

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O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”. Provérbios 28:13. As condições para obter a misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer que façamos algo difícil para que tenhamos o perdão dos nossos pecados. Não precisamos fazer longas e cansativas peregrinações, nem pagar dolorosas penitências com o objetivo de encomendar nossa alma ao Deus do Céu, ou para expiar nossa transgressão; mas aquele que confessar e deixar seu pecado alcançará misericórdia. {CCn 25.1}
Diz o apóstolo: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados”. Tiago 5:16. Confesse seus pecados a Deus, o único que pode perdoá-los, e as faltas uns aos outros. Se você ofendeu um amigo ou vizinho, deve reconhecer seu erro, e ele tem o dever de perdoar-lhe. Você deverá, então, buscar o perdão de Deus, pois a pessoa ofendida é propriedade de Deus e, ao magoá-la, você pecou contra o Criador e Redentor. O caso é levado ao único verdadeiro Mediador, nosso grande Sumo Sacerdote, que “foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” e quem pode “compadecer-Se das nossas fraquezas”, o qual tem condições de purificar-nos de toda mancha de iniquidade. Hebreus 4:15.
Os que não se humilharam diante de Deus, reconhecendo sua culpa, ainda não cumpriram a primeira condição para que sejam aceites. Se ainda não experimentamos o arrependimento completo e definitivo e não confessamos nosso pecado com verdadeira humildade e espírito quebrantado, aborrecendo nossa iniquidade, não estamos buscando o perdão dos nossos pecados com sinceridade. E, procedendo assim, jamais encontraremos a paz de Deus. A única razão para não termos nossos pecados perdoados é não estarmos dispostos a humilhar o coração e a aceitar as condições da Palavra da verdade. As instruções a respeito desta questão são bem claras: A confissão do pecado, seja ele público ou oculto, deve ser feita de maneira franca e sincera. O pecador não deve ser forçado a confessar. Também não deve ser feita de maneira displicente e descuidada, nem exigida daqueles que não reconhecem o terrível caráter do pecado. A confissão que é o desafogar do coração é a que chega até o Deus da infinita misericórdia. Diz o salmista: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido”. Salmos 34:18.

15.9.14

Chamados Filhos e Filhas de Deus

Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não O conheceu a Ele mesmo. 1 João 3:1. Ao considerar João o amor de Cristo, foi levado a exclamar: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus.” 1 João 3:1. Os homens consideram um privilégio ver um personagem de família real, e milhares vão a grandes distâncias para o conseguir. Quão maior privilégio não é ser filhos e filhas do Altíssimo! Que maior privilégio nos poderia ser concedido do que ter entrada na família real? Para tornar-nos filhos e filhas de Deus, cumpre separar-nos do mundo. “Saí do meio deles, e apartai-vos”, diz o Senhor, “e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas.” 2 Coríntios 6:17, Há diante de nós um Céu, uma coroa de vida a ganhar. Mas somente ao vencedor é dada a recompensa. O que obtém o Céu precisa estar revestido das vestes da justiça. “E qualquer que nEle tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro.” 1 João 3:3. No caráter de Cristo não havia desarmonia de espécie alguma. E o mesmo pode acontecer conosco. Nossa vida pode ser regida pelos princípios que governaram a Sua vida. Mediante a perfeição do sacrifício oferecido pela raça culpada, os que crêem em Cristo, chegando-se a Ele, podem ser salvos da ruína eterna. ... Ninguém seja tão iludido pelo inimigo que pense ser uma condescendência da parte de homem algum, por mais talentoso ou instruído ou honrado que seja ele, o aceitar a Cristo. Todo ser humano deve olhar ao Céu com reverência e reconhecimento, e exclamar com assombro: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus”! 1 João 3:1.

Purificados como Jesus pois Ele é puro
E qualquer que nEle tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro. 1 João 3:3. Cristo queria elevar e refinar a mente humana, purificando-a de
toda escória, de modo a poder o homem apreciar o amor que não tem paralelo.. Mediante o arrependimento, a fé e as boas obras, ele pode aperfeiçoar um caráter justo e reivindicar, pelos méritos de Cristo, os privilégios dos filhos de Deus. Os princípios da verdade divina, recebidos e acariciados no coração, levar-nos-ão a uma altura de excelência moral que não haveríamos imaginado possível atingirmos. ... “E qualquer que nEle tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro.” 1 João 3:3. A santidade de coração e pureza de vida, eis os grandes objetivos dos ensinos de Cristo. Em Seu sermão do monte, depois de especificar o que precisa ser feito a fim de ser bem-aventurado, e o que é preciso não fazer, diz: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos Céus.” Mateus 5:48. A perfeição, a santidade — nada menos que isso lhes daria êxito no sustentar os princípios que lhes dera. Sem essa santidade, o coração humano é egoísta, pecaminoso e depravado. A santidade levará seu possuidor a dar frutos, e ser rico em toda boa obra. Ele nunca se cansará de fazer o bem; tão pouco terá em vista a promoção neste mundo; visará a ser promovido pela Majestade do Céu quando Ele exaltar a Seu trono Seus santificados e santos. ... A santidade de coração produzirá retas Ações Como Deus é puro em Sua esfera, assim o homem deve ser na sua. E será puro, se Cristo, a esperança da glória, habitar no interior; pois ele imitará a vida de Cristo e refletirá Seu caráter. Purificados como Ele é puro, A principesca dignidade do caráter cristão resplandecerá como o Sol, e os raios luminosos irradiados da face de Cristo se refletirão nos que se purificaram a si mesmos assim como Ele é puro. A pureza de coração levará à pureza da vida.

Poder de tornar-nos filhos de Deus,
Mas a todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu nome. João 1:12. A filiação divina não é qualquer coisa que obtenhamos por nós mesmos. Unicamente aos que recebem Cristo como seu Salvador, é dado o poder de tornarem-se filhos e filhas de Deus. O pecador não pode, por nenhum poder a ele inerente, livrar-se do pecado. Para isso conseguir, ele precisa olhar a um Poder mais alto. João exclamou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado.” João 1:29. Unicamente Cristo possui poder de purificar o coração. Aquele que busca o perdão e aceitação, só pode dizer: “O preço do resgate eu não o tenho; à Tua cruz, somente, eu me

11.9.14

Salvo Unicamente “em Cristo”

“Ele me salvará agora”
Pode dizer o pecador a perecer: “Sou um pecador perdido; mas Cristo veio buscar e salvar o que se havia perdido. Diz Ele: ‘Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores.’. Marcos 2:17. Sou pecador, e Ele morreu na cruz do Calvário para me salvar. Nem um momento mais preciso ficar sem me salvar. Ele morreu e ressurgiu para minha justificação, e me salvará agora. Aceito o perdão que prometeu.” — Mensagens Escolhidas 1:392.
Aquele que se arrepende de seu pecado e aceita o dom da vida do Filho de Deus, não pode ser vencido. Apoderando-se, pela fé, da natureza divina, torna-se ele um filho de Deus. Ele ora, ele crê. Quando tentado e provado, suplica o poder, pelo qual Cristo morreu para conceder, e vence pela Sua graça. Isso todo pecador deve compreender. Deve arrepender-se de seu pecado, deve crer no poder de Cristo e aceitar esse poder para salvá-lo e guardá-lo do pecado. Quão gratos deveríamos ser pelo dom do exemplo de Cristo! — Mensagens Escolhidas 1:224.
Por que preocupar-se?
A vida em Cristo é uma vida de descanso. Pode não haver êxtase de sentimentos, mas deve existir uma constante, serena confiança. Vossa esperança não está em vós mesmos; está em Cristo. Vossa fraqueza se acha unida à Sua força, vossa ignorância à Sua sabedoria, vossa fragilidade ao Seu eterno poder. ... {RR 24.4}
Não devemos fazer de nós mesmos o centro, nutrindo ansiedade e temor quanto à nossa salvação. Tudo isto desvia a pessoa da Fonte de nosso poder. Confiai a Deus a preservação de vossa alma, e nEle esperai. Falai e pensai em Jesus. Que o próprio eu se perca nEle. Ponde de parte a dúvida; despedi vossos temores. Dizei com o apóstolo Paulo: “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e Se entregou a Si mesmo por mim.” Gálatas 2:20. Repousai em Deus. Ele é capaz de guardar aquilo que Lhe confiastes. Se vos abandonardes em Suas mãos, Ele vos tornará mais que vencedores por Aquele que vos amou. — Caminho a Cristo, 70-72.
Pode-se contar com isto
Ele, que pela expiação proveu ao homem um infinito tesouro de força moral, não deixará de empregar esse poder em nosso favor. ... Em todo o poderio satânico não há força para vencer uma única pessoa que se rende confiante a Cristo. — Parábolas de Jesus, 157.
Abundante graça foi provida para que o crente possa manter-se livre do pecado. — Mensagens Escolhidas 1:394.
NEle temos uma oferta completa, um infinito sacrifício, um poderoso Salvador, capaz de salvar

9.9.14

O Éden Gloriosamente Restaurado

O jardim do Éden permaneceu na Terra muito tempo depois que o homem fora expulso de seus agradáveis caminhos. Génesis 4:16. Foi permitido à raça decaída por muito tempo contemplar o lar da inocência, estando a sua entrada vedada apenas pelos anjos vigilantes. A porta do Paraíso, guardada pelos querubins, revelava-se a glória divina. Para ali iam Adão e seus filhos a fim de adorarem a Deus. Ali renovaram seus votos de obediência àquela lei cuja transgressão os havia banido do Éden. Quando a onda de iniquidade se propagou pelo mundo, e a impiedade dos homens determinou sua destruição por meio de um dilúvio de água, a mão que plantara o Éden o retirou da Terra. Mas, na restauração final de todas as coisas, quando houver “um novo céu e uma nova Terra” (Apocalipse 21:1), será restabelecido, mais gloriosamente adornado do que no princípio.{ViC 77.1}
Então os que guardaram os mandamentos de Deus respirarão com um vigor imortal, por sob a árvore da vida (Apocalipse 2:7; Apocalipse 22:14); e, através de infindáveis séculos, os habitantes dos mundos que não pecaram contemplarão no jardim de delícias um modelo da obra perfeita da criação de Deus, sem qualquer sinal da maldição do pecado — modelo do que teria sido a Terra inteira se tão-somente houvesse o homem cumprido o plano glorioso do Criador. — Patriarcas e Profetas, 62.
Uma visão dada a Moisés
[Moisés] Viu a segunda vinda de Cristo em glória, os justos mortos ressuscitados para vida imortal e os santos vivos trasladados sem ver a morte, juntos ascendendo com cânticos de alegria para a cidade de Deus.{ViC 78.1}
Ainda outra cena se desdobrara à sua vista — a Terra livre da maldição, mais linda do que a bela terra da promessa, que tão poucos momentos antes se estendera perante ele. Não há pecado, e a morte não pode entrar ali. Encontram, ali, as nações dos salvos o seu lar eterno. Com indizível alegria Moisés olha para a cena — a realização de um livramento mais glorioso do que jamais esboçaram as suas mais radiosas esperanças. Passada para sempre sua peregrinação terrestre, entrou finalmente o Israel de Deus na boa terra. — Patriarcas e Profetas, 477.
O Éden florescerá novamente
Quando o Éden volver a florir na Terra, a lei divina do amor será obedecida por todos debaixo do Sol. — O Maior Discurso de Cristo, 51.{ViC 78.3}
"Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos
novos céus e nova terra, em que habita a justiça."
 (II Pedro 3 : 13)
A terra redimida
O grande plano da redenção tem como resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de maneira completa. Tudo que se perdera pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas também a Terra, a fim de ser a eterna habitação dos obedientes. Durante seis mil anos, Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora se cumpre o propósito original de Deus ao criá-la. “Os santos do Altíssimo receberão o reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade.” Daniel 7:18.
“Desde o nascimento do Sol até ao ocaso, seja louvado o nome do Senhor.” Salmos 113:3. “Naquele dia um será o Senhor, e um será o Seu nome.” “E o Senhor será Rei sobre toda a Terra.” Zacarias 14:9. Dizem as Escrituras: “Para sempre, ó Senhor, a Tua Palavra permanece no Céu.” Salmos 119:89. São “fiéis todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre”. Salmos 111:7, 8. Os santos estatutos que Satanás odiara e procurara destruir serão honrados por todo um Universo sem pecados. E “como a terra produz os seus renovos, e como o horto faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Jeová fará brotar a justiça e o louvor para todas as nações”. Isaías 61:11. — Patriarcas e Profetas, 342.
Adão vê o Éden novamente
Quando os fiéis mortos ressuscitarem e o Rei da glória abrir diante deles os portais da cidade de Deus, e os povos que aceitaram a verdade nela entrarem, quanta beleza e glória irão contemplar os olhos atónitos daqueles que neste mundo não viram belezas maiores do que restou na natureza manchada pela culpa do pecado que cobre toda a Terra.{ViC 79.2}

É impossível descrever a reação de alegria de Adão, ao ele contemplar de novo o Paraíso, o jardim do Éden, aquele que foi seu lar feliz, e do qual estivera separado durante tanto tempo por causa da sua transgressão. Ele observa aquelas apreciadas flores e árvores, de tão variadas espécies de fruto e beleza, às quais ele tinha dado nome, enquanto ainda em seu estado de inocência. Ele tem sua atenção despertada pelas belíssimas videiras, com as quais se deleitava armando caramanchéis. Mas sua gratidão extravasa quando ele de novo tem diante de si a árvore da vida, com seus ramos espalhados e resplendentes frutos. Agora, outra vez ele tem acesso àqueles frutos e folhas. Antes de mais nada, ele curva-se em adoração, aos pés do Rei da glória e, em seguida, com todos os remidos, entoa o cântico: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto.” Apocalipse 5:12. Adão perdera o Éden pela desobediência aos mandamentos de Deus. Agora, recebe de novo o amado jardim através do arrependimento e fiel obediência. Carregou a culpa pela desobediência, frui agora a bênção da obediência. — Spiritual Gifts 3:88, 89. 

5.9.14

O Éden Restaurado

Gloriosamente restaurado
O jardim do Éden permaneceu na Terra muito tempo depois que o homem fora expulso de seus agradáveis caminhos. Génesis 4:16. Foi permitido à raça decaída por muito tempo contemplar o lar da inocência, estando a sua entrada vedada apenas pelos anjos vigilantes. A porta do Paraíso, guardada pelos querubins, revelava-se a glória divina. Para ali iam Adão e seus filhos a fim de adorarem a Deus. Ali renovaram seus votos de obediência àquela lei cuja transgressão os havia banido do Éden. Quando a onda de iniquidade se propagou pelo mundo, e a impiedade dos homens determinou sua destruição por meio de um dilúvio de água, a mão que plantara o Éden o retirou da Terra. Mas, na restauração final de todas as coisas, quando houver “um novo céu e uma nova Terra” (Apocalipse 21:1), será restabelecido, mais gloriosamente adornado do que no princípio.{ViC 77.1}
Então os que guardaram os mandamentos de Deus respirarão com um vigor imortal, por sob a árvore da vida (Apocalipse 2:7; Apocalipse 22:14); e, através de infindáveis séculos, os habitantes dos mundos que não pecaram contemplarão no jardim de delícias um modelo da obra perfeita da criação de Deus, sem qualquer sinal da maldição do pecado — modelo do que teria sido a Terra inteira se tão-somente houvesse o homem cumprido o plano glorioso do Criador. — Patriarcas e Profetas, 62. {ViC 77.2}
Uma visão dada a Moisés
[Moisés] Viu a segunda vinda de Cristo em glória, os justos mortos ressuscitados para vida imortal e os santos vivos trasladados sem ver a morte, juntos ascendendo com cânticos de alegria para a cidade de Deus.{ViC 78.1}
Ainda outra cena se desdobrara à sua vista — a Terra livre da maldição, mais linda do que a bela terra da promessa, que tão poucos momentos antes se estendera perante ele. Não há pecado, e a morte não pode entrar ali. Encontram, ali, as nações dos salvos o seu lar eterno. Com indizível alegria Moisés olha para a cena — a realização de um livramento mais glorioso do que jamais esboçaram as suas mais radiosas esperanças. Passada para sempre sua peregrinação terrestre, entrou finalmente o Israel de Deus na boa terra. — Patriarcas e Profetas, 477.{ViC 78.2}
O Éden florescerá novamente
Quando o Éden volver a florir na Terra, a lei divina do amor será obedecida por todos debaixo do Sol. — O Maior Discurso de Cristo, 51.{ViC 78.3}
A terra redimida
O grande plano da redenção tem como resultado trazer de novo o mundo ao favor de Deus, de maneira completa. Tudo que se perdera pelo pecado é restaurado. Não somente o homem é redimido, mas também a Terra, a fim de ser a eterna habitação dos obedientes. Durante seis mil anos, Satanás tem lutado para manter posse da Terra. Agora se cumpre o propósito original de Deus ao criá-la. “Os santos do Altíssimo receberão o reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade.” Daniel 7:18. {ViC 78.4}
“Desde o nascimento do Sol até ao ocaso, seja louvado o nome do Senhor.” Salmos 113:3. “Naquele dia um será o Senhor, e um será o Seu nome.” “E o Senhor será Rei sobre toda a Terra.” Zacarias 14:9. Dizem as Escrituras: “Para sempre, ó Senhor, a Tua Palavra permanece no Céu.” Salmos 119:89. São “fiéis todos os Seus mandamentos. Permanecem firmes para todo o sempre”. Salmos 111:7, 8. Os santos estatutos que Satanás odiara e procurara destruir serão honrados por todo um Universo sem pecados. E “como a terra produz os seus renovos, e como o horto faz brotar o que nele se semeia, assim o Senhor Jeová fará brotar a justiça e o louvor para todas as nações”. Isaías 61:11. — Patriarcas e Profetas, 342.{ViC 79.1}
Adão vê o Éden novamente
Quando os fiéis mortos ressuscitarem e o Rei da glória abrir diante deles os portais da cidade de Deus, e os povos que aceitaram a verdade nela entrarem, quanta beleza e glória irão contemplar os olhos atónitos daqueles que neste mundo não viram belezas maiores do que restou na natureza manchada pela culpa do pecado que cobre toda a Terra.{ViC 79.2}

É impossível descrever a reação de alegria de Adão, ao ele contemplar de novo o Paraíso, o jardim do Éden, aquele que foi seu lar feliz, e do qual estivera separado durante tanto tempo por causa da sua transgressão. Ele observa aquelas apreciadas flores e árvores, de tão variadas espécies de fruto e beleza, às quais ele tinha dado nome, enquanto ainda em seu estado de inocência. Ele tem sua atenção despertada pelas belíssimas videiras, com as quais se deleitava armando caramanchéis. Mas sua gratidão extravasa quando ele de novo tem diante de si a árvore da vida, com seus ramos espalhados e resplendentes frutos. Agora, outra vez ele tem acesso àqueles frutos e folhas. Antes de mais nada, ele curva-se em adoração, aos pés do Rei da glória e, em seguida, com todos os remidos, entoa o cântico: “Digno, digno é o Cordeiro que foi morto.” Apocalipse 5:12. Adão perdera o Éden pela desobediência aos mandamentos de Deus. Agora, recebe de novo o amado jardim através do arrependimento e fiel obediência. Carregou a culpa pela desobediência, frui agora a bênção da obediência. — Spiritual Gifts 3:88, 89. {ViC 79.3}

4.9.14

Finalmente Face a Face

Uma nova visão do céu
Que fonte de alegria para os discípulos foi saber que tinham tal Amigo no Céu para interceder em seu favor! Por meio da visível ascensão de Cristo foram alterados todos os seus conceitos e expectativas do Céu. Anteriormente, seus pensamentos se haviam demorado nele como uma região de espaço ilimitado, habitada por espíritos sem substância. Agora, o Céu estava relacionado com o conceito de Jesus, a quem haviam amado e reverenciado mais do que todos os outros, com quem haviam conversado e viajado, em quem haviam tocado, até mesmo no Seu corpo ressuscitado, quem lhes falara de esperança e trouxera conforto para o coração, o mesmo Senhor que fora levado de diante dos seus olhos, enquanto ainda falava, de quem ainda recordavam até o tom da voz, ao ser envolto pela nuvem de anjos: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.” Mateus 28:20.{ViC 67.1}
O Céu não podia mais parecer-lhes um espaço indefinido e incompreensível, repleto de espíritos intangíveis. Consideravam-no agora como seu futuro lar, em que seu amoroso Redentor estava preparando mansões para eles. A oração se revestira de novo interesse, visto que era uma comunhão com o seu Salvador. Com novas e vibrantes emoções e uma firme confiança de que sua oração seria respondida, eles foram para o cenáculo a fim de apresentar suas petições e clamar pelo cumprimento da promessa, já que o Senhor dissera: “Pedi e recebereis” (Mateus 7:7) “para que vossa alegria seja completa.” João 17:13. Eles oravam em nome de Jesus. {ViC 67.2}
Eles tinham um evangelho para pregar — Cristo em forma humana, um Homem de dores; Cristo em humilhação, tomado por mãos ímpias e crucificado; Cristo ressurreto e assunto ao Céu, introduzido à presença de Deus, para ser o Advogado do homem; Cristo a voltar com poder e grande glória nas nuvens do céu. — Eventos Finais, 285, 286; A Maravilhosa Graça de Deus, 47 (Meditações Matinais, 1974).{ViC 68.1}
Este mesmo Jesus
Cristo ascendera ao Céu na forma humana. Os discípulos viram a nuvem recebê-Lo. O mesmo Jesus que andara, e falara e orara com eles; Aquele que partira com eles o pão; que com eles estivera nos botes, no lago; e que fizera com eles, naquele mesmo dia, a penosa subida do Olivete — o mesmo Jesus fora agora para partilhar do trono do Pai. E os anjos lhes asseguraram que Aquele mesmo que viram subir ao Céu, voltaria outra vez assim como subira. Virá “com as nuvens, e todo o olho O verá”. Apocalipse 1:7.{ViC 68.2}
“Porque o mesmo Senhor descerá do Céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão.” 1 Tessalonicenses 4:16. “Quando o Filho do homem vier em Sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua glória.” Mateus 25:31. Então se cumprirá a promessa do próprio Senhor aos discípulos. “Se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também.” João 14:3. Bem podiam os discípulos se regozijar na esperança da vinda do Senhor. — O Desejado de Todas as Nações, 832. {ViC 68.3}
Os discípulos ainda estavam com os olhos fitos no céu quando, “eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no Céu, há de vir assim como para o Céu O vistes ir”. Atos 1:10, 11.{ViC 69.1}
A promessa da segunda vinda de Cristo deveria ser conservada sempre viva na mente de Seus discípulos. O mesmo Jesus, a quem viram subir ao Céu, viria outra vez, para receber aos que na Terra se entregam a Seu serviço. A mesma voz que lhes disse: “Estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mateus 28:20), dar-lhes-ia as boas-vindas a Sua presença no reino celestial. — Atos dos Apóstolos, 33.{ViC 69.2}
Nós o veremos como Ele é
Quando os filhos de Deus forem revestidos de imortalidade, vê-Lo-ão “como Ele é”. 1 João 3:2. Estarão perante o trono, aceitos no Amado. Todos os seus pecados terão sido apagados, removidas todas as suas transgressões. Podem, então, olhar o
deslumbrante resplendor do trono de Deus. Foram co-participantes dos sofrimentos de Cristo, foram coobreiros Seus no plano da redenção, e com Ele participam da alegria de ver pessoas salvas no reino de Deus, para ali louvarem a Deus durante toda a eternidade. — Maranata, o Senhor Vem, 321 (Meditações Matinais, 1977).{ViC 70.3}
“Se permanecer a obra de alguém ... esse receberá galardão.” 1 Coríntios 3:14. Magnífica será a recompensa concedida quando os obreiros fiéis se reunirem em torno do trono de Deus e do Cordeiro.

3.9.14

Quem Estará no Céu?

Troféus de Cristo
Naquele dia os remidos brilharão na glória do Pai e do Filho. Tocando suas harpas de ouro, os anjos darão as boas-vindas ao Rei e aos Seus troféus de vitória — os que foram lavados e purificados com o sangue do Cordeiro. Um cântico de triunfo ressoará, enchendo todo o Céu. Cristo venceu. Ele penetra nas cortes celestiais, acompanhado de Seus remidos, testemunhas de que a Sua missão de sofrimento e sacrifício não foi em vão. ...{ViC 81.1}
Jesus subiu para o Pai como representante da raça humana, e Deus levará os que refletem a Sua imagem a contemplar a Sua glória e dela participar. — Testemunhos Seletos 3:432, 433. }
Os que compartilharam dos sofrimentos de Cristo
Os que são participantes das aflições de Cristo também participarão de Sua consolação e por fim de Sua glória. — Atos dos Apóstolos, 261.
Surpresas de Deus
Haverá muitos no Céu, os quais seus vizinhos supunham que lá não entrariam. — Parábolas de Jesus, 72.
Companheiros celestiais
Então os remidos receberão as boas-vindas às moradas que Jesus lhes está preparando. Então seus companheiros não serão mais as criaturas vis da Terra — mentirosos, idólatras, impuros e incrédulos; mas conviverão com os que venceram a Satanás e, por meio da graça divina, formaram um caráter perfeito. Toda tendência pecaminosa, toda imperfeição que aqui os aflige, terá sido removida pelo sangue de Cristo, e a excelência e o resplendor de Sua glória, que sobrepuja em muito ao brilho do Sol é o que eles receberão. E deles vai irradiar a beleza moral e a perfeição de Seu caráter, de valor incomparavelmente superior à glória externa. Acham-se irrepreensíveis perante o grande trono branco, compartilhando a dignidade e os privilégios dos anjos. — Caminho a Cristo, 126.
Irmãos Fitch e Stockman
Todos nós fomos debaixo da árvore [da vida], e sentamo-nos para contemplar o encanto daquele lugar, quando os irmãos Fitch e Stockman, que tinham pregado o evangelho do reino, e a quem Deus depusera na sepultura para os salvar, se achegaram a nós e nos perguntaram o que acontecera enquanto eles haviam dormido. Tentamos lembrar nossas maiores provações, mas pareciam tão pequenas em comparação com o peso eterno de glória mui excelente que nos rodeava, que nada pudemos dizer-lhes, e todos exclamamos — “Aleluia! é muito fácil alcançar o Céu!” — e tocamos nossas gloriosas harpas e fizemos com que as arcadas do Céu reboassem. — Primeiros Escritos, 17.
A multidão de redimidos
Mais próximo do trono estão os que já foram zelosos na causa de Satanás, mas que, arrancados como tições do fogo, seguiram seu Salvador com devoção profunda, intensa. Em seguida, estão os que aperfeiçoaram um caráter cristão em meio de falsidade e incredulidade, os que honraram a lei de Deus quando o mundo cristão a declarava nula, e os milhões de todos os séculos que se tornaram mártires pela sua fé. E além está a “multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono e perante o Cordeiro, trajando vestidos brancos e com palmas nas suas mãos”. Apocalipse 7:9. Terminou a sua luta, a vitória está ganha. Correram no estádio e alcançaram o prémio. O ramo de palmas em suas mãos é um símbolo de seu triunfo, as vestes brancas, um emblema da imaculada justiça de Cristo, a qual agora possuem. — O Grande Conflito, 665.
Apóstolos de Cristo
Entre a multidão resgatada acham-se os apóstolos de Cristo, o heróico Paulo, o ardoroso Pedro, o amado e amante João, e seus fiéis irmãos, e com eles o vasto exército dos mártires. — História da Redenção, 424.
Mártires sepultados em Roma
Nestes retiros subterrâneos [as catacumbas em Roma], os seguidores de Cristo sepultavam os seus mortos; e ali também, quando suspeitos e proscritos, encontravam lar. Quando o Doador da vida despertar os que lutaram o bom combate, muitos que foram mártires por amor de Cristo sairão dessas sombrias cavernas. — O Grande Conflito, 40.
Fiéis seguidores
Com indizível amor Jesus dá as boas-vindas a Seus fiéis, para “o gozo do teu Senhor”. O gozo do Salvador consiste em ver, no reino de glória, as pessoas que foram salvas por Sua agonia e humilhação. E os remidos serão participantes de Sua alegria, vendo eles, entre os bem-aventurados, os que foram ganhos para Cristo por meio de suas orações, trabalhos e sacrifícios de amor. Reunindo-se eles em redor do grande trono branco, indizível júbilo lhes encherá o coração ao contemplarem os que ganharam para Cristo, e verem que um ganhou a outros, e estes ainda outros, todos trazidos para o porto de descanso, para ali deporem sua coroa aos pés de Jesus e louvá-Lo pelos séculos intérminos da eternidade. — O Grande Conflito, 647.
Anjos, santos e nosso Salvador
Os anjos ali estarão, bem como os santos ressurgidos e os mártires, e o melhor de tudo, o que nos causará a maior alegria, é que ali também estará nosso querido Salvador, que sofreu e morreu para que pudéssemos ter essa felicidade e liberdade. Sua gloriosa face brilhará mais que o Sol, e iluminará a bela cidade, refletindo glória em todo o redor. — Minha Consagração Hoje, 357 (Meditações Matinais, 1953).
As crianças
Lá estarão as crianças. Nunca terão lutas nem discórdias. Seu amor será ardente e santo. Também terão na cabeça uma coroa de ouro, e uma harpa nas mãos, e seus rostinhos, que aqui vemos, tantas vezes atribulados e perturbados, irradiarão santa alegria, expressão de sua perfeita liberdade e felicidade. — Minha Consagração Hoje, 357 (Meditações Matinais, 1953).
Uma carta de consolo
Prezado irmão: Quase não sei o que lhe dizer. A notícia do falecimento de sua esposa me deixou perplexa. Quase não o pude acreditar, e ainda agora dificilmente acredito. Deus, na noite do sábado passado, deu-me uma visão que escreverei. ...{ViC 85.1}
Vi que ela estava selada, e à voz de Deus ressurgiria e se ergueria sobre a Terra, e estaria com os cento e quarenta e quatro mil. Vi que não precisamos chorar sobre ela; ela repousaria durante o tempo da angústia, e tudo que pudéssemos lamentar seria nossa perda de ficar privados de sua companhia. Vi que seu falecimento redundaria em bem. — Mensagens Escolhidas 2:263.
Os que se aproximam de Deus com fé
Deus com justiça condena a todo que não torne Cristo seu Salvador pessoal; mas perdoa a toda pessoa que dEle se aproxima, com fé, e a habilita a fazer as obras de Deus e, pela fé, estar ligada a Cristo. Desses diz Jesus: “Eu neles, e Tu em Mim, para que eles sejam perfeitos em unidade [esta unidade traz a perfeição de caráter], e para que o mundo conheça que Tu Me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como Me tens amado a Mim.” João 17:23.
O Senhor tomou todas as providências para que o homem tenha salvação plena e livre, e seja completo n´Ele. Deus deseja que Seus filhos desfrutem os brilhantes raios do Sol da Justiça, para que todos possam ter a luz da verdade. Por um preço infinito Deus proveu a salvação ao mundo — o preço do dom de Seu Filho unigénito. O apóstolo pergunta: “Aquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas?” Romanos 8:32. Portanto, se não formos salvos, a culpa não estará com Deus, mas conosco, porque deixamos de cooperar com os agentes divinos. Nossa vontade não coincidiu com a vontade de Deus. — Mensagens Escolhidas 1:375.
Olhando para Jesus
Quem procura alcançar o Céu por suas próprias obras, guardando a lei, tenta uma impossibilidade. Não pode o homem salvar-se sem a obediência, mas suas obras não devem provir de si mesmo; Cristo deve operar nele o querer e o efetuar, segundo Sua boa vontade. Se o homem pudesse salvar-se por suas obras, teria ele algo em si mesmo, pelo qual se alegrar. O esforço que o homem faz pelas próprias forças para obter a salvação é representado pela oferta de Caim. Tudo que o homem pode fazer sem Cristo é poluído pelo egoísmo e pecado; mas aquilo que é operado pela fé é aceitável a Deus. Quando procuramos alcançar o Céu pelos méritos de Cristo, há progresso espiritual. Olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé, podemos prosseguir de força em força, de vitória em vitória; pois por meio de Cristo a graça de Deus operou nossa salvação completa.{ViC 86.1}
Sem fé é impossível agradar a Deus. A fé viva habilita seu possuidor a apoiar-se nos méritos de Cristo, habilita-o a tirar grande conforto e contentamento do plano da salvação. — Mensagens Escolhidas 1:364.
Apegando-se a Jesus
Nosso Salvador é a escada que Jacó viu, cuja base repousava na Terra, e cujo topo alcançava os mais altos Céus. Isso indica o designado meio de salvação. Se algum de nós salvar-se afinal, será apegando-se a Jesus como aos degraus de uma escada. — Testemunhos para a Igreja 5:539.
Obedecer com simplicidade infantil
Deus põe Seu amor no povo eleito que vive entre os homens. Esses são o povo a quem Cristo redimiu a preço do próprio sangue; e como eles correspondem a atração de Cristo mediante a soberana misericórdia de Deus, são eleitos para ser salvos como Seus filhos obedientes. Manifesta-se neles a abundante graça de Deus, o amor com que os amara. Todo aquele que se humilhar como uma criancinha, que receber a Palavra de Deus e a ela obedecer com a simplicidade de uma criança, achar-se-á entre os eleitos de Deus. — Nossa Alta Vocação, 75 (Meditações Matinais, 1962).
Os cento e quarenta e quatro mil
Estávamos a caminho do Monte Sião. No trajeto, encontramos uma multidão que também contemplava as belezas do lugar. Notei a cor vermelha na borda de suas vestes, o brilho das coroas e a alvura puríssima dos vestidos. Quando os saudamos, perguntei a Jesus quem eram eles. Disse que eram mártires que por Ele